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    <title>Globo</title>
    <description>Globo - PR - Norte e Noroeste</description>
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      <title>&lt;![CDATA[Após confusão causada por montagem de Bolsonaro agredindo jogador do Paraguai, painéis na fronteira com o Brasil são desativados]]&gt;</title>
      <description>&lt;![CDATA[Após polêmica com montagem de Bolsonaro, Paraguai desativa painéis publicitários
Os três telões de Cidade do Leste, na fronteira do Paraguai com o Brasil, que exibiram uma montagem do ex-presidente Jair Bolsonaro agredindo o jogador paraguaio Gustavo Gómez apareceram desligados neste sábado (30). 
Após a repercussão do caso, o Ministério de Obras Públicas e Comunicações (MOPC) anunciou a retirada de painéis publicitários considerados irregulares instalados às margens de rodovias do país.
A medida foi divulgada depois de o presidente do Paraguai, Santiago Peña, afirmar nas redes sociais que havia determinado a retirada dos telões envolvidos na exibição da imagem.
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Em comunicado, o MOPC informou que não autoriza a instalação de cartazes e painéis publicitários na faixa de domínio das rodovias, área sob responsabilidade do Estado. O ministério citou a Lei nº 5.016/2014, que proíbe estruturas capazes de comprometer a visibilidade dos motoristas ou representar risco à segurança viária.
Segundo a pasta, cartazes, pórticos e outras instalações consideradas irregulares são retirados imediatamente. O órgão também afirmou que mantém processos administrativos e ações judiciais para remover estruturas instaladas em desacordo com a legislação e que, em alguns casos, decisões judiciais atrasam a execução das medidas.
O g1 entrou em contato com as empresas responsáveis pelos telões para comentar a situação dos painéis após a determinação do governo paraguaio. Não houve resposta até a última atualização desta reportagem.
Na sexta-feira, as empresas haviam alegado que a exibição das montagens com a imagem do ex-presidente brasileiro se deviam a uma invasão hacker aos sistemas.
Navegue nesta reportagem para entender os desdobramentos do caso:
Imagem foi exibida em três telões 
O que disseram as empresas donas dos telões
Prefeitura abriu denúncia
Presidente ordenou retirada de painéis
Imagem foi exibida em três telões 
Montagem de Bolsonaro agredindo jogador paraguaio gera confusão
As imagens mostraram, por cerca de uma hora e em pelo menos três painéis, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ao lado de provocações políticas e futebolísticas contra o Paraguai, incluindo uma cena em que ele aparece agredindo o jogador Gustavo Gómez.
A montagem dizia que o "Brasil mandou e desmandou no campo e na política", acompanhada da imagem do político sentado nas costas do jogador, puxando-o pelos cabelos. No canto inferior da montagem, havia a provocação "o Hexa é nosso".
Revoltados, moradores destruíram um dos telões, nesta sexta-feira. Segundo relatório do Departamento de Segurança Turística do Paraguai, equipes policiais acompanharam a confusão para evitar confrontos e preservar a segurança no local. Veja:
Montagem foi produto de uma invasão hacker
Reprodução/ Rede Sociais
Moradores destruíram telão
Reprodução/ Rede Sociais
O que disseram as empresas donas dos telões
Os telões pertencem a duas empresas: Fast Print e Publimix.
A Fast Print e a Publimix alegam que os sistemas foram alvo de invasão hacker e que o conteúdo foi divulgado por meio de “manipulação não autorizada” das telas publicitárias. Em nota, disseram que estão colaborando com as autoridades competentes e com os responsáveis técnicos para esclarecer os fatos, identificar os autores e determinar as responsabilidades correspondentes.
A New Zone informou que não teve participação na divulgação do conteúdo e afirmou que solicitou esclarecimentos imediatos à empresa responsável pelos anúncios, além da retirada das imagens.
As empresas afirmaram que uma denúncia criminal foi formalizada junto à Promotoria de Crimes Cibernéticos, no Paraguai.
Neste sábado (30), o g1 procurou as empresas novamente, mas não houve resposta sobre as circunstâncias da desativação dos painéis. Até a última atualização desta reportagem, não havia informações sobre quem criou a montagem ou invadiu o sistema para exibi-la.
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Prefeitura abriu denúncia
A prefeitura de Cidade do Leste afirmou que abriu uma investigação administrativa para apurar o caso e identificar os responsáveis pela divulgação das imagens. 
No mesmo dia, em vídeo publicado nas redes sociais, informou ter formalizado uma denúncia na Fiscalía, órgão do Paraguai correspondente ao Ministério Público no Brasil.
Presidente ordenou retirada de painéis
Santiago Peña, presidente do Paraguai, usou as redes sociais para se manifestar sobre a montagem. Na publicação, afirmou ter ordenado que o Ministério de Obras Públicas e Comunicações do Paraguai retire as estruturas.
Ele também lamentou a situação e disse que "esse tipo de ação não contribui para o entendimento nem para o respeito que devem prevalecer entre os povos". 
Santiago Peña se manifestou sobre montagem exibida em telões na Cidade do Leste.
Reprodução/Redes sociais
Confira a tradução na íntegra:
"Lamentamos os cartazes ofensivos instalados em Cidade do Leste. Esse tipo de ação não contribui para o entendimento nem para o respeito que devem prevalecer entre os povos. 
O Paraguai está vivendo um dos seus melhores momentos. Cresce, atrai investimentos e avança com força rumo ao futuro. Talvez isso incomode alguns. A nós, isso motiva a continuar trabalhando para que o gigante que é o Paraguai siga crescendo e ocupando o lugar que merece. 
Ordenei ao MOPC a retirada de todas essas estruturas, assim como de qualquer outra instalação irregular que ocupe espaços públicos, no âmbito das atribuições legais que a instituição vem exercendo em diferentes pontos do país. O Paraguai seguirá em frente".
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      <linknoticia>&lt;![CDATA[https://g1.globo.com/pr/oeste-sudoeste/noticia/2026/05/30/apos-confusao-causada-por-montagem-de-bolsonaro-agredindo-jogador-do-paraguai-paineis-na-fronteira-com-o-brasil-sao-desativados.ghtml]]&gt;</linknoticia>
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      <pubdate>&lt;![CDATA[2026-05-30 19:27]]&gt;</pubdate>
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      <title>&lt;![CDATA[PDT anuncia Requião Filho como pré-candidato ao Governo do Paraná]]&gt;</title>
      <description>&lt;![CDATA[PDT anuncia Requião Filho como pré-candidato ao Governo do Paraná
O Partido Democrático Trabalhista (PDT) anunciou o deputado estadual Requião Filho como pré-candidato ao Governo do Paraná, nesta sexta-feira (29). 
No evento, realizado em Curitiba, também foi anunciada a pré-candidatura de Gleisi Hoffmann (PT) ao senado. 
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Segundo o pré-candidato Requião Filho, o governo do estado precisa "cuidar de pessoas".
 "O Paraná é de todos os paranaenses e nós queremos ver novamente o investimento em pessoas. Quando formos cuidar da educação, vamos cuidar dos educadores. Investir em segurança, vamos investir nos agentes de segurança. Vamos investir em saúde? Vamos sim, vamos investir nas pessoas. A ideia é devolver o Paraná para todos os paranaenses", diz o candidato. 
Desde novembro de 2025, o partido tem reforçado o nome do deputado estadual como possível candidato à corrida pelo Governo do Paraná. "Com histórico de firme atuação na Assembleia Legislativa, Requião Filho desponta como principal nome da oposição no Paraná e aposta na união entre Trabalhismo e forças democráticas para oferecer uma alternativa sólida ao atual grupo que governa o estado", disse o PDT à época.
Requião Filho (PDT)
Assembleia Legislativa do Paraná
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Trajetória
Maurício Thadeu de Mello e Silva, conhecido como Requião Filho, tem 45 anos e é filho do ex-senador e ex-governador do Paraná Roberto Requião. Ele é formado em Direito pelo Centro Universitário de Brasília (CEUB).
O início da carreira política foi em 2014, quando foi eleito deputado estadual pela primeira vez. Foi reeleito para o cargo em 2018 e 2022. 
Atualmente, é membro da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Paraná como terceiro secretário.
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      <linknoticia>&lt;![CDATA[https://g1.globo.com/pr/parana/eleicoes/2026/noticia/2026/05/30/pdt-anuncia-requiao-filho-como-pre-candidato-ao-governo-do-parana.ghtml]]&gt;</linknoticia>
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      <pubdate>&lt;![CDATA[2026-05-30 18:00]]&gt;</pubdate>
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      <title>&lt;![CDATA[Hotel para pets na Grande Curitiba é interditado e 46 animais são resgatados após descoberta de maus-tratos, diz secretária municipal]]&gt;</title>
      <description>&lt;![CDATA[Prefeitura de Campina Grande do Sul resgata 46 animais de hotel pet na cidade
Um hotel para pets em Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC), foi interditado nesta sexta-feira (28). A ação realizada pelo município também resgatou 46 animais.
Andreia Del Zotto, secretária municipal de Desenvolvimento Sustentável, disse em entrevista à RPC, afiliada da TV Globo no Paraná, que os bichos estavam em "situação precária e de maus-tratos". O local foi identificado como Shalon Pet Hotel. 
O g1 entrou em contato com a empresa, mas não houve retorno até a última atualização desta reportagem.  
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A protetora Adriana Biega explicou que o local passou a ser monitorado depois que a situação foi descoberta. Desde então, médicos veterinários voluntários foram ao hotel para avaliar os animais e descobriram cachorros mortos, infestação de carrapatos, abrigos sem entrada de luz e outras irregularidades.
"Foi procurada a empresa que hospedava animais para que eles colaborassem, porque os animais estavam morrendo de fome. Foram avisados dos maus-tratos", disse Adriana.
Hotel pet foi interditado pela fiscalização
Reprodução/RPC
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Após o resgate, conforme a secretária, os pets receberão atendimento veterinário.
"Estamos levando para um lar, um hotel temporário cadastrado pelo município, até as devidas providências cabíveis e legais junto à Promotoria Pública do município", a secretária afirmou.
Segundo a fiscalização, foram recolhidos 46 animais no hotel para pets
Reprodução
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      <linknoticia>&lt;![CDATA[https://g1.globo.com/pr/parana/noticia/2026/05/30/hotel-para-pets-na-grande-curitiba-e-interditado-e-46-animais-sao-resgatados-apos-descoberta-de-maus-tratos-diz-secretaria-municipal.ghtml]]&gt;</linknoticia>
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      <pubdate>&lt;![CDATA[2026-05-30 16:41]]&gt;</pubdate>
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    </item>
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      <title>&lt;![CDATA[Coletor de lixo morre após ser prensado por caminhão durante manobra em Curitiba]]&gt;</title>
      <description>&lt;![CDATA[Coletor de lixo morre após ser prensado por caminhão durante manobra em Curitiba
Crystopher Guilherme Matos de Souza, coletor de lixo de 28 anos, morreu após ser prensado contra um muro por um caminhão de coleta durante uma manobra no bairro Cajuru, em Curitiba. O acidente aconteceu na manhã deste sábado (30). 
Segundo a Polícia Militar (PM), três coletores participavam da operação quando o motorista pediu que a vítima orientasse uma manobra para posicionar o caminhão de frente para a saída da via. Durante o procedimento, o veículo se movimentou em marcha à ré e atingiu o trabalhador.
Segundo o relato do motorista aos policiais, ao tentar engatar a marcha, o sistema de freios não respondeu. Como havia um declive no local, o caminhão acabou se deslocando e prensando o coletor contra um muro.
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Ainda de acordo com a polícia, o motorista do veículo afirmou que havia registrado um pedido de manutenção dos freios um dia antes do acidente.
Coletor morreu no local
RPC
A vítima sofreu ferimentos graves. Equipes do Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (Siate) foram acionadas e chegaram a prestar atendimento no local. O trabalhador ainda apresentava sinais vitais, mas morreu dentro da ambulância. O óbito foi confirmado pelo médico da ocorrência.
O motorista realizou o teste do bafômetro, que apontou resultado negativo para consumo de álcool.
Em nota, a empresa Cavo lamentou a morte do trabalhador e informou que está prestando apoio à família. A empresa afirmou ainda que colabora com as autoridades na apuração das circunstâncias do acidente.
Sobre o relato do motorista de que havia solicitado manutenção dos freios, a empresa informou que o tema faz parte da investigação e será analisado pelos órgãos responsáveis.
A Prefeitura de Curitiba também lamentou a morte do coletor e informou que acompanhará a apuração do caso junto à empresa responsável pelo serviço.
A Polícia Civil do Paraná (PC-PR) informou que irá instaurar inquérito para apurar as circunstâncias. A equipe policial está fazendo levantamentos preliminares de informações e solicitou a produção de laudos periciais referentes ao caso.
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Pedido de manutenção
Durante o atendimento da ocorrência, o motorista informou à Polícia Militar que havia aberto uma ordem de serviço para manutenção dos freios do caminhão na sexta-feira (29), um dia antes do acidente.
Segundo o sargento Zaqueu David da Silva, o condutor relatou que o pedido foi registrado formalmente no sistema interno da empresa. No entanto, ele não soube informar aos policiais se a solicitação havia recebido algum retorno ou se o veículo passou por avaliação mecânica antes de voltar à operação.
A informação será investigada pela Delegacia de Delitos de Trânsito, responsável pelo caso.
Caminhão será periciado
A Polícia Científica realizou os primeiros levantamentos no local e fará uma análise detalhada do caminhão. O objetivo é verificar se havia falhas mecânicas, especialmente no sistema de freios, que possam ter contribuído para o acidente.
Após a perícia inicial, o veículo foi rebocado para o pátio da empresa e permanecerá isolado. Uma nova perícia está prevista para a próxima semana. Até a conclusão dos exames, o caminhão não poderá ser utilizado.
O motorista será ouvido pela Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Saúde, que conduz a investigação.
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      <linknoticia>&lt;![CDATA[https://g1.globo.com/pr/parana/noticia/2026/05/30/coletor-de-lixo-morre-em-curitiba.ghtml]]&gt;</linknoticia>
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      <pubdate>&lt;![CDATA[2026-05-30 12:11]]&gt;</pubdate>
      <datahora>&lt;![CDATA[30/05/2026 21:58:09]]&gt;</datahora>
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      <title>&lt;![CDATA[Técnico de enfermagem condenado por abusar de pacientes no Paraná terá que pagar quase R$ 500 mil por danos morais]]&gt;</title>
      <description>&lt;![CDATA[Técnico de enfermagem é condenado a pagar quase R$ 500 mil por danos morais
O técnico de enfermagem Wesley da Silva Ferreira, condenado por abusar sexualmente de pacientes em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Curitiba, terá que pagar quase R$ 500 mil por danos morais coletivos. A decisão foi tomada pela 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR), após recurso apresentado pelo Ministério Público.
Wesley está preso desde outubro de 2024. A RPC, afiliada da TV Globo no Paraná, procurou a defesa dele, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.
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Wesley foi condenado anteriormente a mais de 44 anos de prisão em regime fechado pelos crimes cometidos contra pacientes sedados. A sentença também determinou o pagamento de indenização individual equivalente a 50 salários mínimos para cada uma das seis vítimas identificadas no processo.
No entanto, a condenação por danos morais coletivos havia sido negada em primeira instância. O Ministério Público recorreu da decisão e teve o pedido acolhido por unanimidade pelos desembargadores.
À polícia, técnico de enermagem disse ter cometido abuso contra pelo menos cinco vítima
Reprodução
Segundo o MP, os crimes ultrapassaram os danos causados às vítimas e atingiram a confiança da população no sistema de saúde. Por isso, a Justiça entendeu que também houve prejuízo coletivo.
O valor da indenização será destinado a um fundo público voltado à reparação de danos coletivos. Os recursos poderão ser utilizados em ações como aquisição de equipamentos de segurança para hospitais, capacitação de equipes e programas de acolhimento a vítimas de violência.
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Relembre o caso
Wesley da Silva Ferreira, técnico de enfermagem
Reprodução/RPC
Wesley da Silva Ferreira foi denunciado pelo Ministério Público por uma série de crimes cometidos contra pacientes internados em unidades de saúde de Curitiba. Entre as acusações estão estupro de vulnerável, registro não autorizado de intimidade sexual, perigo de contágio de moléstia grave, lesão corporal grave pela transmissão de Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV), além de produção e armazenamento de conteúdo pornográfico infantil.
Durante as investigações, o técnico de enfermagem confessou à Polícia Civil ter abusado de pacientes sedados e afirmou que registrava os atos em vídeos e fotografias armazenados em seu celular. Segundo ele, os abusos aconteciam na sala de estabilização da UPA, setor destinado a pacientes em estado grave.
A denúncia relata crimes cometidos entre novembro de 2023 e outubro de 2024 contra seis vítimas. O Ministério Público também apontou como vítima um ex-companheiro de Wesley, que teria contraído HIV sem saber que o técnico era portador do vírus.
O caso veio à tona após o então companheiro do acusado encontrar vídeos dos abusos no celular dele e procurar a polícia. Durante as investigações, também foram localizadas imagens registradas quando Wesley trabalhava em outro hospital da capital.
Na casa do técnico, os investigadores encontraram medicamentos desviados de unidades de saúde, incluindo substâncias de uso controlado.
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      <linknoticia>&lt;![CDATA[https://g1.globo.com/pr/parana/noticia/2026/05/30/tecnico-de-enfermagem-condenado-por-abusar-pacientes.ghtml]]&gt;</linknoticia>
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      <pubdate>&lt;![CDATA[2026-05-30 10:44]]&gt;</pubdate>
      <datahora>&lt;![CDATA[30/05/2026 21:58:09]]&gt;</datahora>
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    <item>
      <title>&lt;![CDATA[Júri absolve empresário acusado pela morte de trabalhador sem-terra há 28 anos no Paraná ]]&gt;</title>
      <description>&lt;![CDATA[Júri absolve empresário pela morte de trabalhador sem-terra
O Tribunal do Júri de Curitiba absolveu, na madrugada de sexta-feira (29), o empresário rural Marcos Menezes Prochet da acusação de matar o trabalhador sem-terra Sebastião Camargo Filho. O crime ocorreu em 1998, durante uma desocupação ilegal na Fazenda Boa Sorte, em Marilena, no Noroeste do Paraná.
Sebastião Camargo tinha 65 anos quando foi morto com um tiro na cabeça durante a retirada de cerca de 300 famílias da Fazenda Boa Sorte. Na época, a área havia sido considerada improdutiva pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e estava em processo de desapropriação para reforma agrária.
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O processo tem duração de quase três décadas. Prochet havia sido condenado em três julgamentos anteriores, realizados em 2013, 2016 e 2021. Todas as condenações, no entanto, foram anuladas após recursos apresentados pela defesa.
Camargo foi morto em 7 de fevereiro de 1998, em um conflito na Fazenda Boa Sorte, em Marilena, no noroeste do Paraná
RPC/Arquivo
Neste novo julgamento, os jurados concluíram que não foi Prochet o autor do disparo que matou Sebastião Camargo. O Ministério Público do Paraná informou que avalia a possibilidade de recorrer da decisão.
Defesa apresentou nova testemunha
Durante o julgamento, a defesa apresentou uma nova testemunha. Jair Firmino, conhecido como "Borracha", assumiu a autoria do crime e afirmou que o disparo teria sido um acidente.
Familiares acompanharam o julgamento e criticaram o resultado. Filho da vítima, Messias Camargo disse que a absolvição prolonga uma dor que acompanha a família há quase 30 anos.
“Eles falam tanto em família, mas e a minha família? Meu pai foi morto e não pôde ver os filhos crescerem nem conhecer os netos. É uma dor que carregamos há muito tempo”, afirmou.
A defesa de Marcos Menezes Prochê afirmou que a absolvição reconhece, mesmo que de forma tardia, uma profunda injustiça.
Movimentos ligados à reforma agrária também manifestaram indignação com a decisão. Integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) afirmaram que o caso simboliza a dificuldade de responsabilização por crimes cometidos em conflitos no campo.
A organização Terra de Direitos, que atuou como assistente de acusação no processo, informou que pretende buscar novas medidas em instâncias internacionais para discutir o caso.
Apesar da absolvição, a área onde ocorreu o conflito foi transformada em assentamentos rurais. Atualmente, os assentamentos Santo Ângelo e Sebastião Camargo abrigam centenas de famílias que produzem alimentos na região noroeste do Paraná.
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      <linknoticia>&lt;![CDATA[https://g1.globo.com/pr/norte-noroeste/noticia/2026/05/30/juri-absolve-empresario-acusado-pela-morte-de-trabalhador-sem-terra.ghtml]]&gt;</linknoticia>
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      <pubdate>&lt;![CDATA[2026-05-30 09:22]]&gt;</pubdate>
      <datahora>&lt;![CDATA[30/05/2026 21:58:09]]&gt;</datahora>
    </item>
    <item>
      <title>&lt;![CDATA[Estagiário do MP-PR que ofereceu defesa a acusado de violência doméstica em troca de academia grátis pode responder por três crimes]]&gt;</title>
      <description>&lt;![CDATA[Estagiário do MP é demitido após oferecer ajuda jurídica em troca de academia grátis
O estagiário de pós-graduação em Direito do Ministério Público do Paraná (MP-PR) que foi acusado de oferecer serviços jurídicos a um homem denunciado por violência doméstica em troca de isenção na mensalidade de academia foi denunciado por três crimes: corrupção passiva, violação de sigilo funcional e fraude processual.
O rapaz fazia residência técnica na Promotoria de Justiça de Pitanga, na região central do Paraná, tinha acesso à documentação sigilosa do caso e "teria se aproveitado da função para captar cliente e solicitar vantagem indevida" ao passar orientações e fazer a proposta ao dono da academia – o que, segundo o órgão, configura corrupção passiva e violação de sigilo funcional.
Ele também foi enquadrado no crime de fraude processual porque, segundo a promotoria, tentou ocultar as mensagens trocadas com o acusado. Juntos, os três crimes podem render até 16 anos de detenção, mais multa.
O rapaz atuava no MP-PR desde 7 de janeiro e a situação foi descoberta no dia 5 de março pela própria vítima de violência doméstica. O estagiário enviou as mensagens para o celular cadastrado no processo como sendo o do acusado de violência doméstica. No entanto, o aparelho havia ficado com a vítima após o divórcio. Ao ver o contato, ela denunciou o caso ao MP-PR, que demitiu o estagiário no mesmo dia.
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O nome do ex-estagiário não foi divulgado porque o processo corre em sigilo de Justiça. Segundo o MP, como a denúncia está sob análise na Justiça, ainda não há advogado de defesa constituído.
Nesta quarta-feira (27), ele foi denunciado criminalmente. 
"Em razão da gravidade concreta do fato, com grave comprometimento da confiança depositada e praticado no interior das dependências da Promotoria de Justiça, foi negado o oferecimento de acordo de não persecução penal", destaca o MP-PR.
'Vou direto ao assunto kk': Veja mensagens enviadas por estagiário do MP
Estagiário contatou acusado de violência doméstica por mensagem
Reprodução
O g1 perguntou ao MP-PR se ex-estagiário possui, ou não, registro na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), mas o órgão disse não ter conhecimento da informação.
Em nota, a subseção de Pitanga da OAB-PR  disse que "acompanha atentamente" os fatos divulgados e informa que "está ciente das circunstâncias que vêm sendo apuradas pelas autoridades competentes". 
"Considerando que os acontecimentos ainda se encontram em fase de apuração, e em respeito aos princípios constitucionais do contraditório e da ampla defesa, esta Subseção aguardará a conclusão das apurações para manifestar-se sobre o ocorrido", diz a nota.
A assessoria estadual da OAB-PR também se manifestou em nota. A entidade esclareceu que a atuação em programas de residência jurídica em órgãos públicos impõe restrições específicas ao exercício concomitante da advocacia, conforme as regras das próprias instituições e do Estatuto da OAB. 
"Eventuais condutas infracionais praticadas por profissionais inscritos na Ordem, no exercício de funções públicas ou valendo-se delas, são passíveis de responsabilização ético-disciplinar. A OAB-PR acompanha os desdobramentos do caso e adotará as medidas cabíveis no âmbito administrativo, respeitados os ritos legais e o sigilo obrigatório dos procedimentos".
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O que dizem as mensagens
Na troca de mensagens, o estagiário disse que estava "apertado nas contas" e que a mãe é advogada e aceitou acompanhar o processo.
"Na intenção de captar o possível cliente para o escritório da mãe, ele teria dado a entender que sua posição dentro da Promotoria de Justiça seria benéfica ao acusado, com grande possibilidade de sucesso no desenrolar do processo", afirma o MP-PR.
Os prints mostram que o rapaz também chegou a orientar o acusado de violência doméstica a contratar um advogado particular, ao invés de esperar por um dativo (profissional nomeado por um juiz) - e disse que viu no processo que a vítima não tinha provas da violência.
"Sugiro que você pegue um advogado particular mesmo, pelo que vi nos autos não tem provas nenhuma do que ela alega, e se você provar que ela está descumprindo as medidas é absolvição na certa", escreveu ele. 
Veja, abaixo, a transcrição das mensagens enviadas pelo estagiário da promotoria ao acusado de violência doméstica, que é dono de uma academia:
"Boa tarde, mestre, tudo bem? Bom, vou direto ao assunto kk, o caso do senhor veio parar aqui na promotoria que eu trabalho, e uma funcionária acabou comentando que o senhor iria pegar uma advogada dativa para acompanhar o processo.
A minha mãe é advogada e eu gostaria de te fazer uma proposta. Esse mês meu carro estragou (só não explodiu porque Deus não quis) e estou bem apertado nas contas kk Conversei com ela e ela aceitou acompanhar seu processo, e a forma de pagamento seriam as nossas mensalidades do treino (minha e da [censurado]). Acredito que dessa forma fique bom para nós dois, caso você aceite.
Não sei se a sua opção por advogado dativo foi por conta do financeiro… se não foi, eu sugiro que você pegue um advogado particular mesmo, pelo que vi nos autos não tem provas nenhuma do que ela alega, e se você provar que ela está descumprindo as medidas é absolvição na certa kk 
Desculpe falar de um assunto particular assim por mensagem, não comentei nada com a [censurado], mas imagino que te ajudaria”.
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      <linknoticia>&lt;![CDATA[https://g1.globo.com/pr/campos-gerais-sul/noticia/2026/05/30/estagiario-do-mp-pr-que-ofereceu-defesa-a-acusado-de-violencia-domestica-em-troca-de-academia-gratis-pode-responder-por-tres-crimes.ghtml]]&gt;</linknoticia>
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      <title>&lt;![CDATA[Como montagem com Bolsonaro agredindo jogador Gustavo Gómez causou confusão na fronteira e fez até o presidente do Paraguai intervir]]&gt;</title>
      <description>&lt;![CDATA[Montagem de Bolsonaro agredindo jogador paraguaio gera confusão
Uma montagem exibida em telões publicitários de Cidade do Leste, na fronteira do Paraguai com o Brasil, causou revolta e confusão na sexta-feira (29). Nela, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) aparece agredindo o jogador paraguaio Gustavo Gómez, que atua no Palmeiras e foi escalado para a Copa do Mundo de 2026.
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Na sexta-feira, a imagem causou manifestação pública do presidente do Paraguai, Santiago Peña, que disse nas redes sociais que ordenou a retirada dos telões. Além disso, pessoas destruíram estruturas que exibiam a montagem nas ruas (veja no vídeo acima). 
As empresas responsáveis pelos painéis publicitários afirmam que trata-se de uma invasão hacker.
Navegue nesta reportagem para entender os desdobramentos do caso:
Imagem foi exibida em três telões 
Empresas se manifestam
Prefeitura abre denúncia
Presidente ordena retirada de painéis
Imagem foi exibida em três telões 
As imagens mostraram, por cerca de uma hora e em pelo menos três painéis, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ao lado de provocações políticas e futebolísticas contra o Paraguai, incluindo uma cena em que ele aparece agredindo o jogador Gustavo Gómez.
A montagem dizia que o "Brasil mandou e desmandou no campo e na política", acompanhada da imagem do político sentado nas costas do jogador, o puxando pelos cabelos. No canto inferior da montagem, havia a provocação "o Hexa é nosso".
Montagem foi produto de uma invasão hacker
Reprodução/ Rede Sociais
Revoltados, moradores destruíram um dos telões, nesta sexta-feira. Segundo relatório do Departamento de Segurança Turística do Paraguai, equipes policiais acompanharam a confusão para evitar confrontos e preservar a segurança no local. Veja:
Moradores destruíram telão
Reprodução/ Rede Sociais
Empresas se manifestam
Foi identificado que os telões pertencem a duas empresas: Fast Print e Publimix.
A Fast Print e a Publimix alegam que os sistemas foram alvo de invasão hacker e que o conteúdo foi divulgado por meio de “manipulação não autorizada” das telas publicitárias. Em nota, disseram que estão colaborando com as autoridades competentes e com os responsáveis técnicos para esclarecer os fatos, identificar os autores e determinar as responsabilidades correspondentes.
A New Zone informou que não teve participação na divulgação do conteúdo e afirmou que solicitou esclarecimentos imediatos à empresa responsável pelos anúncios, além da retirada das imagens.
As empresas afirmaram que uma denúncia criminal foi formalizada junto à Promotoria de Crimes Cibernéticos, no Paraguai.
Até a última atualização desta reportagem, não havia informações sobre quem criou a montagem ou invadiu o sistema para exibi-la.
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Prefeitura abre denúncia
A prefeitura de Cidade do Leste afirmou que abriu uma investigação administrativa para apurar o caso e identificar os responsáveis pela divulgação das imagens. 
No mesmo dia, em vídeo publicado nas redes sociais, informou ter formalizado uma denúncia na Fiscalía, órgão do Paraguai correspondente ao Ministério Público no Brasil.
Presidente ordena retirada de painéis
Santiago Peña, presidente do Paraguai, usou as redes sociais para se manifestar sobre a montagem. Na publicação, afirmou ter ordenado que o Ministério de Obras Públicas e Comunicações do Paraguai retire as estruturas.
Ele também lamentou a situação e disse que "esse tipo de ação não contribui para o entendimento nem para o respeito que devem prevalecer entre os povos". 
Santiago Peña se manifestou sobre montagem exibida em telões na Cidade do Leste.
Reprodução/Redes sociais
Confira a tradução na íntegra:
"Lamentamos os cartazes ofensivos instalados em Cidade do Leste. Esse tipo de ação não contribui para o entendimento nem para o respeito que devem prevalecer entre os povos. 
O Paraguai está vivendo um dos seus melhores momentos. Cresce, atrai investimentos e avança com força rumo ao futuro. Talvez isso incomode alguns. A nós, isso motiva a continuar trabalhando para que o gigante que é o Paraguai siga crescendo e ocupando o lugar que merece. 
Ordenei ao MOPC a retirada de todas essas estruturas, assim como de qualquer outra instalação irregular que ocupe espaços públicos, no âmbito das atribuições legais que a instituição vem exercendo em diferentes pontos do país. O Paraguai seguirá em frente".
VÍDEOS: Mais assistidos do g1 Paraná
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      <linknoticia>&lt;![CDATA[https://g1.globo.com/pr/oeste-sudoeste/noticia/2026/05/30/entenda-montagem-bolsonaro-gustavo-gomez-paraguai.ghtml]]&gt;</linknoticia>
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      <description>&lt;![CDATA[Montagem de Bolsonaro agredindo jogador paraguaio gera confusão
Santiago Peña, presidente do Paraguai, usou as redes sociais para se manifestar sobre a montagem exibida em telões publicitários de Cidade do Leste, na fronteira do Paraguai com o Brasil, nesta sexta-feira (29). Na publicação, disse ter ordenado a retiradas das estruturas. 
As imagens mostraram, por cerca de uma hora e em pelo menos três painéis, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ao lado de provocações políticas e futebolísticas contra o Paraguai, incluindo uma cena em que ele aparece agredindo o jogador Gustavo Gómez, que atua no Palmeiras e foi escalado para a Copa do Mundo de 2026. O conteúdo causou um confusão generalizada na fronteira. Assista acima.
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Peña lamentou a situação e disse que "esse tipo de ação não contribui para o entendimento nem para o respeito que devem prevalecer entre os povos". 
A ordem de retirada das estruturas, segundo Peña, foi encaminhada ao Ministério de Obras Públicas e Comunicações do Paraguai.
Santiago Peña se manifestou sobre montagem exibida em telões na Cidade do Leste.
Reprodução/Redes sociais
Confira a tradução na íntegra:
"Lamentamos os cartazes ofensivos instalados em Cidade do Leste. Esse tipo de ação não contribui para o entendimento nem para o respeito que devem prevalecer entre os povos. 
O Paraguai está vivendo um dos seus melhores momentos. Cresce, atrai investimentos e avança com força rumo ao futuro. Talvez isso incomode alguns. A nós, isso motiva a continuar trabalhando para que o gigante que é o Paraguai siga crescendo e ocupando o lugar que merece. 
Ordenei ao MOPC a retirada de todas essas estruturas, assim como de qualquer outra instalação irregular que ocupe espaços públicos, no âmbito das atribuições legais que a instituição vem exercendo em diferentes pontos do país. O Paraguai seguirá em frente".
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Entenda o caso
A montagem dizia que o "Brasil mandou e desmandou no campo e na política". A imagem era acompanhada da imagem de Bolsonaro sentado nas costas do jogador, o puxando pelos cabelos. No canto inferior da montagem, havia a provocação "o Hexa é nosso".
Revoltados, moradores destruíram um dos telões, nesta sexta-feira. Segundo relatório do Departamento de Segurança Turística do Paraguai, equipes policiais acompanharam a confusão para evitar confrontos e preservar a segurança no local.
Moradores destruíram telão
Reprodução/ Rede Sociais
A prefeitura de Cidade do Leste afirmou que abriu uma investigação administrativa para apurar o caso e identificar os responsáveis pela divulgação das imagens. Em nota, repudiou os anúncios e informou que também irá analisar possíveis sanções e multas contra as empresas responsáveis pelas estruturas publicitárias.
A Fast Print e a Publimix alegam que os sistemas foram alvo de invasão hacker e que o conteúdo foi divulgado por meio de “manipulação não autorizada” das telas publicitárias. Em nota, disseram que estão colaborando com as autoridades competentes e com os responsáveis técnicos para esclarecer os fatos, identificar os autores e determinar as responsabilidades correspondentes.
As imagens também apareceram em um outdoor ligado à loja New Zone. A empresa informou que não teve participação na divulgação do conteúdo e afirmou que solicitou esclarecimentos imediatos à empresa responsável pelos anúncios, além da retirada das imagens.
As empresas afirmaram que uma denúncia criminal foi formalizada junto à Promotoria de Crimes Cibernéticos no Paraguai.
Até a última atualização desta reportagem, não havia informações sobre quem criou a montagem ou invadiu o sistema para exibi-la.
VÍDEOS: Mais assistidos do g1 Paraná
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      <linknoticia>&lt;![CDATA[https://g1.globo.com/pr/oeste-sudoeste/noticia/2026/05/29/presidente-do-paraguai-fala-sobre-montagem-bolsonaro.ghtml]]&gt;</linknoticia>
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      <pubdate>&lt;![CDATA[2026-05-29 20:02]]&gt;</pubdate>
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      <title>&lt;![CDATA[Marido que jogou carro com esposa e filha em rio no Paraná matou criança para causar sofrimento à mulher, conclui MP]]&gt;</title>
      <description>&lt;![CDATA[Polícia concluí que marido jogou carro em rio de propósito
Márcio Talaska, de 39 anos, foi denunciado pelo Ministério Público (MP-PR) por feminicídio, pela morte da esposa, e vicaricídio, pela morte da filha. Neste segundo caso, foi entendido que o homem matou Maria Laura Roman Talaska, de três anos, para causar sofrimento a Iria Djanira Roman Costa Talaska, de 36. As duas morreram afogadas dentro de um carro, em Porto Rico, no Noroeste do Paraná, no dia 2 de maio. Relembre o caso.
🔎Vicaricídio é o crime cometido contra uma pessoa que está sob a guarda de uma mulher para causar sofrimento a ela. Segundo o MP e a Polícia Civil, a tipificação se encaixa no caso porque houve possibilidade de dolo: Iria poderia não ter morrido e Maria Laura, sim. 
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A denúncia foi oferecida na segunda-feira (25) pela Promotoria de Justiça de Loanda. Os crimes são os mesmos identificados no inquérito policial, que foi entregue no dia 15 de maio. 
O MP reafirmou, assim como a  investigação da delegada Iasmin Gregório concluiu, que Márcio dirigia o carro em que as vítimas estavam e jogou de propósito o veículo nas águas do Rio Paraná, provocando a morte das vítimas por afogamento.
O g1 entrou em contato com a defesa de Márcio, mas não houve retorno até a última atualização desta reportagem. Ele está preso preventivamente desde o dia 8 de maio.
A denúncia, agora, é encaminhada à Justiça, que pode, ou não, tornar Márcio réu.
Iria Djanira Roman Costa Talaska e Maria Laura Roman Talaska
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Como foram as mortes
Marido que estava com esposa e filha em carro que caiu em rio do Paraná é preso
Iria e Maria Laura foram encontradas mortas em um carro submerso que caiu no Rio Paraná, em Porto Rico, na noite do dia 2 de maio. A queda foi filmada. Assista acima.
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Com o início da investigação, foi apurado que houve um "clima de tensão" entre Iria e Márcio durante uma confraternização da família naquele dia. Isso aconteceu depois que a mulher escolheu uma música sobre traição para ser tocada. Em seguida, a família foi embora da casa. 
"Esse fato é considerado como linha de motivação do crime", afirmou a delegada no dia 15 de maio.
A princípio, Márcio mentiu no depoimento ao dizer que era Iria quem dirigia o carro e que ela se perdeu no caminho para casa. Porém, as câmeras de segurança da região confirmaram que o marido era o motorista. Veja abaixo: 
Imagem que comprova que Márcio estava dirigindo o carro, com Iria e Maria Laura como passageiras.
Polícia Civil
As apurações seguintes mostraram o trajeto realizado pelo carro, comprovando que o condutor seguiu em linha reta e acessou as ruas próximas ao rio sem desviar. No total, ele dirigiu por oito minutos antes do automóvel chegar à rampa e entrar na água. Confira:
Imagem divulgada pela Polícia Civil que mostra o trajeto feito pelo carro que caiu no Rio Paraná.
Reprodução/Google Maps
Perícia e depoimentos
À RPC, afiliada da TV Globo no Paraná, a delegada explicou à época da conclusão do inquérito que os laudos não identificaram problemas no carro que pudessem ter impossibilitado a frenagem antes do veículo cair na água. Também não há indícios de que Márcio estava perdido durante o trajeto, com base na análise das câmeras de segurança.
"Não havia um motorista desorientado, [Márcio] não perguntou qualquer tipo de orientação para sair da cidade. Então, a Polícia Civil constata que não foi um acidente, foi proposital, e ele que estaria dirigindo o veículo", Iasmin relatou.
A delegada ressaltou ainda que foi possível perceber que Márcio demorou para pedir ajuda, depois que o carro estava submerso. 
O depoimento de um pescador que estava no local e as imagens gravadas pelo sistema de segurança confirmaram que o homem saiu nadando "com uma certa habilidade", segundo Iasmin. Depois, ao ver que havia uma pessoa no flutuante, gritou: "Morreu minha mulher e minha filha".
"E eu acho que na condição humana, um pai, uma mãe tentariam salvar o filho primeiro antes de sair do veículo", a delegada considerou.
No total, 11 pessoas foram ouvidas ao longo da investigação, como familiares e amigos que estavam com o casal. 
Infográfico - Local onde carro com mãe e filha mortas foi encontrado submerso no Rio Paraná, em Porto Rico.
Arte/g1
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      <linknoticia>&lt;![CDATA[https://g1.globo.com/pr/norte-noroeste/noticia/2026/05/29/denuncia-mp-morte-mae-filha-porto-rico.ghtml]]&gt;</linknoticia>
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      <pubdate>&lt;![CDATA[2026-05-29 17:33]]&gt;</pubdate>
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