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    <title>Globo</title>
    <description>Globo - Distrito Federal</description>
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    <language>pt-br</language>
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      <title>&lt;![CDATA[Celina Leão passará por procedimento após ser internada com pneumotórax em Brasília]]&gt;</title>
      <description>&lt;![CDATA[Governadora Celina Leão atualiza estado de saúde após internação em Brasília.
A governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), afirmou à TV Globo, na noite deste sábado (30), que passará por um procedimento para tratar o pneumotórax diagnosticado após ela procurar atendimento médico com dores no peito e sintomas respiratórios. 
Segundo a governadora, o tratamento exige que ela permaneça internada. Ainda não há previsão de alta.
"É um procedimento simples que tem que ir para o centro cirúrgico para tirar o ar e vou fazer isso agora às dez horas", disse Celina à TV Globo.
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Em vídeo publicado nas redes sociais (assista acima), Celina afirmou que procurou atendimento após sentir falta de ar e dores no peito. A governadora disse que está bem e agradeceu as mensagens de apoio recebidas.
Governadora do DF, Celina Leão
Reprodução/CLDF
Mais cedo, a governadora foi internada no Hospital Santa Lúcia, em Brasília. De acordo com a assessoria, ela apresentou os sintomas durante compromissos pela manhã. Como o desconforto persistiu ao longo da tarde, decidiu procurar atendimento médico.
🔍Pneumotórax é a presença de ar entre o pulmão e a parede do tórax, o que pode provocar falta de ar e dor no peito. Dependendo da gravidade, o tratamento pode incluir apenas observação médica ou procedimentos para retirada do ar acumulado.
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      <linknoticia>&lt;![CDATA[https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/2026/05/30/celina-leao-passara-por-procedimento-apos-ser-internada-com-pneumotorax-em-brasilia.ghtml]]&gt;</linknoticia>
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      <pubdate>&lt;![CDATA[2026-05-30 20:04]]&gt;</pubdate>
      <datahora>&lt;![CDATA[30/05/2026 21:03:14]]&gt;</datahora>
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    <item>
      <title>&lt;![CDATA[Celina Leão, governadora do DF, é internada em Brasília após apresentar sintomas respiratórios]]&gt;</title>
      <description>&lt;![CDATA[Governadora do DF, Celina Leão.
TV Globo
A governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), está internada no Hospital Santa Lúcia, em Brasília, após ser diagnosticada com pneumotórax neste sábado (30).
Segundo a assessoria, a governadora sentiu dores no peito durante compromissos pela manhã. À tarde, ao iniciar novas atividades, o desconforto persistiu e ela decidiu procurar atendimento médico. 
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Celina está lúcida, orientada e conversando. Até a última atualização desta reportagem, não havia previsão de alta.
🔍Pneumotórax é a presença de ar entre o pulmão e a parede do tórax, o que pode provocar falta de ar e dor no peito. Dependendo da gravidade, o tratamento pode incluir apenas observação médica ou procedimentos para retirada do ar acumulado.
Celina Leão é a nova governadora do DF
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      <linknoticia>&lt;![CDATA[https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/2026/05/30/celina-leao-governadora-do-df-e-internada-em-brasilia-apos-apresentar-sintomas-respiratorios.ghtml]]&gt;</linknoticia>
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      <pubdate>&lt;![CDATA[2026-05-30 18:30]]&gt;</pubdate>
      <datahora>&lt;![CDATA[30/05/2026 21:03:14]]&gt;</datahora>
    </item>
    <item>
      <title>&lt;![CDATA[Motociclista é encontrado com vida, mas morre durante resgate em trilha no DF]]&gt;</title>
      <description>&lt;![CDATA[Homem morre após acidente em trilha na região da Fercal, no DF
Um motociclista de 47 anos morreu após sofrer um acidente em uma trilha de difícil acesso na região da Fercal, em Sobradinho, na manhã deste sábado (30).
 Segundo o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), o motociclista caiu em uma área remota e de difícil acesso. As equipes precisaram entrar na região de mata para localizar a vítima, realizar os primeiros atendimentos e iniciar a retirada do local.
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A vítima estava consciente quando foi encontrada, mas em estado grave. No entanto, durante o deslocamento, o motociclista sofreu uma parada cardiorrespiratória.
As equipes iniciaram imediatamente as manobras de reanimação cardiopulmonar, mas o homem não resistiu. O óbito foi declarado ainda no local.
Homem morre após acidente em trilha na região da Fercal, no DF
Divulgação/CBMDF
A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) foi acionada. Os bombeiros informaram que não há detalhes sobre a dinâmica do acidente.
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      <linknoticia>&lt;![CDATA[https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/2026/05/30/motociclista-e-encontrado-com-vida-mas-morre-durante-resgate-em-trilha-no-df.ghtml]]&gt;</linknoticia>
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      <pubdate>&lt;![CDATA[2026-05-30 18:25]]&gt;</pubdate>
      <datahora>&lt;![CDATA[30/05/2026 21:03:14]]&gt;</datahora>
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    <item>
      <title>&lt;![CDATA[VÍDEOS: DF1 de sábado, 30 de maio de 2026...]]&gt;</title>
      <description>&lt;![CDATA[Veja as reportagens do telejornal com as notícias do DF.]]&gt;</description>
      <linknoticia>&lt;![CDATA[https://g1.globo.com/df/distrito-federal/videos-df1/playlist/videos-df1-de-sabado-30-de-maio-de-2026.ghtml]]&gt;</linknoticia>
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      <pubdate>&lt;![CDATA[2026-05-30 13:19]]&gt;</pubdate>
      <datahora>&lt;![CDATA[30/05/2026 21:03:14]]&gt;</datahora>
    </item>
    <item>
      <title>&lt;![CDATA[Novo diretor-presidente da CEB Ipês quer investir em tecnologia para melhor serviços de iluminação pública no DF]]&gt;</title>
      <description>&lt;![CDATA[Novo diretor-presidente da CEB Ipês quer investir em tecnologia
O novo diretor-presidente da CEB Ipês, Elie Issa El Chidiac, afirmou em entrevista à TV Globo, neste sábado (30), que pretende intensificar ações para melhorar a iluminação pública no Distrito Federal e combater problemas como o furto de cabos. 
Segundo ele, a estratégia inclui ampliação de investimentos, uso de novas tecnologias e fortalecimento das equipes de manutenção.
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Apesar da proposta, na prática, moradores de diversas cidades ainda enfrentam problemas recorrentes na iluminação pública.
Segundo dados do painel da ouvidoria do GDF, entre janeiro e 28 de maio de 2026, foram registradas 620 reclamações relacionadas à falta de iluminação pública no DF. No mesmo período de 2025, o número foi significativamente maior: 1.642 ocorrências.
Na área de iluminação pública, Chidiac disse que vai modernizar a gestão de demandas, ampliar a capacidade de resposta das equipes e adotar novas tecnologias para monitoramento e acompanhamento dos serviços.
Novo diretor-presidente da CEB Ipês, Elie Issa El Chidiac
TV Globo/Reprodução
Segundo o diretor-presidente, o problema de luz piscando nos postes é causado por oscilações de tensão na rede elétrica. Para corrigir a falha, equipes estão substituindo equipamentos inadequados, como disjuntores instalados com capacidade inferior à necessária — de 20 amperes, quando o correto seria 40 amperes.
Uso de câmeras e drones para evitar furtos de cabos
Para enfrentar os furtos de cabos e o vandalismo, Chidiac informou que está articulando parcerias com órgãos de segurança pública
TV Globo/Reprodução
Para enfrentar os furtos de cabos e o vandalismo, Chidiac informou que está articulando parcerias com órgãos de segurança pública e avalia investimentos em tecnologias de monitoramento, incluindo a instalação de câmeras nos postes e o acionamento de drones para atendimento imediato das ocorrências.
A ideia é integrar essas ferramentas a um sistema que utiliza um mapa capaz de identificar exatamente quantos pontos de luz estão apagados no DF. 
Com isso, a expectativa é aumentar a assertividade das equipes em campo e agilizar a solução dos problemas, indicou Chidiac. 
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      <linknoticia>&lt;![CDATA[https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/2026/05/30/novo-diretor-presidente-da-ceb-ipes-quer-investir-em-tecnologia-para-melhor-servicos-de-iluminacao-publica-no-df.ghtml]]&gt;</linknoticia>
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      <pubdate>&lt;![CDATA[2026-05-30 13:08]]&gt;</pubdate>
      <datahora>&lt;![CDATA[30/05/2026 21:03:14]]&gt;</datahora>
    </item>
    <item>
      <title>&lt;![CDATA[Ciclista morre após sofrer parada cardiorrespiratória na BR-020 ]]&gt;</title>
      <description>&lt;![CDATA[Ciclista morre após sofrer parada cardiorrespiratória na BR-020
CBMDF/reprodução
Um ciclista de 51 anos morreu após sofrer uma parada cardiorrespiratória na manhã deste sábado (30), na BR-020, no trecho entre Planaltina (DF) e Formosa (GO). 
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O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) foi acionado às 7h59 e enviou três viaturas e uma aeronave de resgate para o atendimento. Antes da chegada das equipes, pessoas que passavam pelo local começaram as manobras de reanimação.
Os socorristas deram continuidade ao atendimento por cerca de 50 minutos. Foram realizadas manobras de reanimação e aplicações de choque com desfibrilador, mas o homem não respondeu. O óbito foi confirmado no local pelo médico da equipe do resgate aeromédico do CBMDF. 
A ocorrência contou com apoio da Polícia Militar de Goiás (PMGO). A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) e o Serviço de Verificação de Óbito (SVO) foram acionados. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) ficou responsável pela cena e pelo controle do tráfego na rodovia.
Agora no g1
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      <linknoticia>&lt;![CDATA[https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/2026/05/30/ciclista-morre-apos-sofrer-parada-cardiorrespiratoria-na-br-020.ghtml]]&gt;</linknoticia>
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      <pubdate>&lt;![CDATA[2026-05-30 11:42]]&gt;</pubdate>
      <datahora>&lt;![CDATA[30/05/2026 21:03:14]]&gt;</datahora>
    </item>
    <item>
      <title>&lt;![CDATA[Entenda o acordo que prevê cerca de R$ 6,6 bilhões para o BRB e como caso foi parar no STF]]&gt;</title>
      <description>&lt;![CDATA[GDF e União fecham acordo no STF para viabilizar socorro bilionário ao BRB
Após duas audiências de conciliação no Supremo Tribunal Federal (STF), o Distrito Federal e a União fecharam um acordo para viabilizar uma operação de crédito destinada a reforçar o capital do Banco de Brasília (BRB). 
A solução envolve o Fundo Garantidor de Crédito (FGC), bancos privados e contrapartidas fiscais do GDF. A negociação surgiu após o DF receber nota "C" em um indicador fiscal que impedia a obtenção de garantias da União (entenda melhor abaixo).
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O acordo foi homologado após uma semana de negociações conduzidas pelo ministro Luiz Fux. Pelo entendimento firmado, não haverá transferência de recursos federais nem aval da União. 
Em vez disso, o Governo do Distrito Federal poderá contratar uma operação de crédito junto ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC) , com garantia de um sindicato de bancos e contragarantias oferecidas pelo próprio DF.
🔎 O FGC é uma entidade privada mantida por bancos e instituições financeiras. Além de proteger depósitos em caso de quebra de bancos, o fundo poderá conceder o empréstimo previsto no acordo.
Governo e DF fecham acordo no STF para viabilizar socorro bilionário ao BRB
A operação foi desenhada para permitir um aporte de capital no BRB, banco controlado pelo Governo do Distrito Federal, que enfrenta dificuldades após prejuízos relacionados às operações malsucedidas com o Banco Master.
Mas por que um problema de um banco acabou chegando ao STF? De onde veio a necessidade de um empréstimo? Veja abaixo.
O que aconteceu com o BRB?
Miriam Leitão: BRB é o caso mais concreto de corrupção no Master
A atual crise do BRB está ligada às negociações e operações realizadas com o Banco Master. 
Em março de 2025, o banco público anunciou a intenção de comprar parte da instituição privada.
A operação previa a compra de 49% das ações ordinárias e 100% das ações preferenciais do Master, após autorização aprovada pela Câmara Legislativa do DF.
Em novembro do mesmo ano, o Banco Master passou a ser alvo da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal, que investiga um esquema de fraudes financeiras. 
As investigações avançaram e passaram a analisar também negócios realizados entre BRB e Master. 
Segundo a Polícia Federal, o banco público adquiriu ativos ligados ao Master que hoje estão sob suspeita de irregularidades.
Em abril deste ano, uma nova fase da investigação levou à prisão do ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa. 
A PF afirma que ele teria permitido negócios com o Master sem lastro e sem seguir práticas adequadas de governança. 
Por que o BRB agora precisa de dinheiro?
O Governo do Distrito Federal é o acionista controlador do BRB e, por isso, precisa garantir que o banco cumpra as regras do sistema financeiro e mantenha níveis adequados de capital.
As operações com o Banco Master fragilizaram o patrimônio do BRB e aumentaram a pressão sobre os índices de capital exigidos pelo Banco Central.
O banco distrital injetou R$ 16,7 bilhões no Master. Segundo a Polícia Federal, pelo menos R$ 12,2 bilhões dessas operações apresentam indícios de irregularidades.
O Banco Central barrou a compra do Master pelo BRB e, dias depois, definiu a liquidação extrajudicial do Master. Com isso, os ativos que seriam transferidos ao patrimônio do BRB ficaram congelados nas mãos do liquidante.
Em fevereiro deste ano, o banco apresentou ao BC um plano de capitalização para enfrentar os efeitos das perdas relacionadas ao caso Master. 
O documento é sigiloso, mas o próprio Governo do Distrito Federal informou posteriormente que o banco poderia precisar de até R$ 6,6 bilhões para solucionar o rombo patrimonial.
Desde então, o Governo do Distrito Federal passou a buscar soluções, como um empréstimo — mas havia um obstáculo: a nota baixa na Capacidade de Pagamento (Capag). 
Nota C
A Capag é um indicador criado pelo Tesouro Nacional para medir a saúde fiscal de estados e municípios. 
A nota leva em conta critérios como endividamento, liquidez e poupança corrente, que mede quanto sobra da arrecadação após o pagamento das despesas do dia a dia.
A classificação varia de A a D e é usada pela União para decidir se pode ou não atuar como garantidora em operações de crédito.
A União só pode conceder garantias para operações de crédito de entes com nota A ou B.
Na prática, a garantia da União reduz os riscos da operação e facilita a obtenção de empréstimos com condições mais favoráveis.
O Distrito Federal tinha nota B na Capag em 2023 e 2024, mas caiu para C na avaliação divulgada neste ano. Com isso, perdeu o direito de obter garantias da União para novas operações de crédito.
Sem o aval federal, a operação planejada para reforçar o capital do BRB ficou travada.
Por que o caso foi parar no STF?
Diante desse cenário, o GDF acionou o STF para tentar derrubar os efeitos da nota C e destravar a operação de crédito destinada à capitalização do BRB.
Segundo o Distrito Federal, a queda ocorreu por uma diferença de apenas 0,27 ponto percentual no indicador de poupança corrente.
O governo argumentou que a metodologia utilizada pelo Tesouro Nacional desconsiderava medidas recentes de ajuste fiscal adotadas pelo Distrito Federal.
Após o início da ação, a Advocacia-Geral da União (AGU) pediu uma audiência de conciliação. O ministro Luiz Fux conduziu duas reuniões entre representantes do GDF, da União, do Banco Central, do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) e do BRB.
O que foi decidido?
Presidente do BRB, Nelson Souza, advogado-geral da União, Flávio Roman, e governadora do DF, Celina Leão; GDF e União fecham acordo para viabilizar socorro bilionário ao BRB
TV Globo
Ao fim das negociações, Distrito Federal e União fecharam um acordo homologado pelo STF. Pelo entendimento, a União não vai transferir recursos nem atuar como avalista da operação.
Em vez disso, o acordo cria condições para que o DF contrate um empréstimo junto ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC), com garantia de um sindicato formado por grandes bancos.
Como contragarantia, o Distrito Federal oferecerá recursos do Fundo de Participação dos Estados (FPE) e do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). 
O acordo firmado no STF abriu caminho para a operação, mas o empréstimo ainda depende da análise e aprovação das instâncias internas do Fundo Garantidor de Crédito.
Além disso, o BRB precisará cumprir as condições exigidas para a contratação da operação.
Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.]]&gt;</description>
      <linknoticia>&lt;![CDATA[https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/2026/05/30/entenda-o-acordo-que-preve-cerca-de-r-66-bilhoes-para-o-brb-e-como-caso-foi-parar-no-stf.ghtml]]&gt;</linknoticia>
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      <pubdate>&lt;![CDATA[2026-05-30 02:00]]&gt;</pubdate>
      <datahora>&lt;![CDATA[30/05/2026 21:03:14]]&gt;</datahora>
    </item>
    <item>
      <title>&lt;![CDATA[Acordo do BRB não altera medidas sobre rombo do DF, diz secretário de economia; valor pode chegar a R$ 5 bilhões ]]&gt;</title>
      <description>&lt;![CDATA[O secretário de Economia do Distrito Federal, Valdivino de Oliveira
TV Globo/Reprodução
De acordo com o secretário de Economia do Distrito Federal, o acordo firmado nesta quinta-feira (28) para resolver a crise bilionária no Banco de Brasília (BRB) não vai alterar as medidas que já vinham sendo adotadas para resolver outro rombo — o dos cofres do próprio governo do DF (GDF). 
Segundo Valdivino de Oliveira, o déficit de contas atual pode chegar a R$ 5 bilhões. Em entrevista à TV Globo nesta sexta-feira (29), ele também afirmou que várias áreas do DF já começaram o ano sem orçamento para cobrir as despesas.
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Segundo o secretário, há R$ 1,9 bilhão em dívidas já contabilizadas referentes aos anos de 2023, 2024 e 2025. Além disso, o governo ainda precisa arcar com despesas feitas sem previsão orçamentária nesse período, que não foram incluídas no cálculo e somam pelo menos mais R$ 2 bilhões.
"Então a soma disso leva a déficit acumulado de R$ 4 bilhões. O TCDF [Tribunal de Contas do DF] tem apontado que são R$ 5 bilhões, mas o TCDF tem mais informações que nós não temos, principalmente em relação a despesas não empenhadas", afirmou Valdivino de Oliveira.
Só na área da mobilidade, o secretário calcula que o GDF deve às empresas de ônibus cerca de R$ 1,5 bilhões. "Mas não é só o transporte publico que tem deficiência de orçamento. Temos deficiência em muitas obras, na folha de pagamento", disse.
Solução
De acordo com Valdivino,  para ajustar as contas, o governo incluiu corte de contratos, especialmente de serviços, além da redução de gastos com shows e apoio a cultura, esporte e turismo.
A execução orçamentária também mudou. Agora, os órgãos do GDF têm que passar pelo crivo da economia para poder gastar.
O governo quer conseguir cortar R$ 2 bilhões de despesa e, por outro lado, aumentar a arrecadação em mais R$ 2 bilhões, principalmente com eficiência nas ações fiscais. 
O secretário disse que as medidas vêm trazendo resultados: superávit foi de R$ 500 milhões em abril. E ele estima o mesmo resultado positivo em maio. 
"Acredito que julho, agosto, mais tardar setembro podemos proclamar que o GDF já está adequado à Constituição Brasileira. Aí o governo fica normal", afirmou. 
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      <linknoticia>&lt;![CDATA[https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/2026/05/29/acordo-do-brb-nao-altera-medidas-sobre-rombo-do-df-diz-secretario-de-economia-valor-pode-chegar-a-r-5-bilhoes.ghtml]]&gt;</linknoticia>
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      <pubdate>&lt;![CDATA[2026-05-29 19:48]]&gt;</pubdate>
      <datahora>&lt;![CDATA[30/05/2026 21:03:14]]&gt;</datahora>
    </item>
    <item>
      <title>&lt;![CDATA[VÍDEOS: DF2 de sexta-feira, 29 de maio de 2026...]]&gt;</title>
      <description>&lt;![CDATA[Veja as reportagens do telejornal com as notícias do DF.]]&gt;</description>
      <linknoticia>&lt;![CDATA[https://g1.globo.com/df/distrito-federal/videos-df2/playlist/videos-df2-de-sexta-feira-29-de-maio-de-2026.ghtml]]&gt;</linknoticia>
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      <pubdate>&lt;![CDATA[2026-05-29 19:40]]&gt;</pubdate>
      <datahora>&lt;![CDATA[30/05/2026 21:03:14]]&gt;</datahora>
    </item>
    <item>
      <title>&lt;![CDATA[BRB vai divulgar balanço de 2025 até 30 de junho, diz presidente; acordo sobre crédito deve sair em semanas]]&gt;</title>
      <description>&lt;![CDATA[BRB vai divulgar balanço de 2025 até 30 de junho, diz presidente
O presidente do Banco de Brasília (BRB), Nelson Antônio de Souza, afirmou em entrevista exclusiva à TV Globo, nesta sexta-feira (29), que o acordo entre o Governo do Distrito Federal e a União, fechado no Supremo Tribunal Federal (STF), para destravar uma operação de crédito para o banco deve ser implementado nas próximas semanas. 
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Nelson Antônio de Souza afirmou que o termo de conciliação firmado entre a União, o Governo do Distrito Federal (GDF), o Banco Central e representantes do sistema financeiro resolve o principal entrave enfrentado pela instituição.
“O termo de conciliação demonstra uma união entre a União, o GDF, o Banco Central e o sistema financeiro. Para o BRB, isso é extremamente positivo, porque resolve a principal dificuldade que existia. A partir desse acordo, o banco passa a ser viável”, disse.
Ele destacou que uma das premissas do termo é a rapidez na implementação do empréstimo, diante das exigências do mercado financeiro. As tratativas, de acordo com Souza, já estão avançadas. A expectativa é de que a operação seja concluída nas próximas semanas. 
Nelson Antônio de Sousa, presidente do BRB
TV Globo/reprodução
“Falta definir as taxas de juros, que ainda estão sendo tratadas”, afirmou. O presidente do BRB ressaltou ainda a importância de apresentação de um plano de negócios que comprove a suficiência dos recursos. “É importante que o BRB apresente um plano de negócio para avaliar se esse valor é suficiente para a perenização do banco, e é isso que está sendo feito”, completou.
Nelson destacou que em relação à divulgação dos balanços de 2025, a instituição vai apresentar os balanços no dia 30 de junho. 
"A expectativa é apresentar os balanços até 30 de junho, já incorporando as operações e movimentações realizadas pelo banco ao longo do período até o momento", destaca o presidente do BRB.
Plano de capitalização 
Presidente do BRB, Nelson Souza, advogado-geral da União, Flávio Roman, e governadora do DF, Celina Leão; GDF e União fecham acordo para viabilizar socorro bilionário ao BRB
TV Globo
O plano de capitalização do BRB prevê um aporte total de R$ 8,8 bilhões. Desse montante, R$ 6,6 bilhões devem vir de um empréstimo junto ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC).
Outra parte, de cerca de R$ 1 bilhão, já foi obtido por meio da securitização da dívida do Governo do Distrito Federal (GDF).
Além disso, estão previstas outras operações que podem somar aproximadamente R$ 3 bilhões dessa securitização. Esses valores seriam o suficientes para que o Banco volte a ter solidez, segundo Nelson.
Sobre o acordo com a Quadra, o presidente do BRB explicou que a operação envolve a estruturação de um fundo de investimento em direitos creditórios (FIDC) com cerca de R$ 15 bilhões em ativos originados de transações com o Banco Master.
➡️Segundo ele, a operação não representa aporte de capital, mas geração de liquidez para o banco. 
GDF e União fecham acordo no STF para viabilizar socorro bilionário ao BRB
Desse total, entre R$ 3 e 4 bilhões correspondem às cotas seniores, que garantem liquidez imediata, enquanto cerca de R$ 11 bilhões estão em cotas subordinadas, que também têm valor e devem ser comercializadas ao longo do tempo.
"O certo é que o banco tem liquidez, que o banco sinalizou também que tem capital e isso traz credibilidade para o mercado", enfatiza o presidente do BRB.
O  plano de capitalização do BRB é uma tentativa do Governo do DF de colocar mais dinheiro e patrimônio no banco para evitar uma crise financeira maior após os prejuízos ligados ao caso do Banco Master.
O Distrito Federal pediu um empréstimo de R$ 6,6 bilhões ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC) para injetar dinheiro no BRB. O pedido de socorro foi formalizado em abril em ofício enviado ao Ministério da Fazenda.
Um acordo entre o Governo do DF e a União foi fechado no Supremo Tribunal Federal (STF) para destravar uma operação de crédito nesta quinta (28). 
Segundo termo de acordo obtido pela TV Globo, o STF deve autorizar o DF a contratar uma operação de crédito junto ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC) no valor de até 16% da Receita Corrente Líquida do Distrito Federal 
O BRB informou, em nota, que o acordo prevê uma operação com apoio do FGC, com participação de instituições financeiras e uso de recursos do próprio sistema bancário, respeitando os limites de endividamento do DF.
Pelo acordo, o empréstimo ao GDF será feito pelo FGC e terá garantia de um sindicato de bancos. Como contragarantia, o Distrito Federal oferecerá recursos do Fundo de Participação dos Estados (FPE) e do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).
O texto também prevê dispensa de limites e exigências fiscais normalmente aplicáveis a esse tipo de operação de crédito. Os recursos usados na operação não são públicos, mas pertencem às instituições financeiras que abastecem o FGC.
Ajustes no processo de aumento de capital 
Celina Leão diz que acordo no STF tira BRB de “momento grave” e prevê solução nesta semana
O Banco também informou na quarta (27), ajustes no processo de aumento de capital social da instituição.
O Conselho de Administração autorizou a realização de homologações parciais, o que permite que o capital seja validado em etapas, à medida que os valores mínimos de subscrição forem atingidos.
O banco afirmou que as homologações poderão ocorrer de forma intermediária, até o limite de R$ 8,8 bilhões, sem prejuízo das demais etapas do processo. 
Segundo o BRB, a adoção das homologações parciais busca dar mais agilidade à autorização do Banco Central, permitindo que os recursos já aportados passem a produzir efeitos no capital do banco mesmo antes do encerramento total da oferta. 
Isso significa que os acionistas, inclusive o Distrito Federal, poderão adquirir as ações e a operação será homologada sem que o processo seja encerrado. 
 O banco também prorrogou até 3 de junho de 2026 o prazo para o exercício do direito de preferência dos acionistas. Com isso, investidores ganharam mais tempo para revisar, alterar ou manter suas intenções de subscrição no processo de capitalização.
O que diz o BRB 
"O BRB informa que foi firmado acordo entre a União e o Distrito Federal, com homologação no Supremo Tribunal Federal, com o objetivo de viabilizar condições para o fortalecimento de capital do Banco, dentro das regras do sistema financeiro e dos limites legais aplicáveis. O acordo não envolve transferência de recursos, garantia ou aval da União.
A solução construída permite a realização de uma operação no âmbito do Fundo Garantidor de Créditos, com participação de instituições financeiras, para apoiar a capitalização do BRB. Essa estrutura considera limites de endividamento do Distrito Federal e será conduzida conforme a governança do fundo, com utilização de recursos do próprio sistema bancário.
O modelo prevê a organização de um conjunto de bancos que poderão atuar como garantidores da operação, com contragarantias vinculadas ao fluxo dos fundos FPM e FPE do Distrito Federal. A eventual operação ainda dependerá da análise do plano de negócios e das condições técnicas exigidas pelo Fundo Garantidor de Créditos.
A instituição destaca o papel do ministro Luiz Fux na condução do processo, ao promover as audiências de conciliação e articular o entendimento entre as partes, permitindo a construção de uma solução consensual para a operação.
Por fim, o Banco esclarece que segue operando normalmente, com pleno atendimento a clientes e parceiros, e manterá o mercado informado sobre os desdobramentos das etapas previstas no acordo, em linha com as exigências regulatórias."
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