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    <title>Globo</title>
    <description>Globo - Turismo e Viagem</description>
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      <title>&lt;![CDATA[Brasil já ganhou Copa do Mundo no México; veja como cidade do tri de Pelé se prepara para receber mais um Mundial]]&gt;</title>
      <description>&lt;![CDATA[Cidade do México foi palco do tri de Pelé em 1970
Reprodução/TV Globo
Daqui a duas semanas começa a maior Copa da história, com 48 seleções. Pela primeira vez, o torneio será realizado em três países. E o Globo Repórter escolheu como destino aquele que vai bater um recorde: o México será o primeiro a sediar uma Copa do Mundo pela terceira vez — marca inédita.
Sandra Annenberg e equipe viajaram até lá para mostrar como o país já vive o clima do torneio. Foram 20 dias percorrendo 1.200 quilômetros por uma terra apaixonada pelo futebol — e que guarda uma ligação especial com o Brasil, já que foi ali que a seleção conquistou o tricampeonato mundial em 1970. Veja no vídeo acima. 
Clima de copa 
A jornada começa no coração da Cidade do México, no Zócalo, a principal praça do país. O espaço histórico se transforma em um enorme campo improvisado ao receber a maior aula de futebol do mundo: cerca de 10 mil pessoas reunidas para aprender, jogar e entrar para a história.
“Essa é a maior aula de futebol do mundo!”, destaca Sandra, em meio à multidão formada por crianças, jovens e famílias inteiras. O recorde anterior, com cerca de mil participantes nos Estados Unidos, foi superado com folga. 
Maior aula de futebol do mundo no México
Reprodução/TV Globo
No meio da festa, a paixão pelo futebol brasileiro aparece com força. Mesmo sem ter visto a seleção campeã de 70, a garotada mexicana conhece — e admira — ídolos recentes como Neymar e Ronaldinho, mostrando como o estilo brasileiro segue influente no país. 
A cena traduz o espírito do México às vésperas da Copa: um povo que transforma o futebol em celebração coletiva. Entre bandeiras, cores e música, os participantes ocupam a praça em uma coreografia espontânea que forma as cores do país vistas do alto.
Por lá, futebol não é só esporte. É encontro, identidade e festa. “É alegria, família e amigos”, resume uma das participantes, enquanto acompanha o ritmo da atividade. 
O clima de Copa se mistura à cultura local em cada detalhe. Até personagens típicos entram na celebração, como o artista El Charro Gonzalez, caracterizado como o tradicional “Senhor Morte”, que dança e faz previsões otimistas para México e Brasil no torneio.
Sandra Annenberg dança 'Aí se Eu te Pego' com mexicano fantasiado de 'Senhor Morte'
Reprodução/TV Globo
Veja a íntegra do programa no vídeo abaixo:
Confira as últimas reportagens do Globo Repórter:
Copa do Mundo no México: cidade do tri de Pelé entra em clima para mais um Mundial]]&gt;</description>
      <linknoticia>&lt;![CDATA[https://g1.globo.com/globo-reporter/noticia/2026/05/30/brasil-ja-ganhou-copa-do-mundo-no-mexico-veja-como-cidade-do-tri-de-pele-se-prepara-para-receber-mais-um-mundial.ghtml]]&gt;</linknoticia>
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      <pubdate>&lt;![CDATA[2026-05-30 17:16]]&gt;</pubdate>
      <datahora>&lt;![CDATA[30/05/2026 23:28:16]]&gt;</datahora>
    </item>
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      <title>&lt;![CDATA[Governo Trump recua sobre regra que exigia saída dos EUA para obtenção de green card, diz jornal]]&gt;</title>
      <description>&lt;![CDATA[A busca pelo visto EB-2 NIW nos EUA
Divulgação
O governo dos Estados Unidos afirmou nesta sexta-feira (29) que nem todos os imigrantes que solicitam um green card terão de deixar o país para concluir o processo. A declaração, obtida pelo jornal The New York Times, representa um recuo em relação a uma orientação anunciada na semana passada.
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Em comunicado divulgado em 22 de maio, o Serviço de Cidadania e Imigração dos EUA (USCIS) informou que estrangeiros em situação temporária no país teriam de retornar aos países de origem para solicitar a residência permanente, exceto em casos considerados extraordinários.
🔎 Green card é o nome do documento emitido pelo governo dos EUA que garante a estrangeiros o direito de morar e trabalhar permanentemente no país.
A medida gerou reação de advogados e organizações de apoio a imigrantes. O grupo de assistência a refugiados HIAS afirmou que a política poderia obrigar sobreviventes de tráfico humano e crianças vítimas de abuso a voltar para países dos quais haviam fugido.
Após a repercussão negativa, o Departamento de Segurança Interna (DHS) afirmou que a orientação divulgada na semana passada foi apenas um "lembrete" aos agentes de imigração sobre uma autoridade já existente para analisar pedidos caso a caso.
Ao New York Times, o governo indicou que pessoas que ultrapassaram o prazo do visto estão entre os grupos que podem ser obrigados a concluir o pedido de green card fora dos Estados Unidos. A decisão será tomada caso a caso por agentes de imigração.
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Mais de 100 mil vistos revogados
Por que os EUA vão monitorar as redes sociais de estudantes brasileiros que pedirem visto?
Em janeiro, o Departamento de Estado anunciou que havia revogado mais de 100 mil vistos desde que Trump retornou à Casa Branca.
Em dezembro de 2024, o governo dos EUA anunciou a suspensão do Programa de Vistos de Imigração por Diversidade (DV Program), conhecido como "loteria do green card", após a revelação de que o autor do ataque a tiros na Universidade Brown entrou no país por meio do mecanismo.
Segundo comunicado publicado pela então secretária do Departamento de Segurança Interna, Kristi Noem, o atirador imigrou para os Estados Unidos em 2017 após ser selecionado pelo programa e recebeu o green card.
"Por ordem do presidente Trump, estou imediatamente determinando que o USCIS pause o programa DV1 para garantir que nenhum outro americano seja prejudicado por esse programa desastroso", afirma a publicação.
Criado para promover a imigração de pessoas vindas de países com baixa taxa de entrada nos Estados Unidos, o DV Program disponibiliza até 50 mil vistos de imigração por ano, segundo o site do USCIS.
VÍDEOS: agora no g1
Agora no g1]]&gt;</description>
      <linknoticia>&lt;![CDATA[https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/05/29/governo-trump-recua-apos-anunciar-que-estrangeiros-teriam-de-deixar-os-eua-para-obter-green-card-diz-jornal.ghtml]]&gt;</linknoticia>
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      <pubdate>&lt;![CDATA[2026-05-29 21:20]]&gt;</pubdate>
      <datahora>&lt;![CDATA[30/05/2026 23:28:16]]&gt;</datahora>
    </item>
    <item>
      <title>&lt;![CDATA[Brasileiros poderão usar Carteira de Identidade Nacional para entrar em 8 países da América do Sul]]&gt;</title>
      <description>&lt;![CDATA[Nova Carteira de Identidade Nacional.
Ascom SSP-PI
Os turistas brasileiros vão poder utilizar a Carteira de Identidade Nacional (CIN), o novo RG, como documento de viagem para entrar em oito países da América do Sul.
O acordo que permitiu a inclusão da CIN na lista de documentos de identidade aceitos pelos países foi assinado nesta sexta-feira (29) durante reunião de ministros da Justiça e do Interior do Mercosul, no Paraguai.
Passarão a aceitar a CIN:
Argentina
Paraguai
Uruguai
Bolívia
Chile
Colômbia
Equador
Peru
Agora no g1
Ainda não foi definida uma data para que os países comecem a aceitar a CIN. A expectativa é que o documento possa ser utilizado pelos brasileiros a partir de agosto.
Com a decisão, a CIN se junta a uma lista de documentos que já são aceitos por esses países. Hoje, para entrar nos oito países citados, os brasileiros já podem usar:
o Registro de Identidade Civil;
o RG expedido por cada estado;
o passaporte]]&gt;</description>
      <linknoticia>&lt;![CDATA[https://g1.globo.com/politica/noticia/2026/05/29/brasileiros-poderao-usar-carteira-de-identidade-nacional-para-entrar-em-8-paises-da-america-do-sul.ghtml]]&gt;</linknoticia>
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      <pubdate>&lt;![CDATA[2026-05-29 13:23]]&gt;</pubdate>
      <datahora>&lt;![CDATA[30/05/2026 23:28:16]]&gt;</datahora>
    </item>
    <item>
      <title>&lt;![CDATA[Robô viaja de avião como passageiro, vira alvo de nova regra e reclama de proibição: 'Conspiração']]&gt;</title>
      <description>&lt;![CDATA[Robô humanoide entra em avião da Southwest Airlines
Reprodução/Rentbots
Um robô humanoide embarcou como passageiro em um voo da Southwest Airlines nos Estados Unidos, virou alvo de uma nova restrição criada pela companhia aérea e ainda “reclamou” da proibição depois da viagem. "Stewie", como é chamado, classificou a decisão como “conspiração”, segundo reportagem da CBS News.
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O robô pertence ao empresário Aaron Mehdizadeh, dono da empresa The Robot Studio. De acordo com a imprensa americana, no início de maio, ele decidiu levar o "amigo" de Las Vegas até Dallas comprando um assento extra para o humanoide, em vez de despachá-lo como carga.
Para conseguir embarcar, o robô precisou passar pelas exigências de segurança da companhia aérea e da agência responsável pela segurança nos transportes dos EUA. Ainda segundo a CBS, o equipamento recebeu uma bateria menor para poder passar pela inspeção.
Depois disso, o robô de cerca de 1 metro caminhou pelo aeroporto e entrou normalmente no avião, sentando-se em um assento na janela. A presença do humanoide chamou atenção no voo da Southwest Airlines. 
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“Grande parte das pessoas ficou muito animada ao ver um robô voando”, disse Mehdizadeh à CBS News Texas.
Segundo o empresário, o robô também é capaz de falar por meio de uma voz programada.
“Eu tinha o assento perfeito na janela, nuvens parecendo algodão-doce, e todo mundo tirando selfies comigo”, disse o robô, segundo a emissora.
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Mudança nas regras
Imagem de avião da Southwest em Paris, na França
Eric Salard/Wikipedia
Dois dias depois da viagem, a Southwest Airlines divulgou um alerta interno criando uma nova restrição para robôs humanoides ou semelhantes a animais.
Segundo a imprensa americana, a companhia decidiu proibir esse tipo de equipamento tanto dentro da cabine quanto como bagagem despachada, independentemente do tamanho ou finalidade.
A Southwest afirmou à CBS News que a mudança foi feita para cumprir regras de segurança relacionadas a baterias de íons de lítio.
O empresário que viajou com Stewie, porém, discordou da justificativa. Segundo ele, a bateria usada no robô era parecida com a de um notebook.
“É uma conspiração total. Eles não querem que nós, robôs, vejamos as nuvens e descubramos o que realmente existe lá em cima”, afirmou o robô à CBS.
VÍDEOS: Agora no g1
Agora no g1]]&gt;</description>
      <linknoticia>&lt;![CDATA[https://g1.globo.com/turismo-e-viagem/noticia/2026/05/28/robo-viaja-de-aviao-como-passageiro-vira-alvo-de-nova-regra-e-reclama-de-proibicao-conspiracao.ghtml]]&gt;</linknoticia>
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      <pubdate>&lt;![CDATA[2026-05-28 16:54]]&gt;</pubdate>
      <datahora>&lt;![CDATA[30/05/2026 23:28:16]]&gt;</datahora>
    </item>
    <item>
      <title>&lt;![CDATA[Copa do Mundo: EUA, México e Canadá anunciam medidas de viagem para conter risco de contágio pelo Ebola]]&gt;</title>
      <description>&lt;![CDATA[Surto de ebola preocupa o mundo
Os Estados Unidos, o México e o Canadá anunciaram nesta quinta-feira (28), em um comunicado conjunto, medidas de saúde pública para viagens direcionadas a pessoas vindas de regiões africanas com maior risco de contágio pelo Ebola, com o objetivo de proteger cidadãos e visitantes durante a Copa do Mundo.
"A saúde e a segurança de todas as pessoas na região continuam sendo nossa maior prioridade, enquanto damos as boas-vindas ao mundo na América do Norte", disseram em comunicado, que não detalhou as medidas combinadas.
Na semana passada, Washington proibiu a entrada nos EUA de cidadãos não americanos que viajaram para a República Democrática do Congo, Uganda ou Sudão do Sul nas últimas semanas e, na sexta-feira (22), o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) estendeu a proibição a portadores de green card que estiveram nesses países nos 21 dias anteriores.
O Canadá proibiu a entrada no país de residentes da República Democrática do Congo, Uganda e Sudão do Sul por um período de 90 dias, que começou nesta quarta-feira (27). Quem não apresenta sintomas terá que ficar em quarentena por 21 dias a partir de 30 de maio, de acordo com um comunicado da agência de saúde pública do país.
Já o México impôs na segunda-feira (25) medidas mais rigorosas de triagem contra o Ebola nos aeroportos, pedindo aos cidadãos para evitar viagens à República Democrática do Congo e a viajantes provenientes do país que cumpram uma quarentena de 21 dias.
Mais cedo, nesta quinta, o governo de Donald Trump anunciou que negocia com o Quênia a criação de um centro de quarentena para cidadãos americanos expostos ao vírus Ebola durante o surto que atinge a República Democrática do Congo.
A medida faz parte da estratégia adotada pelos EUA para evitar que pessoas potencialmente infectadas retornem imediatamente ao país. Segundo autoridades americanas ouvidas pela Reuters, os expostos ao vírus seriam monitorados em território queniano antes de serem autorizados a voltar para casa.
Na quarta-feira (27), durante uma reunião de gabinete na Casa Branca, o secretário de Estado, Marco Rubio, afirmou que os Estados Unidos pretendem impedir a entrada de casos da doença no país.
"Não podemos e não vamos permitir que nenhum caso de Ebola entre nos Estados Unidos", disse.
No dia 17 de maio, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou o surto de Ebola na República Democrática do Congo como uma emergência de saúde pública de âmbito internacional e afirmou que havia um alto risco de propagação para os países vizinhos.
Familiares de uma vítima do Ebola lamentam enquanto o caixão é levado para o sepultamento, no Hospital Sofepadi em Bunia, Congo.
Moses Sawasawa / AP]]&gt;</description>
      <linknoticia>&lt;![CDATA[https://g1.globo.com/turismo-e-viagem/noticia/2026/05/28/copa-do-mundo-eua-mexico-e-canada-medidas-ebola.ghtml]]&gt;</linknoticia>
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      <pubdate>&lt;![CDATA[2026-05-28 12:17]]&gt;</pubdate>
      <datahora>&lt;![CDATA[30/05/2026 23:28:16]]&gt;</datahora>
    </item>
    <item>
      <title>&lt;![CDATA[Quem é Nusret Gökçe, 'chef da mãozinha', dono de restaurante do bife de ouro onde Claudio Castro jantou bancado por Vorcaro]]&gt;</title>
      <description>&lt;![CDATA[Vorcaro pagou US$ 1 milhão em degustação com Cláudio Castro
O chef Nusret Gökçe, também conhecido como Salt Bae, já viralizou por vários motivos, incluindo os valores dos pratos em seus restaurantes. Agora, seu nome volta a aparecer por causa de um jantar do ex-governador do Rio de Janeiro, Claudio Castro, custeado pelo banqueiro Daniel Vorcaro.
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O jantar de aproximadamente R$ 60 mil ocorreu enquanto Castro ainda era governador do Rio em um dos restaurantes mais extravagantes de Nova York: o Nusr-Et Steakhouse, pertencente ao chef turco, mundialmente conhecido como Salt Bae, ou o “chef da mãozinha”. 
O chef turco ganhou fama nas redes sociais pelos vídeos em que prepara carnes e joga sal sobre os pratos com um movimento característico do braço – o que justifica o apelido. Hoje, ele soma cerca de 50,5 milhões de seguidores no Instagram e se tornou uma celebridade entre artistas, empresários e jogadores de futebol.
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Redes sociais de Salt Bae mostram malabarismo no preparo de carnes
Reprodução/Instagram
Salt Bae é dono da rede de restaurantes de luxo Nusr-Et, que tem 25 unidades espalhadas por países como Turquia, Catar, Estados Unidos e Reino Unido. A unidade visitada por Castro fica em Nova York, uma das duas ainda em funcionamento nos EUA.
O cozinheiro começou a ganhar projeção internacional em 2017, quando seus vídeos viralizaram nas redes sociais. Desde então, passou a atrair clientes famosos como Al Pacino, Leonardo DiCaprio. 
As redes sociais de Bae mostram uma vida de vaidade e ostentação: iates, malhação, charutos e os inseparáveis óculos escuros em mil poses e malabarismos com facas e pedaços de carne.
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A primeira unidade do Nusr-Et foi inaugurada em Istambul, em 2010. Em entrevista à revista “Air Mail”, o chef contou que abandonou a escola ainda na 6ª série e começou a trabalhar em um açougue na cidade de Erzurum, na Turquia. Depois, passou por cozinhas de vários restaurantes até abrir o próprio negócio.
Os restaurantes da rede ficaram conhecidos pelas carnes folheadas a ouro, que custam milhares de reais. O 'golden tomahawk' – carne bovina retirado da costela, parecido com o ancho – custa 950 dólares – ou quase 5 mil reais, na cotação desta quinta-feira (28).
Além da comida, parte da fama do restaurante está nas performances do chef diante dos clientes. Salt Bae costuma cortar carnes na mesa, servir os pratos pessoalmente e repetir os mesmos gestos que o tornaram conhecido nas redes sociais.]]&gt;</description>
      <linknoticia>&lt;![CDATA[https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2026/05/28/quem-e-nusret-gokce-chef-da-maozinha-dono-de-restaurante-que-serve-bife-de-ouro-e-visitado-por-claudio-castro-bancado-por-vorcaro.ghtml]]&gt;</linknoticia>
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      <pubdate>&lt;![CDATA[2026-05-28 11:57]]&gt;</pubdate>
      <datahora>&lt;![CDATA[30/05/2026 23:28:16]]&gt;</datahora>
    </item>
    <item>
      <title>&lt;![CDATA[Uma das nações mais misteriosas e remotas do mundo se abre ao turismo]]&gt;</title>
      <description>&lt;![CDATA[Uma representação da ponte suspensa entre as copas das árvores no novo Aeroporto Internacional de Gelephu
BIG via BBC
Em uma manhã quente no início deste ano, o rei do Butão, Jigme Khesar Namgyel Wangchuck, estava em uma área aberta em meio à selva na cidade de Gelephu, perto da fronteira com a Índia. 
Ao lado de 12 mil voluntários, ele cortou palmeiras e limpou a vegetação para ajudar a abrir caminho para um novo aeroporto que promete mudar a forma como turistas visitam esse reino remoto.
Com inauguração prevista para 2029, o Aeroporto Internacional de Gelephu já conquistou o prêmio de Projeto do Futuro do Ano no Festival Mundial de Arquitetura de 2025. 
Seu terminal de madeira em estrutura vazada será construído com madeira butanesa, projetado para regular naturalmente a umidade e remeter às paisagens montanhosas sobre as quais está situado. O espaço também contará com áreas para banhos de gongos, ioga e meditação. 
Mas, com capacidade planejada para 123 voos por dia, o principal objetivo do aeroporto é servir como porta de entrada para a ambiciosa Gelephu Mindfulness City (Cidade da Atenção Plena de Gelephu, em português), projeto que pretende transformar o país e tornar um dos destinos mais difíceis de acessar no mundo muito mais acessível para turistas estrangeiros. 
Escondido entre os vales montanhosos da mais alta cadeia de montanhas do planeta, o último reino budista do mundo passou grande parte de sua história praticamente isolado. 
Butão possui mais alto monumento sagrado da fé budista: Ninho do Tigre
Um reino remoto e exclusivo
Durante séculos, o país se manteve fechado ao mundo exterior e só começou a permitir a entrada de turistas em 1974, quando adotou a política de "Alto Valor, Baixo Volume", criada para proteger seu patrimônio cultural e evitar os impactos do turismo excessivo.
Até a pandemia, a maior parte dos turistas estrangeiros era obrigada a reservar a viagem por meio de uma operadora de turismo licenciada no Butão e pagar uma tarifa mínima diária entre US$ 200 e US$ 250 (R$1.010 a R$1260) por dia, valor que incluía hospedagem, alimentação, guia, transporte interno e a taxa de desenvolvimento sustentável do país. 
Desde 2022, o sistema de tarifa única foi substituído por uma Taxa de Desenvolvimento Sustentável de US$ 100 (R$505) por adulto, por noite, enquanto os demais custos da viagem passaram a ser organizados separadamente. 
Mesmo com o novo aeroporto, o Butão está determinado a manter seu modelo singular de turismo controlado e de alto valor.
Como resultado, o Butão historicamente ganhou a reputação de ser um destino remoto e exclusivo — e chegar até lá sempre fez parte de seu fascínio.
O Butão tem sido historicamente um destino remoto e de difícil acesso
Getty Images via BBC
Paro, no oeste do Butão, é o único aeroporto internacional do país. Mas, como é atendido por apenas duas companhias aéreas — Drukair e Bhutan Airlines — e normalmente recebe cerca de oito voos por dia, turistas da América do Norte e da Europa costumam passar vários dias viajando, com escalas em cidades como Bangkok, Kathmandu e Delhi. 
As passagens também não são baratas: voos de ida e volta a partir desses centros de conexão podem ultrapassar £890 (US$ 1.200). E chegar a Paro já é, por si só, uma experiência dramática.
Situado a 2.243 metros de altitude, cercado por montanhas de até 5.500 metros, o aeroporto de Paro é considerado um dos mais desafiadores do mundo. 
Como está localizado em um vale montanhoso estreito e sinuoso, pousos e decolagens exigem várias curvas fechadas, obrigando os pilotos a realizar toda a aproximação visualmente, sem auxílio de radar ou sistemas computadorizados. 
Menos de 50 pilotos no mundo são habilitados a pousar ali, e o aeroporto recebeu apenas 88.546 visitantes em 2025.
A maior parte dos turistas que desembarca em Paro segue um roteiro já bastante conhecido por Thimphu, o Vale de Punakha, o Vale de Phobjikha e Bumthang, todos com hotéis de luxo cinco estrelas. 
Quem chega ao país raramente explora a biodiversidade do sul do Butão. O novo aeroporto deve abrir essa região mais selvagem e menos visitada para uma nova geração de turistas em busca de espirituralidade, além de atender a Cidade da Atenção Plena de Gelephu — uma região administrativa especial que o rei Jigme Khesar Namgyel Wangchuck espera que abrigue 1 milhão de moradores butaneses e estrangeiros até 2060. 
Gelephu também deverá ganhar uma conexão ferroviária de 69 km até Assam, na Índia, ajudando a formar a primeira ferrovia da história do país.
Representação da 'Cidade da Atenção Plena de Gelephu', que está sendo planejada como uma cidade independente dentro do reino
BIG via BBC
Uma nova forma de conhecer o Butão
A ideia de transformar Gelephu em um grande centro econômico e turístico foi concebida pelo rei Jigme Khesar Namgyel Wangchuck há mais de uma década, mas a Covid-19 acabou funcionando como catalisador do projeto. 
Durante a pandemia, o país praticamente fechou suas portas até setembro de 2022, o que derrubou a indústria do turismo e agravou o êxodo de jovens que já estava em curso.
Ao desenvolver uma cidade independente dentro do reino, combinando incentivos favoráveis aos negócios para empresas internacionais com foco em sustentabilidade e espiritualidade, o país — famoso pela sua Felicidade Interna Bruta — espera que a  a nova cidade não apenas gere empregos e atraia investidores, mas também leve turistas para além do tradicional circuito do oeste do Butão, impulsionando o sul menos visitado do país.
"A Cidade da Atenção Plena de Gelephu vai criar muitas oportunidades de emprego e investimento", afirmou Lotay Tshering, que comandou o governo do Butão durante a pandemia e hoje é governador da cidade, em entrevista à BBC Travel. 
"Mas precisamos de voos chegando… precisamos de passageiros." 
Quando estiver concluído, o novo aeroporto deverá se tornar o principal centro de aviação do país.
"Nossa visão é que Gelephu funcione como uma escala para turistas estrangeiros", disse Tshering Dolkar. 
"Em vez de fazer conexão por Hong Kong ou Bangkok, os turistas poderão optar por passar por Gelephu e ficar alguns dias em um safári na selva ou em retiros de meditação."
Vida selvagem, trilhas e hospedagens familiares
O Butão que os turistas encontrarão em Gelephu está bem longe dos penhascos cobertos por mosteiros ou das bandeiras de oração balançando ao vento que tornaram o reino famoso. 
A paisagem ali é exuberante, perfumada e subtropical — com plantações de cardamomo e laranjeiras, áreas agrícolas cortadas por rios, palmeiras e fontes termais frequentadas por butaneses há gerações.
Gelephu é um ponto de biodiversidade excepcional, lar de langures dourados, tigres, rinocerontes e elefantes
Alamy via BBC
Gelephu é cercada por dois parques nacionais, entre eles o Royal Manas National Park — o primeiro do país —, onde turistas poderão em breve ver de perto elefantes, tigres, rinocerontes, leopardos e mais de 360 espécies de aves. Entre elas está a garça-de-barriga-branca, espécie criticamente ameaçada de extinção cuja metade da população mundial vive no Butão.
"O sul do Butão, onde as montanhas dão lugar à selva, é um santuário escondido para a natureza", afirmou Matthew DeSantis, fundador da operadora de turismo de luxo MyBhutan, sediada em Thimphu. 
"O sul se tornou um refúgio para espécies ameaçadas. É um dos lugares mais selvagens do planeta."
Como acontece em grande parte dos projetos do Butão, o país está desenvolvendo a infraestrutura turística de Gelephu com foco na espiritualidade. Mestres budistas foram convidados a apresentar propostas para centros de retiro e templos que deverão ser construídos na Cidade da Atenção Plena de Gelephu.
Ao mesmo tempo, o órgão monástico central do Butão propôs a construção de um dzong — fortaleza monástica e administrativa típica do país — com acomodações para hóspedes e espaços dedicados à dança e aos estudos sagrados do budismo.
As autoridades também esperam que o novo aeroporto atraia praticantes de trekking. A recém-anunciada trilha Lotus-Born Trail, de 168 km e prevista para ser inaugurada em 2028, perto de Gelephu, conectará o sul subtropical do Butão ao coração espiritual do país. 
Partindo das florestas de baixa altitude habitadas por langures-dourados e rinocerontes-de-um-chifre, o percurso de oito dias sobe quase 3.500 metros, atravessa florestas de rododendros até alcançar as cristas alpinas do centro do Butão e segue os passos de Guru Rinpoche, responsável por levar o budismo ao país.
Em outras partes da região, em vez das tradicionais trilhas pelas montanhas do Butão, os visitantes encontrarão atividades como rafting, observação de aves e uma trilha recém-inaugurada para observação de tigres dentro do Royal Manas National Park. 
No lugar dos hotéis de luxo, há hospedagens familiares e acampamentos ecológicos. Em 2024, o primeiro lodge de pesca esportiva de alto padrão do Butão também foi inaugurado em Manas.
Segundo Tshering Dolkar, a revitalização do Centro Histórico de Gelephu também está em andamento, incluindo um projeto gastronômico inspirado na diversidade cultural do sul do Butão. 
Segundo ela, os viajantes poderão experimentar pratos como bandejas de thali e dal, típicos dos lhotshampas — grupo étnico que vive no sul do país — além de receitas mais picantes, como o ema datshi, tradicional ensopado de pimenta com queijo considerado o prato símbolo do Butão. 
Nas proximidades, ruas repletas de arte terão murais butaneses produzidos pelo coletivo VAST, enquanto uma Vila do Patrimônio Cultural destacará as 13 artes e ofícios tradicionais do país, da produção de cestos à pintura de thangkas.
O sul do Butão nem sempre foi uma região de fácil acesso para estrangeiros — ou mesmo para os próprios butaneses. Malária, monções, elefantes selvagens e tigres fizeram com que a população do país se concentrasse nos vales e planaltos centrais. 
Quando os britânicos tentaram controlar a região na década de 1860, foram repelidos após cinco meses de conflito contra os butaneses na chamada 'Duar War', encerrando suas ambições sobre o território. Como resultado, o sul permaneceu praticamente intocado.
"Não existem mais muitas selvas realmente preservadas no mundo", afirmou Lotay Tshering. 
"Aqui ainda existe uma selva bruta, com tigres vivendo livremente na natureza. Esse é o nosso tesouro."
De volta a Gelephu, as obras do novo aeroporto do país e da futurista cidade idealizada pelo rei Jigme Khesar Namgyel Wangchuck seguem em andamento. Quando o projeto finalmente for inaugurado, ele não deverá transformar apenas a forma como o mundo conhece o Butão, mas também como o próprio país se vê. 
"Temos a oportunidade de tentar coisas novas", disse o rei à BBC Travel. "Espero que esse trabalho gere benefícios para as próximas gerações."
*Este texto foi publicado pela BBC Travel. Leia a versão original em inglês aqui.]]&gt;</description>
      <linknoticia>&lt;![CDATA[https://g1.globo.com/turismo-e-viagem/noticia/2026/05/24/uma-das-nacoes-mais-misteriosas-e-remotas-do-mundo-se-abre-ao-turismo.ghtml]]&gt;</linknoticia>
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      <pubdate>&lt;![CDATA[2026-05-24 14:23]]&gt;</pubdate>
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      <title>&lt;![CDATA[
China desenvolve sistema de vigilância para monitorar estrangeiros no país]]&gt;</title>
      <description>&lt;![CDATA[Captura de tela de um painel de software de vigilância que permite monitorar estrangeiros
NetAskari
Quando um pesquisador de cibersegurança conhecido pelo pseudônimo NetAskari clicou recentemente em uma aba intitulada "Consulta de arquivos de jornalistas" em um site chinês não seguro, ele esperava ver uma mistura de dados fictícios gerados automaticamente.
Em vez disso, rostos familiares apareceram na tela. Era um banco de dados abrangente de quase todos os jornalistas estrangeiros baseados na capital chinesa, Pequim, por volta de 2021, incluindo fotos oficiais de passaporte, números de celulares particulares, detalhes de vistos e datas de nascimento. Ele também encontrou suas próprias informações pessoais nessa lista de vigilância da polícia chinesa.
"Foi mais interessante do que chocante", disse NetAskari à DW. "Quando você trabalha como jornalista na China, basicamente presume que está sempre no radar deles. Mas o que me surpreendeu foi simplesmente a facilidade com que consegui acessar esse sistema altamente sensível."
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Sistema granular de controle social na China
O que NetAskari descobriu faz parte de um sistema de "perfis holográficos" da China moderna. Ele havia acessado, sem saber, uma versão de demonstração de um sistema de rastreamento remoto projetado para o Departamento de Segurança Pública de Zhangjiakou, cidade da província de Hebei, que sediou os Jogos Olímpicos de Inverno de 2022.
Embora fosse apenas um teste, ele estava repleto de conjuntos de dados reais, delineando claramente a trajetória da máquina de vigilância estatal da China, que está evoluindo rapidamente de uma rede de câmeras de rua simples para um gigantesco sistema de controle social integrado por dados e operando 24 horas por dia, sete dias por semana.
Durante anos, a China operou a rede de câmaras de circuito fechado televisionado (CCTV) mais extensa do mundo. Uma iniciativa massiva conhecida como projeto Xueliang (olhos brilhantes, em português) busca unificar essas ilhas isoladas de vigilância espalhadas por todo o país.
O sistema é capaz de rastrear conexões entre pessoas
NetAskari
Os dados no painel de controle da polícia de Zhangjiakou mostram o nível de detalhe com que as autoridades podem rastrear um indivíduo. Este sistema não depende mais exclusivamente de câmeras policiais nas esquinas. Ele registra com precisão o vagão de trem e o número do assento específicos que um alvo ocupa ao chegar de Pequim ou Xangai.
Ele até sincroniza fotos tiradas por catracas de reconhecimento facial em estações de esqui locais diretamente em seu mecanismo de rastreamento. Os movimentos de conhecidos do pesquisador que esquiaram recentemente em Zhangjiakou foram precisamente sinalizados e mapeados com trajetórias detalhadas no sistema.
"A ideia é simplesmente processar o máximo de dados possível do maior número possível de sensores em tempo real", observou o pesquisador.
O sistema registra comportamentos diários, como consumo de gasolina, locais de compras regulares e se um indivíduo visita frequentemente "áreas de petição".Este enorme esforço de fusão de dados tenta reunir o paradeiro físico, os hábitos de consumo e as pegadas digitais de uma pessoa em um "arquivo pessoal holístico" impecável.
Rastreamento de jornalistas estrangeiros
Dentro dessa rede cada vez mais hermética, estrangeiros – especialmente jornalistas e cidadãos de países ocidentais – têm sido mais observados pelas autoridades.
As estatísticas do "relatório inteligente" do sistema mostram que as agências de segurança chinesas se concentram desproporcionalmente em cidadãos dos países do grupo conhecido como Five Eyes, que inclui Estados Unidos, Reino Unido, Austrália, Nova Zelândia e Canadá.
Nos bastidores do sistema, certos jornalistas estrangeiros recebem uma etiqueta especial de rastreamento em tempo real chamada "rastreável". No momento em que entram em uma jurisdição, o sistema pode acionar automaticamente alertas antecipados para a polícia. Para o jornalismo independente na China, isso representa uma ameaça existencial.
No passado, repórteres estrangeiros que viajavam para regiões sensíveis como Xinjiang muitas vezes contavam com a experiência para despistar policiais à paisana que os seguiam pelo retrovisor. Agora, as atualizações algorítmicas do sistema policial tornaram obsoleto esse tradicional jogo de gato e rato. "Eles não precisam mais enviar dois ou três carros para te seguir", destaca NetAskari.
Nomes, rostos e localizações de estrangeiros são registradas pelo sistema
NetAskari
Como o sistema tem acesso a pagamentos móveis, compras de passagens e redes sociais, as autoridades podem prever com precisão o itinerário do indivíduo observado, garantindo que ele veja apenas o que elas desejam. Se a rede de dados detectar que a interação com certos indivíduos, a polícia pode simplesmente ligar e intimidar as fontes dos jornalistas, praticamente inviabilizando a investigação jornalística.
O sistema sabe onde você estará
O que realmente transforma essa vigilância é a capacidade do sistema de análise de grupo e modelagem de relacionamentos. O rastreamento tradicional exige imensos recursos policiais. Mas o "policiamento inteligente" moderno tenta visualizar relacionamentos interpessoais por meio de algoritmos.
No núcleo do painel de controle, o sistema gera automaticamente gráficos de rede complexos com base na frequência com que os alvos são capturados interagindo em vídeo, revelando exatamente quem conhece quem e quanto tempo passam juntos.
Essa tecnologia está em desenvolvimento há anos. Em 2019, a gigante chinesa de tecnologia Hisense registrou uma patente para "modelos holísticos de relacionamento para pessoas envolvidas em casos", que visava mapear viagens, registros de chamadas e uso de veículos. Em 2025, o Departamento de Segurança Pública de Putao, em Xangai, concedeu um contrato de 200 mil dólares (cerca de R$ 1 milhão) para um "sistema holístico de arquivo de pessoal".
As altas taxas de erro e os gargalos de mão de obra da vigilância manual do passado estão sendo rapidamente substituídos por algoritmos automatizados frios, altamente eficientes e incansáveis.
É verdade que as democracias ocidentais também lidam com controvérsias sobre o abuso de tecnologias de vigilância como a Palantir. Mas, como aponta o pesquisador NetAskari, a comparação com o sistema autoritário da China vai apenas até certo ponto.
"Nas democracias ocidentais, há debates. Na China, esses debates simplesmente não existem. A polícia e o Ministério da Segurança do Estado fazem o que querem com relativamente pouca supervisão."
NetAskari afirmou que, nesse sistema, as pessoas são reduzidas a números, padrões e operações vetoriais. Elas se tornam "uma 'massa de dados' que pode ser controlada, moldada e coagida conforme necessário".
Autor: De Zheng
Agora no g1
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      <linknoticia>&lt;![CDATA[https://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2026/05/22/china-desenvolve-sistema-de-vigilancia-para-monitorar-estrangeiros-no-pais.ghtml]]&gt;</linknoticia>
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      <pubdate>&lt;![CDATA[2026-05-22 08:22]]&gt;</pubdate>
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      <title>&lt;![CDATA[As praias paradisíacas 'para turistas' onde o acesso de moradores é restrito]]&gt;</title>
      <description>&lt;![CDATA[Barbuda é uma das ilhas do Caribe onde locais se queixam de restrição de acesso às praias
GETTY IMAGES
Na pequena ilha caribenha de Barbuda, o bar Pink Sands Beach era frequentado por moradores e por alguns turistas havia mais de 20 anos.
"Era um lugar muito acolhedor", diz Miranda Beazer, ex-dona do estabelecimento. Ela lembra que as pessoas se reuniam ali para jogar dominó ou descansar depois da missa de domingo.
Batizado em referência à areia rosada da praia onde funcionava, o bar era um dos pontos de encontro da comunidade até a chegada do furacão Irma, em 2017, quando os cerca de 2.000 habitantes de Barbuda foram evacuados para a ilha vizinha de Antigua.
O bar de Beazer foi destruído, assim como a sua casa. "Não houve ninguém que tenha passado ileso... foi devastador. Chorei por duas semanas", afirma.
Antes que o bar pudesse ser reconstruído, o marido dela morreu. Depois disso, incorporadoras estrangeiras começaram a oferecer grandes quantias pelo terreno, mas Beazer recusou todas as propostas.
"Não é dinheiro o que eu procuro", diz ela. "O que eu quero é continuar com minha terra."
Então chegaram as escavadeiras. Segundo Beazer, o que havia restado do bar após o furacão foi demolido por incorporadoras estrangeiras.
Desde então, ela disputa na Justiça o direito de voltar a acessar a área que afirma ser sua terra.
A questão, no entanto, esbarra nas leis fundiárias de Antígua e Barbuda.
Em Barbuda, a terra pertence coletivamente à comunidade. Na prática, os moradores podem solicitar contratos de arrendamento para ocupar determinados terrenos, mas não são proprietários privados dessas áreas. Toda a terra é comunitária, e cabe aos cidadãos o direito de serem consultados e de decidirem sobre grandes projetos de desenvolvimento.
Esse sistema de posse surgiu após o fim da escravidão em Barbuda, em 1834, e foi reconhecido oficialmente pelo governo de Antígua e Barbuda em 2007, com a aprovação da Lei de Terras de Barbuda.
Beazer afirma possuir o arrendamento de 30 acres (cerca de 121 mil m²) de litoral, mas atualmente tem acesso a apenas oito.
A Global Legal Action Network (GLAN), rede de advogados que apoia Beazer, afirma que o restante da área está sendo ocupado ilegalmente pelas incorporadoras estrangeiras Murbee Resorts e Peace Love and Happiness (PLH).
Miranda Beazer trava uma disputa judicial para recuperar o acesso ao que considera sua terra
MIRANDA BEAZER
Em nota, a Murbee afirma ser detentora legal de um contrato de arrendamento em Barbuda e diz que "não realizou atividades de construção em nenhuma terra para a qual não tenha autoridade legal para atuar, nem realizou qualquer construção".
A PLH afirma que "não ocupa e nunca ocupou" a área e que "seguiu rigorosamente" todos os acordos desde a assinatura de um contrato de arrendamento de terras em Barbuda em fevereiro de 2017.
Mas Beazer afirma, assim como muitos outros ativistas de Barbuda, que continua determinada a lutar pelo acesso ao local. 
"Se você viesse aqui algum dia e vivenciasse isso pessoalmente, entenderia de verdade por que somos tão apegados a esse pequeno pedaço de terra que temos."
A terra de Beazer é a última faixa do litoral sul de Barbuda que ainda permanece acessível aos moradores locais.
Mas, como ocorre com muitas praias em ilhas do Caribe onde os moradores não são protegidos por leis de propriedade, a área agora está sob ameaça de incorporadoras milionárias, que querem transformá-la em um refúgio exclusivo voltado apenas para turistas. 
Robert De Niro é um dos investidores por trás dos empreendimentos na costa de Barbuda
MONDADORI PORTFOLIO VIA GETTY IMAGES
Um dos investidores do setor imobiliário a poucos quilômetros do terreno de Beazer é o ator vencedor do Oscar Robert De Niro.
Ao lado do bilionário australiano James Packer, ele integra o grupo Paradise Found, responsável pelo empreendimento The Beach Club Barbuda.
O resort, que ocupa uma área de 400 acres (cerca de 1.618.742 m²) e deve ser concluído ainda este ano, incluirá o Nobu Beach Inn, hotel de luxo composto por 17 casas. Também haverá 25 residências à beira-mar.
Os moradores afirmam que já não conseguem visitar nem ver a praia onde o resort foi construído, após a construção recente de uma estrada de desvio para isolar o complexo. Segundo relatos, os preços do terrenos no Beach Club começam em US$ 7 milhões (cerca de R$ 39,6 milhões).
No site oficial, o resort é descrito como "uma rara comunidade insular em uma das últimas costas intocadas do Caribe".
O terreno de Miranda Beazer é a última faixa do litoral sul que ainda não foi adquirida por incorporadoras
Reprodução
Mas John Mussington, presidente do Conselho de Barbuda, autoridade local da ilha, argumenta que essa "comunidade" só foi possível por meio do contorno da Lei de Terras de 2007.
Para permitir a construção do Beach Club, o governo aprovou uma nova legislação, a Lei Paradise Found, em 2015. O texto determina que a lei de 2007 não se aplica ao complexo do Beach Club.
Os ativistas apresentaram uma contestação judicial que chegou até a mais alta corte de Antigua e Barbuda, o Comitê Judicial do Conselho Privado (JCPC, na sigla em inglês), no Reino Unido. Antigua e Barbuda manteve essa estrutura jurídica após conquistar sua independência do Reino Unido, em 1981.
Em 2022, o JCPC decidiu a favor do governo de Antigua e Barbuda, concluindo que "os direitos concedidos a cidadãos de Barbuda apenas em razão de sua condição como barbudanos (...) não constituem um interesse ou direito sobre a propriedade".
Em nota, a Paradise Found afirmou que o Beach Club foi "desenvolvido de acordo com as leis e os processos de aprovação de Antigua e Barbuda" e que o acesso público à praia Princess Diana, hoje parte do complexo, "permanece inalterado".
A Barbuda não é a única ilha do Caribe onde leis herdadas do período colonial estão no centro de disputas por terras.
A 1.600 km a oeste dali, outra campanha de longa duração defende maior acesso às praias para moradores na Jamaica.
Devon Taylor, presidente do Jamaica Beach Birthright Environmental Movement (Jabbem), afirma que a atual legislação fundiária do país discrimina os jamaicanos porque "ela deixa claro que não temos direitos sobre a faixa costeira nem sobre suas áreas adjacentes".
Devon Taylor afirma que o número de praias acessíveis aos moradores locais na Jamaica está diminuindo
DEVON TAYLOR
O governo da Jamaica propôs recentemente uma nova lei para ampliar o acesso dos moradores locais às praias, mas Taylor argumenta que, em vez de fortalecer os direitos fundiários dos jamaicanos, a medida impõe mais restrições sobre onde eles podem circular, ao incentivar hotéis a vender passes de acesso às praias para moradores.
"Vocês estão vendendo de volta o acesso às pessoas", afirma. Segundo ele, a proposta representa um retorno a uma espécie de "lógica colonial".
O governo jamaicano não respondeu ao pedido de entrevista da BBC.
Segundo a Jabbem, menos de 1% do litoral da Jamaica continua livremente acessível à população local. Ao lado de outros grupos comunitários, a organização trava atualmente cinco disputas judiciais separadas contra o governo jamaicano e incorporadoras privadas relacionadas ao acesso às praias pelos moradores.
Mais de 1.000 quilômetros a oeste de Barbuda, a Jamaica também enfrenta disputas pelo acesso às praias
Reprodução
À medida que os turistas passam a buscar destinos menos conhecidos, ilhas menores do Caribe, como Granada, também vêm enfrentando disputas judiciais.
Kriss Davies, presidente do grupo ativista Grenada Land Actors, teme que, com o aumento da demanda, a chegada de mais grandes resorts faça Granada perder o charme que a torna única tanto para moradores quanto para turistas.
Segundo o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), o Caribe "é a região mais dependente do turismo no mundo". Entre todos os turistas que visitam a região, cerca de metade são americanos.
Ativistas locais em Barbuda afirmam que estão perdendo o acesso às praias da ilha
BLRRC
Para governos de toda a região, o crescimento contínuo do setor representa um caminho atraente para o desenvolvimento econômico.
Mas, como afirma Taylor, "viajar nunca é neutro: carrega um peso econômico e moral".
"Esses empreendimentos frequentemente expulsam moradores de litorais ancestrais, restringem o acesso público às praias e desviam riqueza justamente das pessoas cuja cultura sustenta a experiência turística."
Enquanto a demanda por um pedaço do paraíso continua crescendo, os defensores da terra no Caribe seguem preocupados com a possibilidade de que o turismo, em vez de trazer oportunidades, transforme de maneira irreversível o lugar que chamam de lar.]]&gt;</description>
      <linknoticia>&lt;![CDATA[https://g1.globo.com/turismo-e-viagem/noticia/2026/05/22/as-praias-paradisiacas-para-turistas-onde-o-acesso-de-moradores-e-restrito.ghtml]]&gt;</linknoticia>
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      <title>&lt;![CDATA[Justiça da Espanha derruba medida do governo contra proliferação de imóveis turísticos]]&gt;</title>
      <description>&lt;![CDATA[Moradores de Barcelona molham turistas em protesto contra turismo excessivo
A Justiça espanhola anulou, nesta quinta-feira (21), uma das medidas implementadas pelo governo de esquerda para combater a proliferação de imóveis turísticos, que consistia em um registro dessas propriedades criado em 2025. 
O tribunal decidiu que a medida infringia as prerrogativas das regiões, que têm jurisdição sobre assuntos turísticos, e que o Estado não tem autoridade "para estabelecer regulamentos abrangentes para um registro nacional que se sobreponha aos registros regionais existentes".
A decisão representa um duro golpe para o governo do primeiro-ministro socialista Pedro Sánchez, que busca regular o mercado de alojamento turístico, acusado de impulsionar o aumento vertiginoso dos aluguéis nas principais cidades e de reduzir o número de habitações disponíveis para os moradores. 
O registro nacional estipulava que todos os imóveis destinados a aluguel por temporada, especialmente em plataformas como Airbnb e Booking.com, deveriam possuir um número de registro, essencial para anunciá-los para locação e que ele deveria ser renovado anualmente.
Cúpula Chulavista em Cantabria, Espanha
Divulgação / Airbnb
Um recurso apresentado em maio do ano passado pelas autoridades da região de Valência, alguns meses após o anúncio da medida, levaram à determinação do Supremo.  
Valência, assim como a Andaluzia, é uma das regiões da Espanha que são governadas pela oposição ao governo, por partidos de direita. 
Apesar da decisão, o Supremo Tribunal manteve a obrigação das plataformas de aluguel online de "transmitir dados para fins estatísticos" sobre imóveis alugados - apenas sem a necessidade de passar por um sistema centralizado. 
A Espanha, o segundo destino turístico mais popular do mundo, recebeu um número recorde de 97 milhões de turistas no ano passado.]]&gt;</description>
      <linknoticia>&lt;![CDATA[https://g1.globo.com/turismo-e-viagem/noticia/2026/05/21/justica-da-espanha-derruba-medida-do-governo-contra-proliferacao-de-imoveis-turisticos.ghtml]]&gt;</linknoticia>
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