<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?>
<rss version="2.0">
  <channel>
    <title>Globo</title>
    <description>Globo - Economia</description>
    <link>#</link>
    <language>pt-br</language>
    <item>
      <title>&lt;![CDATA[Guerra no Oriente Médio: Governo prorroga medidas para combustíveis ]]&gt;</title>
      <description>&lt;![CDATA[Alta nos combustíveis impacta o bolso dos gaúchos
Reprodução/RBS TV
Para frear a alta dos combustíveis em função da guerra no Oriente Médio, o governo federal decidiu prorrogar uma série de medidas. Uma delas é uma subvenção de R$ 1,12 por litro de óleo diesel às refinarias nacionais e aos importadores do combustível, que entra em vigor nesta segunda-feira (01). 
Custeada com recursos federais, a medida substituirá duas subvenções que se encerram neste domingo (31): a que concedia subsídio de R$ 0,32 por litro de diesel desde 12 de março. E outra, criada em abril, cujo auxílio era de R$ 0,80 por litro para o diesel produzido no país e de R$ 1,20 por litro para o combustível importado, sendo metade financiada pelo governo federal e metade pelos estados e pelo Distrito Federal.
Também a partir de segunda-feira (01) passa a valer uma nova subvenção de R$ 0,35 por litro ao óleo diesel A de uso rodoviário. Na prática, o benefício substitui a desoneração de PIS/Cofins sobre o combustível, que tem o mesmo valor e perde a validade neste domingo.
Governo Federal tenta controlar preço dos combustíveis
Segundo o governo, a medida funciona como uma espécie de “cashback” para compensar a retomada da cobrança dos tributos federais sobre o diesel. Com o fim da alíquota reduzida, produtores e importadores voltarão a recolher os impostos, mas receberão uma subvenção equivalente ao valor da tributação.
A estratégia foi adotada após o Congresso Nacional não avançar na análise de um projeto de lei complementar enviado pelo Executivo em abril. A proposta autorizava o uso de receitas extraordinárias geradas pela alta do petróleo para compensar a redução de tributos sobre combustíveis.
Diante da demora na tramitação da matéria, o governo editou, em 13 de maio, uma medida provisória autorizando a concessão de subvenções econômicas a produtores e importadores de combustíveis em valor equivalente aos benefícios tributários que deixariam de vigorar. A iniciativa começou pela gasolina e agora é ampliada para o diesel.
GLP
O governo também prorrogou até 31 de julho a subvenção destinada aos produtores e importadores de gás liquefeito de petróleo (GLP), o gás de cozinha. Os recursos federais para a medida foram ampliados de R$ 330 milhões para R$ 660 milhões.
Segundo o Executivo, o montante permitirá conceder um benefício equivalente a R$ 11 por botijão de 13 quilos comercializado no período. 
Biodiesel e querosene de aviação
A desoneração dos tributos federais sobre o querosene de aviação e sobre o biodiesel também foram prorrogadas até o dia 31 de julho.]]&gt;</description>
      <linknoticia>&lt;![CDATA[https://g1.globo.com/economia/noticia/2026/05/30/para-frear-alta-dos-combustiveis-governo-prorroga-medidas-para-o-setor.ghtml]]&gt;</linknoticia>
      <linkfoto>https://s2-g1.glbimg.com/WyXXnrVYdc53RIUzE5wLImLB-zI=/1920x0/filters:format(jpeg)/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/e/0/CI83MfSIi1SykQq89phg/g1-2-.png</linkfoto>
      <pubdate>&lt;![CDATA[2026-05-30 16:21]]&gt;</pubdate>
      <datahora>&lt;![CDATA[30/05/2026 21:01:57]]&gt;</datahora>
    </item>
    <item>
      <title>&lt;![CDATA[Colômbia acusa Equador de 'interferência deliberada' na eleição presidencial em meio a disputa tarifária]]&gt;</title>
      <description>&lt;![CDATA[Gustavo Petro
REUTERS/Luisa Gonzalez
O Ministério das Relações Exteriores da Colômbia acusou neste sábado o Equador de "interferência deliberada" na eleição presidencial colombiana de domingo,  depois que o presidente do Equador concordou em suspender tarifas comerciais em uma conversa com um candidato presidencial.
✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp
O presidente do Equador, Daniel Noboa, disse na sexta-feira que seu país removeria as tarifas bilaterais em 1º de junho, depois de chegar a um acordo com o candidato presidencial colombiano de direita Abelardo De La Espriella, opositor do governo de Gustavo Petro.
Petro não pode se reeleger para um segundo mandato consecutivo. Ele apoia Iván Cepeda, de esquerda, como sucessor.
Noboa disse no X que a medida seria tomada depois de "confirmar a disposição (de De La Espriella) de promover uma luta real e conjunta contra o narcoterrorismo". Ele também disse que eles haviam concordado com a entrega de criminosos equatorianos que estão na Colômbia.
O Ministério das Relações Exteriores da Colômbia rejeita "a apresentação enganosa da decisão de remover as tarifas como uma medida de boa fé do governo equatoriano", disse a pasta em nota, embora tenha acrescentado que removeria as medidas adotadas para mitigar as tarifas do Equador.
Agora no g1
O gabinete de Noboa não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.
Os dois países estão envolvidos há meses em uma disputa comercial, com o Equador cobrando tarifas devido ao fracasso da Colômbia em combater o tráfico de drogas ao longo da fronteira de 586km entre os dois países, uma afirmação que o presidente colombiano Gustavo Petro rejeitou.
De La Espriella, um candidato independente, enfrentará o aliado de Petro, Ivan Cepeda, e a senadora de direita Paloma Valencia, entre outros, na eleição de domingo.
Abelardo de la Espriella
REUTERS/Nathalia Angarita]]&gt;</description>
      <linknoticia>&lt;![CDATA[https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/05/30/colombia-acusa-equador-de-interferencia-deliberada-na-eleicao-presidencial-em-meio-a-disputa-tarifaria.ghtml]]&gt;</linknoticia>
      <linkfoto>https://s2-g1.glbimg.com/8svlRlpPmU3mRehsEmeocMmmEJw=/2023x0/filters:format(jpeg)/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/D/e/ATORLjQAKnJib6JDJDmQ/2025-10-23t173631z-859815302-rc2thham8a7w-rtrmadp-3-colombia-politics.jpg</linkfoto>
      <pubdate>&lt;![CDATA[2026-05-30 15:37]]&gt;</pubdate>
      <datahora>&lt;![CDATA[30/05/2026 21:01:57]]&gt;</datahora>
    </item>
    <item>
      <title>&lt;![CDATA[Governo adota medida para manter abatimento no preço do diesel ]]&gt;</title>
      <description>&lt;![CDATA[O Ministério da Fazenda definiu em R$ 351,50 por metro cúbico o valor da subvenção ao diesel — uma espécie de ajuda financeira do governo para reduzir o preço do combustível. 
🔎O valor equivale a R$ 0,35 por litro e será pago a produtores e importadores do óleo diesel tipo “A”.
A medida começa a valer a partir desta segunda-feira (1º de junho) e terá validade de dois meses, podendo ser prorrogada.
A iniciativa faz parte do pacote de ações do governo para reduzir os efeitos da escalada dos preços internacionais do petróleo sobre o mercado doméstico, em meio às tensões no Oriente Médio.
Agora no g1
Impacto nas bombas
Atualmente, o diesel conta com uma desoneração de R$ 0,35 por litro em tributos federais, mas o benefício perde a validade neste domingo (31).
Segundo o governo, a medida é como um "cashback" pela reoneração dos tributos federais incidentes sobre o diesel, cuja alíquota reduzida deixará de valer amanhã. 
O cashback, assim, é no mesmo valor (R$ 0,35) para os produtores que voltarão a pagar o tributo a partir de segunda.
🔎 Porque isso importa? Com a medida de subvenção adotada agora, o Executivo busca que o impacto não chegue às bombas para o consumidor final. 
O governo chegou a encaminhar ao Congresso Nacional um projeto de lei complementar para permitir o uso de receitas extraordinárias geradas pela alta do petróleo na compensação da redução de tributos sobre combustíveis. A proposta enviada em abril, no entanto, está parada. 
Diante da demora na tramitação do projeto, o Executivo editou, em 13 de maio, uma medida provisória (MP) autorizando a concessão de subvenção econômica a produtores e importadores de combustíveis — que começou pela gasolina — em valor equivalente ao benefício tributário que deixará de vigorar.
LEIA MAIS: Governo prorroga isenção de impostos sobre combustível de aviação e biodiesel até 31 de julho]]&gt;</description>
      <linknoticia>&lt;![CDATA[https://g1.globo.com/politica/noticia/2026/05/30/governo-adota-medida-para-manter-abatimento-nos-precos-do-diesel.ghtml]]&gt;</linknoticia>
      <linkfoto>https://s2-g1.glbimg.com/0DF8JvbZYk2dFXopn_3FZQ5R65w=/1280x0/filters:format(jpeg)/https://thumbor.globoi.com/unsafe/fit-in/1280x720/s04.video.glbimg.com/deo/vi/55/20/992055</linkfoto>
      <pubdate>&lt;![CDATA[2026-05-30 12:16]]&gt;</pubdate>
      <datahora>&lt;![CDATA[30/05/2026 21:01:57]]&gt;</datahora>
    </item>
    <item>
      <title>&lt;![CDATA[Mercosul e Canadá concluem nova rodada de negociação para acordo comercial]]&gt;</title>
      <description>&lt;![CDATA[Exportações Amazonas
Foto: Bruno Leão/ Sedecti-AM
O Mercosul e o governo do Canadá concluíram nesta semana uma nova rodada de negociações visando um acordo comercial entre as partes, disseram os ministérios das Relações Exteriores, do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços e da Agricultura em nota conjunta neste sábado (30).
De acordo com o documento, após esta rodada de conversas entre negociadores do Mercosul e do Canadá, que contou com a participação do ministro de Comércio Internacional do Canadá, Maninder Sidhu, cinco capítulos de um futuro acordo avançaram para a etapa de conclusão das negociações.
"O encontro incluiu reuniões presenciais dos grupos técnicos sobre comércio de bens, serviços e serviços financeiros, entrada temporária de pessoas a negócios, regras de origem, propriedade intelectual, salvaguardas bilaterais, desenvolvimento sustentável, comércio inclusivo e temas legais e institucionais", afirma a nota.
Acordo comercial Mercosul-UE começa a valer
Nesta semana, o ministro de Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Rosa, disse que 60% do acordo comercial entre Mercosul e Canadá já está acertado e que as negociações podem ser concluídas ainda neste ano.
O fluxo de comércio entre Brasil e Canadá no ano passado foi de US$10,4 bilhões e as exportações brasileiras para o mercado canadense somaram US$7,3 bilhões, crescimento de 14,8% em relação ao ano anterior e recorde histórico, disse a nota conjunta dos ministérios.
O Canadá é o oitavo principal destino das exportações brasileiras, ainda de acordo com o comunicado das pastas.
"Destacaram-se, entre os principais produtos exportados, minérios de alumínio, níquel e cobre, açúcar, café, aeronaves, além de instalações e equipamentos de engenharia civil", afirma a nota.
O avanço ocorre em meio a expectativas de que o acordo de livre comércio entre o Mercosul — formado por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai — e o Canadá possa ser concluído ainda em 2026, segundo fontes com conhecimento das negociações. 
Há, inclusive, avaliação de que o entendimento possa ser fechado antes de setembro, caso o ritmo atual seja mantido.
Uma nova rodada de negociações já está prevista para o próximo mês, em Brasília, dando continuidade ao processo retomado no ano passado, após período de paralisação desde 2021. Interlocutores classificam o ritmo atual como “acelerado” e dizem que as conversas têm avançado de forma consistente.
Do lado canadense, o interesse em concluir o acordo ainda neste ano também tem sido sinalizado. O ministro de Comércio Internacional, Maninder Sidhu, é descrito por fontes como um dos principais defensores do avanço das tratativas, em um contexto de busca por diversificação de mercados.
Esse movimento ocorre em meio a incertezas no comércio global e à necessidade do Canadá de reduzir sua dependência dos Estados Unidos, seu principal parceiro econômico. Nesse cenário, a América do Sul, especialmente o Brasil, tem ganhado relevância estratégica.
Para o Mercosul, o acordo com o Canadá é visto como uma oportunidade de ampliar o acesso a mercados desenvolvidos e atrair investimentos, sobretudo em setores como mineração e infraestrutura. O bloco também tenta capitalizar o momento após o avanço recente do acordo com a União Europeia.
A agenda política deve contribuir para impulsionar as negociações. 
O primeiro-ministro canadense, Mark Carney, deve visitar o Brasil nos próximos meses. Embora não haja previsão de anúncio formal durante a visita, a expectativa é de que o encontro ajude a acelerar a conclusão do acordo.]]&gt;</description>
      <linknoticia>&lt;![CDATA[https://g1.globo.com/economia/noticia/2026/05/30/mercosul-e-canada-concluem-nova-rodada-de-negociacao-para-acordo-comercial.ghtml]]&gt;</linknoticia>
      <linkfoto>https://s2-g1.glbimg.com/JmhobeUh9ucRp16ybzbzqingC9I=/1200x0/filters:format(jpeg)/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/I/L/BMhpsZTUaftDGRmDE62A/pib-do-amazonas-cresce-no-4o-trimestre-de-2025-e-fecha-ano-com-alta-de-4-41-.jpg</linkfoto>
      <pubdate>&lt;![CDATA[2026-05-30 12:05]]&gt;</pubdate>
      <datahora>&lt;![CDATA[30/05/2026 21:01:57]]&gt;</datahora>
    </item>
    <item>
      <title>&lt;![CDATA[IR: Receita recebe mais de 44 milhões de declarações, diz ministro da Fazenda ]]&gt;</title>
      <description>&lt;![CDATA[A Receita Federal encerrou o prazo de entrega do Imposto de Renda 2026 com 44.498.717 declarações recebidas, informou o ministro da Fazenda, Dario Durigan, neste sábado (30). 
Em uma publicação nas redes sociais, o ministro afirmou que o resultado "reflete o compromisso do contribuinte brasileiro e o amadurecimento do sistema tributário nacional". 
Em relação ao quantitativo de pessoas que não entregaram a declaração, a Receita informou que ainda não é possível contabilizar este número.
O cálculo, ainda segundo a instituição, é resultado do" fruto de investigações pontuais realizadas ao longo do declínio de cinco anos" (leia mais abaixo). 
Imposto de Renda 2026: Receita paga 1º lote de restituição nesta sexta; veja o calendário
O que ocorre a partir de agora?
Quem é obrigado a declarar, mas não enviou o documento em tempo, agora está em dívida com o Leão.
Nesses casos, segundo a Receita Federal, o contribuinte fica sujeito ao pagamento de uma multa por atraso, calculada da seguinte forma:
Multa de 1% ao mês ou fração de atraso, calculado sobre o valor do imposto devido na declaração, ainda que integralmente pago, até um teto de 20%;
Multa mínima de R$ 165,74 (apenas para quem estava "obrigado a declarar", mesmo sem imposto a pagar).
A multa começa a contar no primeiro dia seguinte à data limite de entrega e termina sua contagem na data do envio da declaração ou, se não for entregue, na data do lançamento de ofício pela Receita.
De acordo com o Fisco, a recomendação é que o contribuinte regularize sua situação o quanto antes. A declaração em atraso poderá ser entregue somente a partir das 9h de segunda (1º).
Imposto de Renda: prazo termina na sexta-feira (29)
g1
Veja abaixo o que fazer caso você tenha perdido o prazo de entrega:
Como regularizar a situação?
O formato para entrega da declaração fora do prazo é o mesmo: o contribuinte deve reunir os mesmos documentos e comprovantes e pode enviar as informações pelos canais disponibilizados pela Receita Federal.
A diferença está na cobrança de multa. Ao transmitir a declaração em atraso, o contribuinte recebe automaticamente uma Notificação de Lançamento de Multa, acompanhada do boleto para pagamento e das orientações necessárias para a quitação do débito.
Como pagar a multa?
A multa pela entrega da declaração em atraso é inegociável e seu pagamento deve ser feito por meio da emissão do Documento de Arrecadação das Receitas Federais (Darf).
A Receita normalmente dá um prazo de até 20 dias para o pagamento da multa. Caso os débitos não sejam quitados dentro desse período, é possível a cobrança de juros de mora, calculados com base na taxa básica de juros brasileira, a Selic.
Caso o contribuinte tenha restituição a receber, a multa também poderá ser descontada desse valor, acrescido de juros.
O que acontece se eu não pagar a multa?
Os valores devidos à Receita Federal — incluindo multas, juros e impostos — podem ser considerados como dívidas e pendências fiscais.
Isso significa que o contribuinte pode ter a inclusão do débito no Cadastro Informativo de Créditos não quitados do Setor Público Federal (Cadin) e na Dívida Ativa da União. Isso pode trazer, também, uma série de restrições ao CPF, tais como:
o impedimento de emissão ou renovação de passaporte e carteira de trabalho;
a impossibilidade de realizar matrícula em instituições de ensino, bem como vedação da participação de concursos públicos;
o score de crédito pode ser impactado negativamente, dificultando ou mesmo impedindo a contratação de produtos e serviços financeiros;
protesto em cartório e negativação do nome do contribuinte, além de pagamento de custas ao cartório para regularização;
o impedimento da emissão de Certidão Negativa de Débitos Relativos a Créditos Tributários Federais e à Dívida Ativa da União (CND), requerida por exemplo para financiamento imobiliário, entre outros.
O contribuinte pode consultar sua situação na aba "Situação Fiscal" — documento que atesta a regularidade do contribuinte perante a Receita e que está disponível no e-CAC.]]&gt;</description>
      <linknoticia>&lt;![CDATA[https://g1.globo.com/economia/noticia/2026/05/30/ir-receita-recebe-mais-de-44-milhoes-de-declaracoes-diz-ministro-da-fazenda.ghtml]]&gt;</linknoticia>
      <linkfoto>https://s2-g1.glbimg.com/4vGtGu_r3UOnQ-bhpsqd7-7thEw=/1600x0/filters:format(jpeg)/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/J/b/kEzRYiTIAmqvtbAQ905g/edicao-imagens-g1-17-.jpg</linkfoto>
      <pubdate>&lt;![CDATA[2026-05-30 12:01]]&gt;</pubdate>
      <datahora>&lt;![CDATA[30/05/2026 21:01:57]]&gt;</datahora>
    </item>
    <item>
      <title>&lt;![CDATA[Real Madrid lidera ranking dos clubes mais valiosos do mundo; veja a lista da Forbes]]&gt;</title>
      <description>&lt;![CDATA[Real Madrid durante a conquista da 15ª Liga dos Campeões em 2024
Glyn KIRK / AFP
O Real Madrid continua sendo uma potência não apenas dentro de campo, mas também nas finanças. Segundo levantamento da Forbes, o clube espanhol registrou receita de US$ 1,27 bilhão (cerca de R$ 6,3 bilhões) na temporada 2024/25, o maior valor já alcançado por uma equipe esportiva desde que a publicação começou a acompanhar esses dados.
O resultado representa um crescimento de 12% em relação ao ano anterior e superou até mesmo a receita do Dallas Cowboys, da liga de futebol americano (NFL), que faturou US$ 1,23 bilhão em 2024.
Baixe o GloboPop para assistir a vídeos curtos verticais da Globo
Com isso, o Real Madrid manteve o posto de clube de futebol mais valioso do mundo pelo quinto ano seguido. 
Atualmente, a equipe é avaliada em US$ 9,5 bilhões (aproximadamente R$ 47,8 bilhões, ficando cerca de US$ 2 bilhões (R$ 10 bilhões) à frente do Barcelona, segundo colocado no ranking.
Veja abaixo os clubes mais valiosos do mundo em 2026:
Real Madrid — US$ 9,5 bilhões
Barcelona — US$ 7,5 bilhões
Manchester United — US$ 7,2 bilhões
Liverpool — US$ 6,2 bilhões
Paris Saint-Germain — US$ 5,8 bilhões
Bayern de Munique — US$ 5,7 bilhões
Manchester City — US$ 5,5 bilhões
Arsenal — US$ 5,4 bilhões
Chelsea — US$ 4,2 bilhões
Tottenham Hotspur — US$ 3 bilhões
Atlético de Madrid — US$ 2,95 bilhões
Juventus — US$ 2,4 bilhões
Borussia Dortmund — US$ 2,2 bilhões
AC Milan — US$ 1,85 bilhão
Inter de Milão — US$ 1,8 bilhão
Aston Villa — US$ 1,4 bilhão
Inter Miami — US$ 1,35 bilhão
Los Angeles FC (LAFC) — US$ 1,32 bilhão
Newcastle United — US$ 1,25 bilhão
Los Angeles Galaxy (LA Galaxy) — US$ 1,08 bilhão
New York City FC — US$ 1,02 bilhão
Atlanta United FC — US$ 1 bilhão
Benfica — US$ 960 milhões
Roma — US$ 940 milhões
Everton — US$ 930 milhões
Fulham — US$ 920 milhões
Brighton &amp; Hove Albion — US$ 910 milhões
VfB Stuttgart — US$ 880 milhões
Seattle Sounders — US$ 860 milhões
Austin FC — US$ 855 milhões
Interesse crescente dos investidores
Os números mostram que os clubes de futebol seguem ganhando valor no mercado. Atualmente, os 30 times mais valiosos do mundo têm avaliação média de US$ 2,9 bilhões, um crescimento de 21% em relação ao ranking anterior.
Entre os fatores que explicam essa valorização está o interesse crescente de investidores americanos no futebol europeu. Hoje, mais da metade dos clubes da Premier League, principal liga da Inglaterra, está sob controle de empresários ou fundos dos Estados Unidos.
A expectativa é que os clubes continuem aumentando suas receitas nos próximos anos, impulsionados por competições internacionais mais lucrativas, modernização de estádios e novos investimentos no setor.
A modernização dos estádios tem papel importante nesse processo. O Real Madrid concluiu recentemente a reforma do Santiago Bernabéu, enquanto o Everton inaugurou uma nova arena. Projetos semelhantes também estão em andamento em clubes como Barcelona, Manchester United, Roma e nas equipes de Milão.]]&gt;</description>
      <linknoticia>&lt;![CDATA[https://g1.globo.com/economia/noticia/2026/05/30/real-madrid-clubes-mais-valiosos-do-mundo-forbes.ghtml]]&gt;</linknoticia>
      <linkfoto>https://s2-g1.glbimg.com/uuHgT-NXx686k9Lq3bf9VrkraIM=/1920x0/filters:format(jpeg)/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/C/J/pe1RRBRXizuN1AEiR6cw/real.jpg</linkfoto>
      <pubdate>&lt;![CDATA[2026-05-30 09:06]]&gt;</pubdate>
      <datahora>&lt;![CDATA[30/05/2026 21:01:57]]&gt;</datahora>
    </item>
    <item>
      <title>&lt;![CDATA[Governo prorroga isenção de impostos sobre combustível de aviação e biodiesel até 31 de julho]]&gt;</title>
      <description>&lt;![CDATA[Um decreto do governo federal publicado nesta sexta-feira (29) prorrogou a isenção de impostos sobre a venda e importação de querosene de aviação (QAV) e do biodiesel até 31 de julho. 
A medida faz parte de um pacote de ações para conter a alta dos combustíveis, pressionados pela escalada do preço do petróleo em meio à guerra no Oriente Médio (entenda mais abaixo). 
O benefício — que reduz custos para companhias aéreas e produtores de combustíveis, e pode ajudar a conter repasses de preços ao consumidor — terminaria neste domingo (31).
🔎O querosene de aviação é um insumo sensível para o setor, visto que, de acordo com a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), passou a representar cerca de 45% do custo operacional das companhias aéreas após aumento anunciado pela Petrobras mês passado.
Agora no g1
Relembre o pacote para conter alta dos combustíveis
A medida prorroga uma das ações do pacote anunciado em abril. Na ocasião, o governo anunciou um conjunto de medidas para reduzir o impacto da alta do petróleo sobre os combustíveis no país.
Segundo o ministro do Planejamento, Bruno Moretti, o custo total das medidas anunciadas será de R$ 30,5 bilhões. 
Ele afirmou, no entanto, que esse valor não terá impacto nas contas públicas, porque deve ser compensado por outras receitas do governo, como a arrecadação com o óleo diesel e os royalties do petróleo — valores pagos por empresas pela exploração de petróleo.
As medidas incluem a concessão de subvenção — uma espécie de ajuda financeira do governo — para reduzir o preço de alguns combustíveis. 
Serão contemplados o diesel importado, o Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), mais conhecido como gás de cozinha, e o querosene de aviação.
LEIA MAIS: Governo publica decreto que fixa em R$ 0,44 subsídio por litro da gasolina
No Brasil, Petrobras anuncia aumento para o querosene de aviação
Jornal Nacional/ Reprodução
Entre as medidas anunciadas pelo governo estão: 
subvenção ao diesel (importado e ao produzido no Brasil);
isenção de impostos federais sobre o biodiesel;
subvenção ao gás de cozinha;
subvenção ao querosene da aviação; e
linhas de crédito para o setor aéreo.]]&gt;</description>
      <linknoticia>&lt;![CDATA[https://g1.globo.com/economia/noticia/2026/05/30/governo-amplia-isencao-de-impostos-sobre-combustivel-de-aviacao-e-biodiesel-ate-31-de-julho.ghtml]]&gt;</linknoticia>
      <linkfoto>https://s2-g1.glbimg.com/4aWrVCrcf5bCu2PuULLQ7xADfWw=/3840x0/filters:format(jpeg)/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/Z/e/pkXBI8TOiNHZuAyjQTvA/globo-canal-4-20260401-2000-frame-78334.jpeg</linkfoto>
      <pubdate>&lt;![CDATA[2026-05-30 08:54]]&gt;</pubdate>
      <datahora>&lt;![CDATA[30/05/2026 21:01:57]]&gt;</datahora>
    </item>
    <item>
      <title>&lt;![CDATA[Governo detalha bloqueio no Orçamento; ministérios da Defesa, Cidades e Educação lideram cortes]]&gt;</title>
      <description>&lt;![CDATA[O governo federal publicou na noite desta sexta-feira (29) o decreto que detalha o bloqueio adicional de R$ 22,1 bilhões no orçamento deste ano. 
Somando ao bloqueio anteriormente realizado, a limitação em 2026 totaliza R$ 23,7 bilhões. 
Os ministérios mais afetados pela medida são os da Defesa, das Cidades e da Educação, que concentram maior parte dos cortes.
🔎 Um bloqueio no orçamento é como um "freio de emergência" temporário nas finanças do governo. Ele acontece quando os gastos obrigatórios, como pagamento de aposentadorias, sobem mais do que o esperado. Quando isso acontece, o governo precisa reter parte do dinheiro de gastos não essenciais, como obras, para não ultrapassar o limite de gastos permitido.
Agora no g1
Veja os ministérios que mais sofreram com o bloqueio:
Defesa (R$ 4,363 bilhões);
Cidades (R$ 3,320 bilhões);
Educação (R$ 1,605 bi);
Transportes (R$ 1,500 bi);
Fazenda (R$ 1,396 bi); e
Saúde (R$ 1,002 bi).
Além dos ministérios, o bloqueio alcançou as emendas parlamentares em R$ 4,9 bilhões. 
As despesas discricionárias do Poder Executivo, aquelas destinadas ao custeio da máquina pública e a investimentos, sofreram uma contenção de R$ 18,7 bilhões.
Por outro lado, os ministérios do Trabalho e Emprego, da Previdência Social e da Justiça e Segurança Pública ficaram de fora da medida e não tiveram recursos bloqueados em seus orçamentos.
Por que os gastos foram bloqueados
O bloqueio acontece por conta do limite de gastos do arcabouço fiscal, a regra para as contas públicas aprovada em 2023. Pela norma:
a regra básica é que o crescimento dos gastos não pode superar 2,5% ao ano em termos reais, ou seja, acima da inflação do ano anterior;
o governo também não pode ampliar as despesas acima de 70% do crescimento projetado pela arrecadação;
o objetivo do arcabouço fiscal é evitar, no futuro, uma disparada da dívida pública e uma piora nos juros cobrados dos investidores na emissão de títulos públicos.
Para calcular a necessidade de bloqueio no orçamento, o governo fez uma nova estimativa das receitas e despesas que serão feitas até o fim deste ano.
Foto aérea mostra a Esplanada dos Ministérios com o Congresso ao fundo
Ana Volpe/Agência Senado]]&gt;</description>
      <linknoticia>&lt;![CDATA[https://g1.globo.com/economia/noticia/2026/05/30/governo-detalha-bloqueio-no-orcamento-ministerios-da-defesa-cidades-e-educacao-lideram-cortes.ghtml]]&gt;</linknoticia>
      <linkfoto>https://s2-g1.glbimg.com/YlwuPxPGUuifAsCu-IrWS4ciAhg=/1280x0/filters:format(jpeg)/https://s04.video.glbimg.com/x720/992055.jpg</linkfoto>
      <pubdate>&lt;![CDATA[2026-05-30 08:20]]&gt;</pubdate>
      <datahora>&lt;![CDATA[30/05/2026 21:01:57]]&gt;</datahora>
    </item>
    <item>
      <title>&lt;![CDATA[Após início de ano forte, agro pode sofrer com El Niño e alta dos fertilizantes]]&gt;</title>
      <description>&lt;![CDATA[PIB: Agropecuária cresce 2% e impulsiona alta da economia brasileira no 1º trimestre
Após começar o ano em alta, a agropecuária brasileira deve perder força nos próximos meses e entrar em trajetória de queda até 2027. O cenário é pressionado pelo risco de perdas nas colheitas por causa do El Niño e pelo aumento dos custos de produção, especialmente dos fertilizantes.
"Não se faz safra recorde em ano de El Niño", afirma o economista Felippe Serigati, pesquisador da FGV Agro.
🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
"O último El Niño de grande intensidade, semelhante ao que se espera para este ano, foi o de 2014 e 2015. Para os produtores, ele deixou uma péssima lembrança, já que o país enfrentou a maior quebra de safra de sua história", destaca Carlos Cogo, da Cogo Inteligência em Agronegócios.
O fenômeno climático, que provoca secas intensas no Centro-Norte do país e chuvas fortes no Sul, tem alta probabilidade de se formar entre junho e julho. Se confirmado, deve atrasar os plantios deste ano e reduzir as colheitas de 2027.
"O El Niño deve ser decretado a partir da primeira ou segunda semana de junho", destaca Cogo, explicando que o fenômeno ainda não foi oficialmente confirmado.
"Praticamente não existe cultivo que não seja vulnerável ao El Niño. Como o Brasil tem dimensões continentais e a produção agrícola está espalhada por todo o país, algumas regiões sofrem com secas intensas e outras com chuvas excessivas", ressalta.
🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 
Brasil vai ter 'Super El Niño? Por que cientistas estão em alerta? Entenda
El Niño e La Niña
Arte/g1
Fim da 'tempestade perfeita'
Apesar da perspectiva de retração, a agropecuária cresceu 2% nos três primeiros meses do ano, na comparação com o último trimestre de 2025, segundo o IBGE. O resultado foi impulsionado pelo aumento da produção de grãos, especialmente da soja, cuja colheita se concentra no início do ano.
O resultado veio após um ano em que o agro registrou crescimento de 12%, considerado "fora da curva". "Foi aquela tempestade perfeita: clima favorável, recorde de safra e grandes volumes de abate de animais, principalmente bovinos", diz Cogo.
"A base de comparação para este ano é elevada e o cenário atual é bastante diferente. Há ampla oferta global de grãos e estoques elevados, o que pressiona os preços das commodities. Além disso, a valorização do real frente ao dólar tende a reduzir o faturamento dos produtores em moeda brasileira, principalmente os de soja, milho, algodão e café", acrescenta.
Na pecuária, ocorre um movimento conhecido como "virada de ciclo". Após três anos de abates recordes, inclusive de fêmeas, os produtores passaram a reter vacas nas fazendas para aumentar a produção de bezerros. Trata-se de um movimento natural do setor, que se repete de tempos em tempos.
Serigati, da FGV, prevê que o PIB do agronegócio deve recuar 0,9% neste ano. Além dos fatores já citados, ele destaca que os juros elevados aumentam o endividamento dos produtores e encarecem o crédito.
"Isso leva o produtor a reduzir a área plantada ou a utilizar tecnologias menos eficientes, como fertilizantes menos concentrados, o que reduz o potencial de produtividade", destaca.
Imagem de armazenamento de grãos.
Confederação Nacional da Agricultura (CNA).
El Niño e fertilizantes
Se confirmado, o El Niño não deve afetar as colheitas deste ano, já que boa parte da safra de grãos já foi plantada. O impacto imediato tende a recair sobre os produtores rurais, que podem ser obrigados a adiar o plantio por causa de secas ou do excesso de chuvas.
"O impacto do El Niño sobre o volume colhido e sobre o PIB será sentido principalmente em 2027. Neste ano, os efeitos recaem sobre o bolso do produtor, que enfrenta gastos maiores com replantio e atrasos", afirma Serigati.
Cogo explica que o fenômeno provoca secas intensas na região do Matopiba, formada pelo Tocantins e por áreas do Maranhão, Piauí e Bahia, importante polo de produção de soja, milho e algodão.
A estiagem provocada pelo El Niño também afeta fortemente estados como Mato Grosso, maior produtor de soja do país e referência na pecuária bovina, e o Pará, que também tem forte atuação nesses setores.
"Já o excesso de chuva no Sul é muito prejudicial para o cultivo de arroz, que está concentrado no Rio Grande do Sul", diz Cogo.
Além dos riscos climáticos e do aumento do endividamento rural, os produtores brasileiros também enfrentam a alta dos preços dos fertilizantes, impulsionada pela guerra no Oriente Médio.
Serigati ressalta que os efeitos da alta dos fertilizantes sobre os preços dos alimentos devem chegar ao consumidor apenas em 2027. Isso porque as lavouras colhidas neste ano foram plantadas com adubos comprados antes do início do conflito.
No campo, porém, o aumento dos custos já é uma realidade. Isso porque os produtores estão comprando agora os fertilizantes que serão usados nos próximos ciclos de plantio.
"Caso o produtor não consiga arcar com o volume necessário de fertilizantes, ele pode aplicar uma quantidade inferior à ideal, o que reduz o potencial de produtividade da safra", diz Serigati.
Outra alternativa é reduzir a qualidade do adubo. "Em vez de utilizar fertilizantes mais concentrados, que são mais caros, muitos produtores podem optar por versões menos concentradas, o que também aumenta outros custos da produção", diz o pesquisador da FGV.
"Como os fertilizantes menos concentrados exigem a aplicação de um volume maior de produto para garantir a mesma nutrição do solo, cresce a necessidade de transporte e de operações com máquinas agrícolas, o que encarece gastos com frete e óleo diesel", conclui Serigati.]]&gt;</description>
      <linknoticia>&lt;![CDATA[https://g1.globo.com/economia/agronegocios/noticia/2026/05/30/apos-inicio-de-ano-forte-agro-pode-sofrer-com-el-nino-e-alta-dos-fertilizantes.ghtml]]&gt;</linknoticia>
      <linkfoto>https://s2-g1.glbimg.com/7bg245vz_IKDxpUSKEZS9SUxrF8=/1200x0/filters:format(jpeg)/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/b/i/VTp2qzRmSWsc1IMEUnhg/c9c95926-57bd-4a75-9488-ca164e0dcc06.jfif</linkfoto>
      <pubdate>&lt;![CDATA[2026-05-30 05:00]]&gt;</pubdate>
      <datahora>&lt;![CDATA[30/05/2026 21:01:57]]&gt;</datahora>
    </item>
    <item>
      <title>&lt;![CDATA[Nova picape de Ana Castela tem modificações que podem ser irregulares, dizem especialistas]]&gt;</title>
      <description>&lt;![CDATA[Ana Castela e sua RAM 3500 com modificações
Reprodução / Instagram
A cantora Ana Castela divulgou esta semana em suas redes sociais a customização que realizou em sua RAM 3500. A picape passou por uma oficina especializada em Luziânia (GO) e teve alterações na suspensão, conjunto de rodas e pneus, iluminação e adereços estéticos.
✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp
Em uma das postagens, um vídeo mostra a picape circulando em via pública. Algumas dessas alterações são vetadas pela legislação e outras precisam ser legalizadas junto aos órgãos de trânsito e constar no documento.
O g1 procurou especialistas para explicar os riscos dessas modificações, o que diz a legislação e quais alterações podem ser legalizadas.
Segundo Jefferson Leão Pires, da Poliszezuk Advogados, um veículo modificado dentro de propriedade privada não infringe, a princípio, a legislação. “O problema jurídico surge quando o veículo é colocado em circulação sem atender às exigências legais de segurança, documentação e regularização”, explica.
RAM 3500 modificada de Ana Castela apareceu em vídeos circulando em vias públicas
Reprodução / Instagram
O proprietário não pode fazer ou mandar fazer modificações nas características de fábrica do veículo sem prévia autorização da autoridade competente. Isso está no artigo 98 do Código Brasileiro de Trânsito (CTB).
O advogado explica que existe uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) que estabelece que as modificações permitidas dependem, conforme o caso, de autorização prévia.
Agora no g1
Também é necessária inspeção de segurança veicular, emissão de Certificado de Segurança Veicular, nota fiscal da modificação e posterior anotação no cadastro e no CRLV-e
“Portanto, a suspensão modificada, por exemplo, pode ser legalizada, mas não basta instalar o kit e circular. A alteração precisa passar pelo procedimento administrativo e técnico exigido”, diz Pires.
O próprio Contran prevê que veículos com suspensão modificada devem observar limites técnicos e que a altura livre do solo deve constar no campo de observações do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV-e).
Rodas e pneus “para fora”
RAM 3500 da cantora Ana Castela com rodas e pneus customizados
Reprodução / Instagram
Segundo Daniela Poli Vlavianos, sócia do Poli Advogados e Associados, as modificações exibidas na picape podem, em tese, configurar infrações de trânsito e irregularidades administrativas.  Dependeria da forma de instalação, regularização e efetiva circulação do veículo em vias públicas.
“No caso das rodas e pneus que ultrapassam os limites dos para-lamas, há forte indicativo de irregularidade”, diz a advogada.
A legislação brasileira exige que os pneus estejam cobertos pelos para-lamas, justamente para evitar arremesso de pedras, água, lama e detritos contra outros veículos, motociclistas e pedestres, explica a especialista.
“Quando os pneus excedem a largura da carroceria sem a devida proteção, a alteração pode ser considerada irregular e incompatível com os requisitos de segurança veicular”, diz Daniela.
No caso de alguns carros customizados com rodas mais largas, a solução é alargar os para-lamas ou instalar apliques que cobrem a parte excedente do pneu.
Para-lamas devem cobrir o conjunto de roda e pneu
Arte / g1
Luzes fora de especificação
As luzes coloridas instaladas na grade dianteira e as luzes sob o veículo ou atrás das rodas também podem configurar irregularidade, explica a advogada.
“A legislação brasileira restringe o uso de dispositivos luminosos que possam comprometer a identificação do veículo, confundir outros motoristas ou prejudicar a sinalização oficial prevista pelo sistema nacional de trânsito”, diz Daniela.
Segundo o advogado Jefferson Leão Pires, o Contran estabelece especificamente quais os equipamentos obrigatórios e as cores admitidas para o sistema de iluminação de um veículo.
RAM 3500 modificada de Ana Castela com luzes na grade e sob o veículo
Reprodução / Instagram
A lógica, de acordo com o especialista, é padronizar sinais luminosos para que os demais condutores, pedestres e agentes de trânsito compreendam rapidamente a posição, sentido, frenagem e intenção de manobra do veículo.
Nesse ponto, o CTB tem um artigo que trata de “conduzir veículo com equipamento do sistema de iluminação e sinalização alterado”, e outro artigo que descreve quando “houver equipamento ou acessório proibido, a depender da constatação feita pela fiscalização”.
Multas
Daniela explica que as infrações relacionadas à alteração irregular de característica do veículo normalmente são classificadas como graves, com aplicação de multa, pontuação na CNH e retenção do veículo para regularização.
“Dependendo da irregularidade identificada, também pode haver reprovação em vistoria, impedimento de licenciamento, apreensão administrativa de equipamentos e necessidade de retorno às condições originais’, diz.
Em situações mais graves, conta Daniela, especialmente quando houver comprometimento efetivo da segurança viária, o veículo pode ser removido até regularização. No CTB, multas graves são fixadas atualmente em R$ 195,23 e geram 5 pontos na carteira do motorista.
“O alerta ao público é que customização automotiva não é proibida por si só, mas existe uma diferença grande entre modificar um veículo para exposição, filmagem ou uso privado e colocá-lo para circular em via pública”, diz Pires.
A reportagem do g1 entrou em contato com a assessoria de imprensa da cantora Ana Castela e perguntou sobre as modificações da RAM 3550 e se elas estavam legalizadas. Até o momento as perguntas não foram respondidas.
A reportagem do g1 também entrou em contato com o Detran de Goiás, onde a picape da Ana Castela foi filmada em vias públicas. As perguntas foram a respeito da fiscalização e da situação das picapes que aparecem no vídeo. Até o momento as perguntas não foram respondidas.]]&gt;</description>
      <linknoticia>&lt;![CDATA[https://g1.globo.com/carros/noticia/2026/05/30/nova-picape-de-ana-castela-tem-modificacoes-que-podem-ser-irregulares-dizem-especialistas.ghtml]]&gt;</linknoticia>
      <linkfoto>https://s2-g1.glbimg.com/lNNw31EzhFNlFnJwnz7W4STQSFg=/3072x0/filters:format(jpeg)/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/G/w/57ao0QQlqBPk5RIThhVw/ana-castela-abre.png</linkfoto>
      <pubdate>&lt;![CDATA[2026-05-30 04:03]]&gt;</pubdate>
      <datahora>&lt;![CDATA[30/05/2026 21:01:57]]&gt;</datahora>
    </item>
  </channel>
</rss>
