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    <title>Globo</title>
    <description>Globo - Carros (Autoesporte.com)</description>
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    <language>pt-br</language>
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      <title>&lt;![CDATA[Nova picape de Ana Castela tem modificações que podem ser irregulares, dizem especialistas]]&gt;</title>
      <description>&lt;![CDATA[Ana Castela e sua RAM 3500 com modificações
Reprodução / Instagram
A cantora Ana Castela divulgou esta semana em suas redes sociais a customização que realizou em sua RAM 3500. A picape passou por uma oficina especializada em Luziânia (GO) e teve alterações na suspensão, conjunto de rodas e pneus, iluminação e adereços estéticos.
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Em uma das postagens, um vídeo mostra a picape circulando em via pública. Algumas dessas alterações são vetadas pela legislação e outras precisam ser legalizadas junto aos órgãos de trânsito e constar no documento.
O g1 procurou especialistas para explicar os riscos dessas modificações, o que diz a legislação e quais alterações podem ser legalizadas.
Segundo Jefferson Leão Pires, da Poliszezuk Advogados, um veículo modificado dentro de propriedade privada não infringe, a princípio, a legislação. “O problema jurídico surge quando o veículo é colocado em circulação sem atender às exigências legais de segurança, documentação e regularização”, explica.
RAM 3500 modificada de Ana Castela apareceu em vídeos circulando em vias públicas
Reprodução / Instagram
O proprietário não pode fazer ou mandar fazer modificações nas características de fábrica do veículo sem prévia autorização da autoridade competente. Isso está no artigo 98 do Código Brasileiro de Trânsito (CTB).
O advogado explica que existe uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) que estabelece que as modificações permitidas dependem, conforme o caso, de autorização prévia.
Agora no g1
Também é necessária inspeção de segurança veicular, emissão de Certificado de Segurança Veicular, nota fiscal da modificação e posterior anotação no cadastro e no CRLV-e
“Portanto, a suspensão modificada, por exemplo, pode ser legalizada, mas não basta instalar o kit e circular. A alteração precisa passar pelo procedimento administrativo e técnico exigido”, diz Pires.
O próprio Contran prevê que veículos com suspensão modificada devem observar limites técnicos e que a altura livre do solo deve constar no campo de observações do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV-e).
Rodas e pneus “para fora”
RAM 3500 da cantora Ana Castela com rodas e pneus customizados
Reprodução / Instagram
Segundo Daniela Poli Vlavianos, sócia do Poli Advogados e Associados, as modificações exibidas na picape podem, em tese, configurar infrações de trânsito e irregularidades administrativas.  Dependeria da forma de instalação, regularização e efetiva circulação do veículo em vias públicas.
“No caso das rodas e pneus que ultrapassam os limites dos para-lamas, há forte indicativo de irregularidade”, diz a advogada.
A legislação brasileira exige que os pneus estejam cobertos pelos para-lamas, justamente para evitar arremesso de pedras, água, lama e detritos contra outros veículos, motociclistas e pedestres, explica a especialista.
“Quando os pneus excedem a largura da carroceria sem a devida proteção, a alteração pode ser considerada irregular e incompatível com os requisitos de segurança veicular”, diz Daniela.
No caso de alguns carros customizados com rodas mais largas, a solução é alargar os para-lamas ou instalar apliques que cobrem a parte excedente do pneu.
Para-lamas devem cobrir o conjunto de roda e pneu
Arte / g1
Luzes fora de especificação
As luzes coloridas instaladas na grade dianteira e as luzes sob o veículo ou atrás das rodas também podem configurar irregularidade, explica a advogada.
“A legislação brasileira restringe o uso de dispositivos luminosos que possam comprometer a identificação do veículo, confundir outros motoristas ou prejudicar a sinalização oficial prevista pelo sistema nacional de trânsito”, diz Daniela.
Segundo o advogado Jefferson Leão Pires, o Contran estabelece especificamente quais os equipamentos obrigatórios e as cores admitidas para o sistema de iluminação de um veículo.
RAM 3500 modificada de Ana Castela com luzes na grade e sob o veículo
Reprodução / Instagram
A lógica, de acordo com o especialista, é padronizar sinais luminosos para que os demais condutores, pedestres e agentes de trânsito compreendam rapidamente a posição, sentido, frenagem e intenção de manobra do veículo.
Nesse ponto, o CTB tem um artigo que trata de “conduzir veículo com equipamento do sistema de iluminação e sinalização alterado”, e outro artigo que descreve quando “houver equipamento ou acessório proibido, a depender da constatação feita pela fiscalização”.
Multas
Daniela explica que as infrações relacionadas à alteração irregular de característica do veículo normalmente são classificadas como graves, com aplicação de multa, pontuação na CNH e retenção do veículo para regularização.
“Dependendo da irregularidade identificada, também pode haver reprovação em vistoria, impedimento de licenciamento, apreensão administrativa de equipamentos e necessidade de retorno às condições originais’, diz.
Em situações mais graves, conta Daniela, especialmente quando houver comprometimento efetivo da segurança viária, o veículo pode ser removido até regularização. No CTB, multas graves são fixadas atualmente em R$ 195,23 e geram 5 pontos na carteira do motorista.
“O alerta ao público é que customização automotiva não é proibida por si só, mas existe uma diferença grande entre modificar um veículo para exposição, filmagem ou uso privado e colocá-lo para circular em via pública”, diz Pires.
A reportagem do g1 entrou em contato com a assessoria de imprensa da cantora Ana Castela e perguntou sobre as modificações da RAM 3550 e se elas estavam legalizadas. Até o momento as perguntas não foram respondidas.
A reportagem do g1 também entrou em contato com o Detran de Goiás, onde a picape da Ana Castela foi filmada em vias públicas. As perguntas foram a respeito da fiscalização e da situação das picapes que aparecem no vídeo. Até o momento as perguntas não foram respondidas.]]&gt;</description>
      <linknoticia>&lt;![CDATA[https://g1.globo.com/carros/noticia/2026/05/30/nova-picape-de-ana-castela-tem-modificacoes-que-podem-ser-irregulares-dizem-especialistas.ghtml]]&gt;</linknoticia>
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      <pubdate>&lt;![CDATA[2026-05-30 04:03]]&gt;</pubdate>
      <datahora>&lt;![CDATA[30/05/2026 23:24:01]]&gt;</datahora>
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    <item>
      <title>&lt;![CDATA[VÍDEO: Chevrolet Captiva EV vai ser fabricado no Brasil, mas precisa melhorar em 5 pontos]]&gt;</title>
      <description>&lt;![CDATA[5 mudanças para o Chevrolet Captiva EV antes da produção no Brasil
A Chevrolet já confirmou que o Captiva EV vai ser fabricado na cidade de Horizonte, Ceará. Lá já é feito o Spark, outro elétrico da marca. O curioso é que os dois modelos herdam nomes de carros da Chevrolet, mas não têm nada a ver com seus antecessores.
O g1 testou o SUV elétrico, que hoje é vendido por R$ 220 mil, e aponta cinco melhorias que a Chevrolet poderia fazer antes da produção nacional.
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E se você acha que o Captiva EV não tem nenhuma relação com o Captiva lançado em 2008, você está redondamente certo.
O design com linhas agudas e para-lamas salientes até conversa com alguns carros da GM. Porém este é o Wuling Starlight S, com mudanças estéticas para ficar alinhado ao portfólio da Chevrolet.
Chevrolet Captiva EV
Divulgação / GM
O SUV tem motor elétrico dianteiro com 201 cv e torque de 31,6 kgfm. O desempenho é tímido, 0 a 100 km/h em 9,9 segundos e velocidade máxima de 150 km/h.
As baterias comportam 60 kWh e são de lítio ferro-fosfato. Pelo padrão do Inmetro, a autonomia é de 304 km. Um conjunto até básico no mercado de elétricos nos dias de hoje. Há concorrentes com preço próximo, com mais potência e autonomia.

Segurança
O pacote de segurança do Captiva é bom, como sistema de velocidade de cruzeiro adaptativo e frenagem autônoma de emergência.
O sistema de alerta e permanência em faixa poderia ser mais refinado, as reações são um pouco tardias. Porém, este é um sistema auxiliar e não uma condução autônoma. O farol alto também se ajusta para baixo automaticamente para não ofuscar ninguém.
Com as câmeras é possível ver ao redor e evitar aqueles toques que acabam com o dia do motorista. Sensor de estacionamento é só na traseira.

Sonic é melhor
A experiência dentro do Captiva EV é peculiar. Quem já testa produtos da Chevrolet está acostumado ao MyLink e à filosofia adotada pela GM. Desde o Onix, passando por Sonic e até modelos mais caros, como a Blazer EV.
Ainda que a Blazer seja muito mais sofisticada que um Sonic, existe uma lógica clara na marca envolvendo multimídia, ícones, volante, botões e até o cluster, criando uma identidade bem definida dentro da cabine.
No Captiva EV, porém, essa lógica não está presente. Isso é compreensível, já que o modelo deriva Wuling Starlight S. Portanto, faz sentido que ele apresente uma ergonomia e uma organização interna diferentes. 
Chevrolet Captiva EV
Divulgação / GM
O problema é que essa nova proposta não supera a experiência já oferecida pela GM. A multimídia atual do SUV utiliza uma lógica baseada em conteúdos retangulares organizados verticalmente, algo que lembra tablets ou até sistemas genéricos encontrados no mercado de acessórios.
Além disso, a forma como diversas funções são ajustadas não é tão intuitiva nem tão refinada quanto no sistema tradicional da Chevrolet.
Por isso, seria interessante que a GM, quando produzir o Captiva no Brasil, implemente o sistema MyLink no modelo fabricado no Ceará.
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Outro ponto que compromete a experiência é a ausência de carregador por indução. Isso obriga o uso de cabo USB atravessando o painel para conectar o celular, o que reduz a praticidade e prejudica a percepção de qualidade da cabine. Como consequência, também não há Android Auto nem Apple CarPlay sem fio.
Sem carregador por indução, a utilização prolongada de sistemas sem fio pode se tornar limitada, já que o consumo de bateria do celular tende a ser elevado em viagens mais longas.
Dessa forma, a Chevrolet precisaria fazer essas mudanças para o Captiva nacional: oferecer Android Auto e Apple CarPlay sem fio e incluir carregador por indução.
Um bônus seria colocar a opção de Wi-fi na cabine, igual ao Sonic e outros modelos da marca.
Por outro lado, há um aspecto que a GM deve preservar no Captiva brasileiro: a qualidade dos materiais internos. O modelo apresenta acabamentos no console central que, em alguns pontos, superam materiais plásticos encontrados até mesmo na Blazer, que pertence a uma categoria superior e possui projeto Chevrolet próprio.
Ao buscar fornecedores locais para a produção nacional, a GM deveria manter o padrão de qualidade e a escolha cuidadosa dos materiais já presentes no Captiva, preservando um dos principais pontos positivos da cabine. E também manter o teto solar panorâmico.

Minimalismo ≠ minimizar
Ao volante, o Chevrolet Captiva apresenta pontos positivos, mas também aspectos que poderiam evoluir.
Do ponto de vista de ergonomia e acesso às informações, existe uma percepção que não se limita apenas ao produto da Chevrolet, mas a vários veículos novos: o conceito de minimalismo em algumas cabines está sendo confundido com simplesmente minimizar elementos, e são propostas bastante diferentes.
Minimalismo significa oferecer informações importantes (como nível de bateria, potência, velocidade e autonomia) de maneira clara, objetiva e facilmente compreensível em uma rápida olhada. Transmitir informação com eficiência, sem excessos.
Chevrolet Captiva EV
Divulgação / GM
Por outro lado, “minimizar” é reduzir demais esses elementos, como ocorre ao utilizar um cluster muito pequeno, que até pode parecer discreto, mas compromete a leitura e pode até transmitir, de forma subconsciente, uma sensação de economia excessiva ou de produto mais barato.
Essa percepção se torna ainda mais evidente quando modelos de segmentos inferiores já oferecem telas maiores e visualmente mais adequadas.
Por isso, para o Captiva produzido no Brasil, a Chevrolet poderia rever o tamanho desse cluster e adotar uma filosofia mais alinhada ao padrão já conhecido da marca, tanto em multimídia quanto em apresentação de informações. Isso tornaria a experiência de condução mais agradável e reforçaria a sensação de qualidade.
Menos adrenalina
Em relação à direção, o acerto é anestesiado. No cenário atual, porém, exigir de carros elétricos sensações de condução mais refinadas ou esportivas é falar para um público bastante específico.
Consumidores que buscam veículos elétricos normalmente priorizam eficiência energética, autonomia e desempenho equivalente a motores turbo a combustão, sem necessariamente esperar direção afiada ou comportamento dinâmico mais envolvente.
Para quem busca essa experiência ao volante, ainda existem opções como o Volkswagen Tiguan, que, embora não seja híbrido nem elétrico, entrega uma proposta mais dinâmica, com suspensão refinada e direção mais precisa, ainda que por um preço elevado. Já no caso do Captiva, sua proposta está claramente voltada para outro perfil de consumidor.
Portanto, os cinco pontos a melhorar são:
Sistema multimídia com MyLink
Conexão de Android Auto e Apple Car Play sem fio
Carregadores por indução para celular
Cluster de instrumentos maior
Ar-condicionado de 2 zonas
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Ao gosto do brasileiro
Dentro desse contexto, um aspecto positivo é que, mesmo sendo um produto de origem chinesa, o acerto de suspensão desenvolvido para o Brasil é competente. Apesar das rodas grandes, o carro não transmite em excesso as imperfeições do asfalto para a cabine, evitando desconforto exagerado.
Outro destaque importante está na calibração do conjunto elétrico para o uso diário. Diversas marcas ainda enfrentam dificuldades no ajuste entre acelerador, frenagem regenerativa e resposta inicial do pedal, o que muitas vezes gera aquela sensação desconfortável que algumas pessoas associam erroneamente aos carros elétricos.
No Captiva, esse ajuste foi bem executado. A transição entre aceleração, desaceleração e frenagem ocorre de forma natural, aproximando a experiência daquilo que motoristas estão acostumados a sentir em veículos a combustão. Em poucos segundos ao volante, a condução se mostra previsível, confortável e sem os solavancos comuns em calibrações mal resolvidas.
Nesse ponto, a Chevrolet acertou e, para o modelo nacional, deve manter essa configuração, preservando uma das qualidades mais relevantes da experiência do Captiva.
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      <linknoticia>&lt;![CDATA[https://g1.globo.com/carros/noticia/2026/05/30/video-chevrolet-captiva-ev-vai-ser-fabricado-no-brasil-mas-precisa-melhorar-em-5-pontos.ghtml]]&gt;</linknoticia>
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      <pubdate>&lt;![CDATA[2026-05-30 04:01]]&gt;</pubdate>
      <datahora>&lt;![CDATA[30/05/2026 23:24:01]]&gt;</datahora>
    </item>
    <item>
      <title>&lt;![CDATA[Nova fábrica da Toyota em Sorocaba vai produzir o Corolla a partir de novembro]]&gt;</title>
      <description>&lt;![CDATA[Planta de Sorocaba da Toyota com a linha do Corolla Cross
divulgação/Toyota
A Toyota anunciou nesta sexta-feira (29) que a fábrica de Sorocaba (SP) será inaugurada em novembro deste ano. A unidade será a segunda da montadora na cidade e ficará responsável pela produção de novos carros e de modelos com tecnologia híbrida.
A inauguração faz parte do plano de investimentos de R$ 11 bilhões da Toyota no Brasil, previsto para ser executado até 2030. De acordo com a empresa, o início das atividades da nova fábrica deve gerar cerca de 2.000 empregos.
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Na nova planta será produzido o Toyota Corolla sedã, atualmente fabricado em Indaiatuba (SP). A montadora opera nessa cidade desde 1998, com foco no modelo, tanto nas versões tradicionais quanto nas opções híbridas, que começaram a ser produzidas em 2019.
No Brasil, a Toyota fabrica apenas os modelos Corolla sedã, Corolla Cross e Yaris Cross. Os demais veículos vendidos pela marca no país, como a picape Hilux e o SUV SW4, são importados.
No comunicado, a Toyota prometeu lançar novos carros, mas não informou quais serão os modelos nem em que categorias eles se enquadram. Hoje, a marca oferece esportivos como o GR Yaris e o GR Corolla, o sedã Corolla, SUVs como RAV4, SW4 e Yaris Cross, além da picape Hilux e dos veículos comerciais Hiace.
Inauguração ocorrerá um ano após desastre na região
Temporal destelha fábrica de motores e carro capotado durante temporal em Porto Feliz
A inauguração da fábrica de Sorocaba ocorrerá 14 meses após um forte temporal atingir a fábrica de motores da Toyota em Porto Feliz (SP), a cerca de 35 km de Sorocaba.
Segundo a Defesa Civil, a cidade registrou rajadas de vento de até 90 km/h em 22 de setembro de 2025, o que provocou o arrancamento do telhado da fábrica.
Ainda de acordo com a Defesa Civil, Porto Feliz foi atingida por uma microexplosão — fenômeno em que ventos muito fortes descem rapidamente da nuvem de chuva em direção ao solo. Ao todo, 30 funcionários ficaram feridos, e a operação da fábrica foi totalmente interrompida.
As unidades de Sorocaba e Indaiatuba também foram afetadas, o que acabou atrasando o lançamento do Yaris Cross.]]&gt;</description>
      <linknoticia>&lt;![CDATA[https://g1.globo.com/carros/noticia/2026/05/29/toyota-vai-inaugurar-segunda-fabrica-em-sorocaba-para-produzir-o-corolla-seda.ghtml]]&gt;</linknoticia>
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      <pubdate>&lt;![CDATA[2026-05-29 19:20]]&gt;</pubdate>
      <datahora>&lt;![CDATA[30/05/2026 23:24:01]]&gt;</datahora>
    </item>
    <item>
      <title>&lt;![CDATA[Linha de crédito com juros mais baratos para compra de caminhões e ônibus pode ser buscada nos bancos]]&gt;</title>
      <description>&lt;![CDATA[O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) informou que a linha de crédito com juros mais baratos para compra de caminhões, ônibus, micro-ônibus e implementos rodoviários (equipamentos acoplados aos caminhões ou tratores responsáveis por carregar a carga) pode ser buscada nas instituições financeiras habilitadas.
Inserido no programa "Move Brasil", o crédito é voltado ao financiamento de veículos fabricados no Brasil e busca modernizar o transporte rodoviário e urbano de cargas e passageiros, com foco na redução de custos logísticos, aumento da segurança nas estradas e renovação da frota nacional. 
Serão destinados até R$ 21,2 bilhões em empréstimos. As taxas de juros podem ficar próximas a 13% ao ano, informou o governo federal.
A iniciativa, de acordo com o governo, prevê ainda reserva de R$ 2 bilhões para aquisição de ônibus e micro-ônibus, além de R$ 2 bilhões para transportadores autônomos de cargas e pessoas físicas associados a cooperativas.
Agora no g1
Também poderão ser financiados custos associados à operação, como seguros de proteção do bem e do financiamento, além de taxas relacionadas à concessão de garantias, desde que contratados junto ao financiamento.
Esses itens adicionais são elegíveis para clientes com receita operacional bruta de até R$ 300 milhões.
"O programa vai modernizar a frota brasileira, reduzir o custo logístico, melhorar o transporte de cargas e passageiros, aumentar a segurança nas estradas e estimular a indústria nacional. Estamos combinando eficiência econômica, sustentabilidade e inclusão produtiva, com atenção especial aos transportadores autônomos e cooperados", afirmou o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.
Segundo o MDIC, as condições de financiamento variam conforme o perfil do beneficiário. 
Para transportadores autônomos: o prazo total poderá chegar a 120 meses, com até 12 meses de carência. 
Para empresas do setor de transporte rodoviário ou urbano de cargas: o prazo poderá chegar a 60 meses, com até 6 meses de carência. 
Para empresas do setor de transporte rodoviário ou urbano de passageiros: o prazo poderá chegar a 120 meses, com até 6 meses de carência. 
O programa prevê limite de financiamento de até R$ 50 milhões por cliente, sem valor mínimo; admite a utilização de fundos garantidores, conforme: disponibilidade, regras específicas de cada fundo e política do agente financeiro.
Linha de crédito com juros mais baratos para compra de caminhões e ônibus pode ser buscada nos bancos
Luciano Ribeiro/Governo do Tocantins
Como contratar
Os interessados devem procurar uma instituição financeira credenciada ao BNDES. Caberá à instituição analisar o crédito, negociar as condições finais da operação e encaminhar o pedido ao BNDES, conforme as regras do programa.
🔎O prazo para protocolo das operações no sistema do BNDES vai até 28 de agosto de 2026, e a data limite para comunicação da contratação ao Banco é 28 de setembro de 2026. 
Segundo o Ministério do Desenvolvimento, o programa poderá ser suspenso ou encerrado antes dessas datas em caso de esgotamento da dotação orçamentária disponível.]]&gt;</description>
      <linknoticia>&lt;![CDATA[https://g1.globo.com/economia/noticia/2026/05/29/linha-de-credito-com-juros-mais-baratos-para-compra-de-caminhoes-e-onibus-pode-ser-buscada-nos-bancos.ghtml]]&gt;</linknoticia>
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      <pubdate>&lt;![CDATA[2026-05-29 12:22]]&gt;</pubdate>
      <datahora>&lt;![CDATA[30/05/2026 23:24:01]]&gt;</datahora>
    </item>
    <item>
      <title>&lt;![CDATA[Fiat Toro fica até R$ 5 mil mais cara e ganha versão híbrida para enfrentar Volkswagen e BYD]]&gt;</title>
      <description>&lt;![CDATA[Fiat Toro Volcano MHEV
divulgação/Fiat
A Fiat anunciou, nesta sexta-feira (29), a linha 2027 da picape Toro. Os preços variam entre R$ 167.490 e R$ 238.490. As versões ficaram mais equipadas e duas intermediárias passam a oferecer sistema híbrido, com promessa de até 12% de economia de combustível.
Antes de tudo, é importante explicar que se trata de um sistema híbrido leve, chamado de MHEV, que funciona com 48 volts. Nesse tipo de tecnologia, o motor elétrico não movimenta as rodas e a bateria de alta tensão é pequena, bem menor do que a de carros híbridos tradicionais. Por isso, o ganho no consumo de combustível é mais discreto.
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Mesmo assim, o motor T270 usado nas versões híbridas apresentou redução de consumo de combustível de até 12,3%:
Com etanol, o consumo urbano passou de 6,5 km/l para 7,3 km/l, uma melhora de 12,3%;
Com gasolina, o número subiu de 9,4 km/l para 10,5 km/l, ganho de 11,7%.
Vale destacar que essa economia aparece apenas no uso urbano. Na estrada, os números foram ligeiramente piores:
Com etanol, o consumo rodoviário caiu de 7,8 km/l para 7,6 km/l, uma piora de 2,5%;
Com gasolina, passou de 10,8 km/l para 10,7 km/l, queda de 0,9%.
Mesmo com a melhora no consumo da Fiat Toro, que beneficia quem usa a picape principalmente na cidade, a ficha técnica permanece igual à do modelo do ano passado. A versão híbrida traz o motor T270, com 176 cv de potência e 27,5 kgfm de torque, os mesmos números da versão sem eletrificação.
Esse é o mesmo motor usado no Jeep Renegade híbrido, mas, no SUV, a economia de combustível foi menor, de 9%. Vale lembrar que, apesar de compartilharem o conjunto mecânico, cada veículo tem ajustes próprios.
Diferente do Renegade, a Toro conta com uma versão a diesel, que segue sem mudanças e, nesse caso, sem qualquer tipo de sistema híbrido. Ela tem potência um pouco maior, com 200 cv, em relação à versão flex, mas se destaca principalmente pelo torque, que é 66% superior e chega a 45,8 kgfm.
Toro fica mais equipada
Fiat Toro Ultra MHEV 2027
Além da motorização híbrida em duas versões intermediárias, a Toro passa a oferecer mais equipamentos para toda sas variantes A principal novidade é a inclusão de sistemas de auxílio ao motorista (ADAS) em todas as versões e de série.
A lista inclui:
Alerta de risco de colisão;
Frenagem automática de emergência;
Aviso de saída de faixa;
Farol alto com acionamento automático;
Piloto automático com controle de velocidade adaptativo.
Dentre a lista de equipamentos gerais, o painel de instrumentos passa a ser digital de 7 polegadas em todas as versões e há uma nova central multimídia vertical de 10,1 polegadas presente nos modelos híbridos e movidos a diesel.
 Os modelos da Toro com motor a diesel, que são os mais completos e os únicos com tração integral, passaram a contar de série com alerta de ponto cego e de tráfego cruzado traseiro, seta sequencial em LED.
Preço e lista de equipamentos de cada versão
Fiat Toro Endurance Turboflex, por R$ 167.490
Fiat Toro Endurance Turbo Flex 2027
divulgação/Fiat
Rodas de liga leve de 17 plegadas;
Freio de estacionamento eletrônico;
Pacote ADAS;
USB dianteiro (tipo A/C) + traseiro (tipo A/C);
Ar-condicionado;
Direção elétrica;
Vidros elétricos (dianteiro/traseiro);
Travas elétricas das portas;
Retrovisores elétricos com inclinação para baixo;
Controle remoto das chaves;
Alarme;
Painel de instrumentos digital de 7”;
Central multimídia de 7”;
Dois tweeters;
Comandos do rádio no volante;
Desembaçador do vidro traseiro;
Banco do motorista ajustável;
Coluna de direção rebatível e telescópica;
Piloto automático adaptativo;
Airbags laterais e de cortina;
Auto Hold;
LED DRL segmentado;
Faróis Full LED;
Lanternas traseiras Full LED;
Sensor de estacionamento traseiro;
Capa da caçamba;
Forro da caçamba;
ESC, TC, HH;
Luz de caçamba;
Rack de escada;
Terceira luz de freio;
Freio a disco nas rodas traseiras.
Fiat Toro Freedom Turboflex, de R$ 177.490 tem todos os acima, mais:
Fiat Toro Freedom Turbo Flex 2027
divulgação/Fiat
Apoia-braço dianteiro;
Central multimídia de 8,4 polegadas;
Troca de marchas no volante;
Câmera de ré;
Volantes em couro;
Ar-condicionado de duas zonas;
Para-sol iluminado para o passageiro;
Apoio de braço dianteiro;
Tapetes;
Rack de teto longitudinal;
Maçaneta da porta na cor da carroceria.
Fiat Toro Volcano Turboflex MHEV, de R$ 197.490 tem todos os acima, mais:
Fiat Toro Volcano Turboflex MHEV 2027
divulgação/Fiat
Sistema híbrido leve de 48V;
Rodas de liga leve de 18 polegadas;
Central multimídia de 10,1 polegadas;
Conexão com aplicativo;
Carregador sem fio;
Bancos de couro;
Apoio de braço traseiro;
Sensor de chuva e crepuscular;
Espelho interno eletrocrômico;
Lâmpadas de poça e tilt down;
Luzes ambiente de LED;
Entrada e partida sem chave;
Molduras da linha de cintura cromadas;
Molduras das portas cromadas;
Farol de neblina em LED.
Fiat Toro Ultra Turboflex MHEV, de R$ 206.490 tem todos os acima, mais:
Fiat Toro Ultra Turboflex MHEV 2027
divulgação/Fiat
Sensor de ponto cego com alerta de tráfego cruzado traseiro;
Rodas R18” escurecidas;
Capota rígida;
Bolsa de carga;
Santo Antônio;
Estribo lateral (Preto);
Para-lama;
Bancos com bordado exclusivo e acabamento em vermelho;
Emblema externo nas portas dianteiras;
Emblema interno;
Acabamentos e logotipos escurecidos;
Painel de instrumentos com boas-vindas exclusivo.
Fiat Toro Volcano Turbodiesel, de R$ 220.490 tem todos os acima, mais:
Fiat Toro Volcano Turbodiesel 2027
divulgação/Fiat
Motor 2.2 Turbodiesel;
Transmissão AT9;
Seletor de tração 4WD;
Controle de descida;
Protetor de cárter;
Pneus ATR;
ESC desligado (4x4 low).
Fiat Toro Ranch Turbodiesel, de R$ 238.490 tem todos os acima, mais:
Fiat Toro Ranch Turbodiesel 2027
divulgação/Fiat
Sensor de ponto cego com alerta de tráfego cruzado traseiro
Retrovisores externos cromados
Estribo lateral (cromado)
Santo Antônio (cromado)
Para-lama
Bancos com bordado exclusivo e revestimento na cor marrom
Emblema externo nas portas dianteiras
Emblema interno
Acabamentos internos na cor marrom
Acabamentos externos cromados
Tapetes em carpete 

.
Fiat se prepara para enfrentar Volkswagen e BYD
A chegada da nova Toro híbrida é uma resposta ao avanço de duas marcas importantes, agora olahndo para o segmento de picapes. Uma delas é a Volkswagen Tukan.
Volkswagen mostra picape Tukan ainda disfarçada
Divulgação / VW
O modelo foi apresentado camuflado no mesmo dia da divulgação da escalação da seleção brasileira para a Copa do Mundo de 2026. Ela tem porte semelhante ao da Toro, ficando acima do tamanho da Volkswagen Saveiro, que ocupa um segmento onde concorre diretamente com a Fiat Strada - mais simples e menor que a Toro.
Os detalhes técnicos ainda não foram totalmente divulgados, mas a Volkswagen confirmou que a Tukan terá opção híbrida. A tecnologia será muito parecida com a da Toro eletrificada, baseada em um sistema híbrido leve de 48 volts.
Na prática, isso significa que, assim como acontece na Toro, a Tukan não contará com um motor elétrico responsável por movimentar as rodas.
A Volkswagen ainda não definiu a data de lançamento da Tukan, mas a picape dificilmente chegará ao mercado brasileiro em 2026.
BYD exibe modelo da nova picape Mako, que será lançada no segundo semestre de 2026
Matheus Vinícius/g1
Outro nome que a Fiat acompanha de perto é a BYD Mako. Assim como a Tukan, a proposta dessa picape é disputar espaço com a Toro, mas, ao contrário da rival da Volkswagen, há a promessa de lançamento ainda neste ano.
Mesmo com lançamento prometido para breve, ainda se sabe pouco sobre a Mako, inclusive sobre o seu visual. A única exibição do modelo ocorreu em Ribeirão Preto (SP), por meio de um molde que, segundo a própria BYD, ainda pode sofrer alterações até a estreia oficial.
Segundo Victor François, supervisor de comunicação da BYD, o preço da Mako ficará abaixo dos R$ 344.990 cobrados pela BYD Shark, atualmente a única picape da marca chinesa à venda no Brasil.]]&gt;</description>
      <linknoticia>&lt;![CDATA[https://g1.globo.com/carros/noticia/2026/05/29/nova-fiat-toro-fica-ate-r-5-mil-mais-cara-e-ganha-versao-hibrida-para-enfrentar-volkswagen-e-byd.ghtml]]&gt;</linknoticia>
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      <pubdate>&lt;![CDATA[2026-05-29 12:00]]&gt;</pubdate>
      <datahora>&lt;![CDATA[30/05/2026 23:24:01]]&gt;</datahora>
    </item>
    <item>
      <title>&lt;![CDATA[Operação revela fraude com nafta em combustível; adulteração pode danificar bomba, bicos e motor]]&gt;</title>
      <description>&lt;![CDATA[Força-tarefa deflagra 2ª fase da Operação Carbono Oculto em 5 estados
Uma nova fase da Operação Carbono Oculto foi realizada nesta quinta-feira (28) e teve como alvo um esquema criminoso no setor de combustíveis, que envolve fraudes, sonegação de impostos e lavagem de dinheiro.
Esta etapa da investigação revela uma fraude física e tributária: o desvio de solventes petroquímicos importados (Nafta), que têm tributação muito menor e eram vendidos ilegalmente como gasolina para veículos.
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Especialistas ouvidos pelo g1 alertam para os riscos graves que a nafta representa aos veículos.
"A nafta é um derivado de petróleo, que tem custo menor que a gasolina, mas possui características semelhantes. A baixa octanagem causa alguns problemas no motor", explica Tenório Júnior, técnico e professor de mecânica automotiva.
Segundo Rogério Gonçalves, diretor de combustíveis da Associação de Engenharia Automotiva (AEA), o "motor fraco" é um sintoma mesmo em pequenas quantidades de nafta na gasolina.
“Se você não tá pisando muito, numa estrada, velocidade constante, ele não não vai causar problema. Quando você retoma velocidade, quando acelera, pode até destruir totalmente o motor”, diz Gonçalves.
Bruno Bandeira, mecânico e proprietário da Oficina Mecânica Na Garagem, afirma que os danos atingem praticamente todas as partes do carro por onde o combustível circula.
“Eu já pegei já isso. Destrói tudo do carro, tudo que você pode imaginar. De bomba de combustível a catalisador e injetores. Estraga até a parede do do motor do carro, que é a parte onde fica o cilindro”, aponta Bruno.
Segundo Bruno, os problemas costumam surgir com o motor frio, geralmente após o dia do abastecimento. Ele explica que isso acontece porque ainda há combustível do abastecimento anterior no tanque, que não fica totalmente cheio do produto adulterado.
Como identificar combustível adulterado
Luz de alerta para problemas no combustivel
reprodução/TV Globo
Os dois mecânicos afirmam que é difícil identificar o combustível adulterado apenas pela aparência. Bruno, no entanto, alerta para dois sinais principais: o cheiro diferente e o acendimento da luz de alerta da injeção (imagem acima), que costuma aparecer logo após o abastecimento.
"É um cheiro muito ruim. Sabe um um combustível que é um negócio podre", diz o Bruno.
Rogério afirma que o consumo de combustível do carro também muda, o que pode servir como mais um sinal de alerta para o motorista sobre uma possível adulteração.
Em um Volkswagen Nivus 2023 abastecido com combustível adulterado, o conserto incluiu:
Filtro da bomba de combustível com sinais de dano por nafta
Bruno Bandeira/arquivo pessoal
40 litros de combustível descartados;
Três bicos injetores danificados pela corrosão;
Bomba de combustível danificada, com menos pressão;
Filtro de combustível entupido;
Catalisador obstruído, com liberação de pó branco.
Segundo o mecânico, o entupimento do catalisador ocorreu por causa da queima inadequada do combustível.
"Tem algumas matérias dele que não queimam direito. Então ele vai mandando embora tipo meio líquido, meio sei lá, tipo pastoso, e vai entupindo", explica.
Nafta atua de forma semelhante ao metanol
Motor da Ford Maverick Tremor 2026
Fabio Tito/g1
Os danos do metanol "são parecidos" aos da nafta, segundo Bruno.
O metanol é uma substância química presente na composição do biodiesel, mas pode provocar danos significativos em veículos que utilizam gasolina ou etanol. Segundo a operação, o combustível do PCC chegava a ter 90% de metanol na composição.
Tenório e Bruno destacam que certos veículos conseguem tolerar a presença de metanol no tanque, embora ele possa corroer diretamente os seguintes componentes:
Bicos injetores;
Flauta de combustível;
Câmara de combustão;
Guia de válvulas;
Bomba de baixa pressão;
Bomba de alta pressão.
Com o tempo, o motor que sofre com a contaminação do combustível pode até não ligar. “Tem carro que, pela manhã, nem liga. Pelo combustível, ele trava onde fica a haste de válvula do cabeçote. O metanol cria uma goma”, revela Bandeira.
Segundo Orli Robalo, mecânico em Porto Alegre (RS), um dos sinais comuns de resposta do carro mal abastecido é o acendimento de luzes no painel. “O combustível alterado faz com que sature a leitura dos sensores e faz ligar essa luz”, aponta o especialista.
Denis Marum, mecânico com formação em engenharia mecânica, afirma que a perda de potência é um sinal claro de combustível adulterado por metanol.
“Assim que você abastece, o pedal do acelerador fica ‘borrachudo’. Você sente que precisa acelerar mais para obter a mesma velocidade”, diz.
Marum aponta outros indícios, como:
Consumo elevado: “geralmente, o consumo médio despenca 30%. É fácil de perceber para quem faz o mesmo percurso diariamente: o tanque dura menos”, diz o especialista;
Dificuldade para pegar pela manhã;
Ruído do motor semelhante ao de uma corrente de bicicleta trocando de marcha. “Esse ruído ocorre nas saídas e, principalmente, em subidas, momentos em que o motor é mais exigido”, aponta;
Odores estranhos saindo do escapamento;
Cheiro de solvente ou querosene.]]&gt;</description>
      <linknoticia>&lt;![CDATA[https://g1.globo.com/carros/noticia/2026/05/29/operacao-revela-fraude-com-nafta-em-combustivel-adulteracao-pode-danificar-bomba-bicos-e-motor.ghtml]]&gt;</linknoticia>
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      <pubdate>&lt;![CDATA[2026-05-29 11:30]]&gt;</pubdate>
      <datahora>&lt;![CDATA[30/05/2026 23:24:01]]&gt;</datahora>
    </item>
    <item>
      <title>&lt;![CDATA[Ferrari sai em defesa do Luce após críticas ao 1º carro elétrico da marca]]&gt;</title>
      <description>&lt;![CDATA[Papa Leão XIV conhece Ferrari Luce de R$ 3,2 milhões e ganha volante
A Ferrari está recebendo “forte interesse” pelo seu novo modelo elétrico, o Luce, tanto de clientes antigos quanto de novos consumidores, afirmou nesta quinta-feira (28) o presidente-executivo da montadora, Benedetto Vigna. O executivo saiu em defesa do veículo após uma onda de críticas nas redes sociais.
A Ferrari apresentou o Luce, que custa US$ 640 mil (R$ 3,2 milhões), na segunda-feira, em Roma. 
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O lançamento gerou críticas sobre o design considerado diferente do padrão tradicional da marca e também pela decisão da empresa de apostar em um modelo totalmente elétrico, deixando de lado os clássicos motores a gasolina. Nas redes sociais, alguns usuários disseram que o carro “não parece uma Ferrari”.
“Há um grande interesse, inclusive de novos clientes”, disse Vigna durante um evento automotivo em Modena, no norte da Itália.
Segundo ele, a Ferrari apresentou o novo modelo a cerca de 1.600 clientes durante o lançamento em Roma, entre segunda e terça-feira. Os pedidos começaram a ser aceitos na quarta-feira.
“Já recebemos transferências bancárias. Os clientes que estavam lá querem o carro”, afirmou o CEO. Ele acrescentou que a empresa divulgará números mais precisos sobre as encomendas em julho, junto com os resultados do segundo trimestre.
As ações da Ferrari caíram mais de 8% na terça-feira, diante da reação negativa de investidores e críticos ao novo carro elétrico. Na quarta-feira (27), os papéis fecharam estáveis, mas voltaram a subir quase 3% nesta quinta.
Vigna afirmou que muitas críticas podem mudar depois que as pessoas conhecerem o veículo de perto. Ele também negou comparações do Luce com outros carros elétricos do mercado, incluindo modelos chineses.
“Se você ver e experimentar o carro, vai perceber imediatamente que ele não foi copiado e que não se parece com outros veículos elétricos, seja no design interno, externo ou no desempenho”, disse.
O executivo reforçou que o Luce será apenas mais uma opção na linha da Ferrari e que a montadora continuará produzindo carros com motores a gasolina e híbridos.
Sobre o preço elevado do modelo, Vigna afirmou que o valor é justificável pela inovação oferecida pelo veículo.
Ferrari Luce
divulgação/Ferrari]]&gt;</description>
      <linknoticia>&lt;![CDATA[https://g1.globo.com/carros/noticia/2026/05/28/luce-ferrari-carro-eletrico.ghtml]]&gt;</linknoticia>
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      <pubdate>&lt;![CDATA[2026-05-28 11:20]]&gt;</pubdate>
      <datahora>&lt;![CDATA[30/05/2026 23:24:01]]&gt;</datahora>
    </item>
    <item>
      <title>&lt;![CDATA[Por que o dono da Ford criou a escala de trabalho 5x2 há 100 anos — e como isso impactou o mundo]]&gt;</title>
      <description>&lt;![CDATA[Linha de montagem da Ford, em fotografia de 1913
Domínio Público/Autor desconhecido/Wikimedia Commons
"O país está pronto para a semana de cinco dias [de trabalho]. Seguramente é algo que deve se espalhar por toda a indústria. […] Já é hora de nos livrarmos da ideia de que é 'tempo perdido' o lazer dos trabalhadores, ou um privilégio de classe."
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Essas palavras fizeram parte de um discurso há cem anos, no 1º de maio de 1926. Não foram proferidas por um operário, um líder sindical, um militante socialista ou um político trabalhista.
O pronunciamento foi feito por um dos maiores magnatas da história da humanidade, o engenheiro mecânico e empresário Henry Ford (1863-1947), fundador da Ford Motor Company, considerado um pioneiro no formato industrial conhecido como linha de montagem em série.
A partir daquela data, a jornada 5x2 se tornaria praxe em todo o seu gigantesco parque fabril — com 40 horas de trabalho por semana.
Agora no g1
A ideia de aumentar o fim de semana do trabalhador superava, a favor do proletariado, o que havia sido determinado em 1919 pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) — e havia se tornado padrão internacional por convenção: o teto praticado era de 48 horas semanais.
A decisão não foi tomada de uma hora para outra. A Ford já vinha testando em alguns departamentos o novo formato. Em artigo publicado no jornal The New York Times em março de 1922, o filho de Henry Ford, Edsel Bryant Ford (1893-1943), que presidia a empresa desde 1919, escreveu que "toda pessoa precisa de mais de um dia por semana para descanso e recreação".
No texto, argumentava que "a Ford sempre buscou promover uma vida doméstica ideal para seus empregados" e disse acreditar que "para viver de forma apropriada, todo ser humano deveria dispor de mais tempo para passar com sua família".
Henry Ford é tido como 'pai' da linha de montagem em série
Ford Motor Company, Photographic Department , The Henry Ford Collections/Domínio público/Wikimedia Commons
Após ser adotado voluntariamente pela Ford, o sistema se expandiu. Nos Estados Unidos, a jornada de trabalho semanal foi reduzida por lei em 1938 — limitada a 44 horas semanais. Em 1940, o teto cairia para as 40 horas semanais idealizadas por Ford 14 anos antes.
Principalmente depois da Segunda Guerra Mundial, o sistema fordista de organização de trabalho fabril se espalhou pelo mundo.
"O modelo americano de industrialização e economia nacional foi multiplicado nas sociedades que tomaram parte da reconstrução da economia mundial, a partir de 1945, como o Japão e a China", explica o historiador Paulo Henrique Martinez, professor na Universidade Estadual Paulista (Unesp).
O advogado trabalhista Pedro Maciel entende a adesão ao sistema por causa do sucesso obtido.
"O modelo começou a demonstrar uma vantagem econômica para as empresas, o que acabou por disseminar essa forma de jornada", diz. A concorrência acabou convencida de que menos horas trabalhadas "não significavam menos dinheiro".
"Até os anos 1960, a formação de administradores e o adestramento de trabalhadores foram ações conjugadas, engatando patrões e empregados no compromisso pelo sucesso da empresa através da produção e da produtividade do trabalho", contextualiza o historiador. "Criou-se mesmo uma ilusão perversa, a de que um não existiria sem o outro."
Vêm daí, relata Martinez, ideias como a de que o empregado precisa "vestir a camisa da empresa". Era a celebração de uma "paz social", ressalta o historiador, vendida por Henry Ford — um estratagema eficaz na contenção das insatisfações proletárias.
Se regulamentar o descanso se tornou uma necessidade sobretudo com o advento do capitalismo industrial e as jornadas cada vez mais desgastantes, é fato que o fim de semana de dois dias representou a quebra de um paradigma que vinha desde a antiguidade.
Um exemplo importante disso está no livro sagrado que está na base do mundo judaico-cristão.
Na concepção do mundo contada no Gênesis, o primeiro livro da Bíblia, Deus descansou no sétimo dia — depois de seis jornadas consecutivas de trabalho na obra da criação.
O relato não deixa de ser um registro de como os antigos lidavam com organização entre trabalho e descanso.
Mesmo antes de Ford, no entanto, houve casos pontuais de mudança. Professor de direito do trabalho na Universidade Presbiteriana Mackenzie, o advogado Claudinor Roberto Barbiero cita, por exemplo, uma fábrica têxtil dos Estados Unidos que havia instituído em 1908 a semana de cinco dias com o objetivo de acomodar trabalhadores judeus que guardavam o sábado.
"A Ford deu escala e prestígio industrial ao modelo", enfatiza ele. "A prática deixou de parecer apenas uma concessão social e passou a ser vista como possível estratégia de gestão."
Câmara aprova o fim da escala 6x1 e ainda vai ao Senado
Tempo e dinheiro
Henry Ford entendia que o progresso, ao mesmo tempo que poderia aumentar os ganhos do empresariado e a eficiência da produção, também deveria resultar em benefícios trabalhistas.
Àquela altura, ele já havia criado um programa de bônus por produtividade aos seus trabalhadores e, em 1914, criado certa polêmica entre outros industriais por decidir dobrar o piso salarial dos seus empregados.
O empresário argumentava que a própria linha de montagem possibilitava isso. Ao ser adotada na produção do modelo Ford T em 1913, o tempo necessário para um carro ficar pronto havia caído de 12 horas para pouco mais de 1h30.
Ford entendeu que os operários também deveriam ser recompensados de alguma forma por esse gigantesco salto de eficiência.
"Foi o crescimento das grandes corporações, com sua habilidade de usar o poder, o maquinário de ponta e, de forma geral, reduzir os desperdícios de tempo, material e energia humana que permitiu implementar a jornada de 8 horas diárias", reconheceu ele, no mesmo discurso de 1926.
"Nessa mesma linha, novos progressos tornam possível instituirmos também a semana de cinco dias."
Evidentemente, Ford respondia a uma demanda presente em sua época. Em artigo acadêmico publicado em junho de 1990 em The Journal of Economic History, o economista e historiador Robert Whaples, então professor na Universidade de Wisconsin, nos Estados Unidos, ressalta que, antes da Segunda Guerra, as lutas dos trabalhadores por menos horas de trabalho eram mais intensas do que as reivindicações por melhores salários.
Não é que o empresário fosse "bonzinho". "A motivação de Henry Ford não foi apenas humanitária", diz o professor.
Ele sabia o que estava fazendo — e como sua medida resultaria em melhores ganhos. Martinez analisa a decisão de Ford como consequência de "duas balizas" que regiam suas ações empresariais. Em primeiro lugar "a organização metódica do trabalho".
Setor de produção de motores de indústria automobilística no Brasil, sem data identificada
Arquivo Nacional
Ford era um expoente das "teorias científicas de administração e de gerenciamento da produção", contextualiza o historiador, "desde os espaços da fábrica, passando pela disciplina de horários, turnos e demais atividades e intervalos de descanso, até a divisão de tarefas entre equipes e indivíduos, do fiscal ao operador manual".
Na sua visão de negócios, para a indústria funcionar, tudo deveria seguir o roteiro.
O segundo ponto era justamente que a divisão "programada e organizada do trabalho completava-se na dimensão do consumo dos bens industrializados", ressalta Martinez. Isso alimentava "um mercado de consumo de massas, para uma produção massiva realizada por grandes contingentes de trabalhadores".
"Melhores salários e tempo livre completavam a fórmula para induzir e generalizar hábitos de consumo, expandindo assim a produção industrial", comenta o historiador. No fim do mês, a conta fechava — com lucros maiores.
"O próprio argumento empresarial era que a empresa poderia produzir tanto ou mais em cinco dias do que em seis, porque a redução da jornada forçaria melhores métodos, maior concentração e mais eficiência por hora trabalhada", diz Barbiero. Na lógica fordista, era possível ao menos tanta produção em cinco dias quanto em seis. "E provavelmente mais, porque 'a pressão traria melhores métodos'", explica o professor.
"Ford implantou uma equação bem-sucedida", analisa Martinez. "Buscava assegurar a disciplina e a regularidade do trabalho na fábrica, obtendo melhores resultados produtivos e econômicos, de um lado. E, de outro, estimulando hábitos e condições de consumo."
Isso vinha com salários melhores e jornadas de trabalho menores. "A satisfação financeira e o acesso ao mercado de consumo pela massa operária trariam a paz social, ancorada no ciclo ininterrupto entre trabalho, produção e consumo", conclui o professor da Unesp.
"Ford entendia que o trabalhador com tempo livre se tornaria também consumidor. Mais lazer significava mais passeios, viagens, compras e, no limite, mais uso e compra de automóveis", comenta Barbiero.
Funcionários trabalhando em fábrica de motores em São Bernardo do Campo, em março de 1958
Arquivo Nacional
No Brasil
O Brasil começou a resolver, ao menos na legislação, o problema das jornadas desumanas de trabalho apenas nos anos 1930. Dois decretos, um de março, outro de maio de 1932, limitaram a jornada em oito horas diárias de trabalho e seis dias por semana.
Era plataforma política do então presidente Getúlio Vargas (1882-1954). "[Governo este] com a construção de uma agenda trabalhista estatal, urbanização, industrialização e tentativa de organização das relações entre capital e trabalho", destaca Barbiero.
Em 1943, a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) reforçou os limites da jornada. Seis anos depois, uma outra lei passou a garantir o descanso semanal remunerado.
Para o advogado trabalhista Alessandro Vietri, pós-graduado na área pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), o aumento do direito ao descanso do trabalhador brasileiro foi "gradual e tardio", se comparado ao que ocorreu nos Estados Unidos.
Durante os debates da assembleia que criou a Constituição de 1988, que atualmente vigora no Brasil, havia propostas para que a jornada limite no país fosse de 40 horas semanais.
"A reação das bancadas de deputados e senadores alinhadas aos interesses empresariais, financeiros e comerciais, resistiram e o texto constitucional consagrou a jornada de 44 horas", afirma o historiador Martinez.
"Foi buscada uma compensação para esse acréscimo de horas, como a maior remuneração de horas-extras, o trabalho noturno, atividades de riscos, e assegurar outros direitos aos empregados."
"O fim de semana de dois dias 'pegou' no Brasil principalmente após a Constituição de 1988, mas não de forma universal", aponta Barbiero.
"A redução de 48 para 44 horas abriu espaço para a compensação do sábado em muitas empresas: em vez de trabalhar 8 horas de segunda a sexta e 4 horas no sábado, muitos empregadores passaram a distribuir as 44 horas em cinco dias, normalmente com jornadas próximas de 8h48 por dia."
"Em outros casos, especialmente em áreas administrativas, tecnologia, indústria mais estruturada e empresas com políticas internas mais competitivas, adotou-se a jornada de 40 horas semanais, com oito horas por dia, de segunda a sexta-feira", explica o advogado.
Henry Ford e sua mulher
Domínio público/Autor desconhecido/Wikimedia Commons
Vietri contextualiza que esse tipo de ajuste, no Brasil, acabou sendo viabilizado sobretudo por meio de acordos coletivos.
O tema sempre suscita diferentes pontos de vista. "Traz à tona um debate complexo sobre como equilibrar o bem-estar social e a viabilidade econômica", pondera Vietri.
"Vejo o fim de semana não apenas como período de descanso, mas um pilar da dignidade humana e da saúde mental do trabalhador, fundamentos estes que estão no cerne da nossa proteção constitucional".
Ele defende, contudo, que a mudança na organização das jornadas não seja feita de forma abrupta, para que as empresas, sobretudo as menores, consigam se preparar.
"O ponto mais interessante é que Ford percebeu algo que continua atual: o trabalhador não é apenas força de produção; ele também é parte do mercado consumidor", diz Barbiero.
"Ao pagar melhor e liberar tempo, Ford fortalecia a própria lógica de consumo que sustentava a indústria automobilística."]]&gt;</description>
      <linknoticia>&lt;![CDATA[https://g1.globo.com/trabalho-e-carreira/noticia/2026/05/28/por-que-o-dono-da-ford-criou-a-escala-de-trabalho-5x2-ha-100-anos-e-como-isso-impactou-o-mundo.ghtml]]&gt;</linknoticia>
      <linkfoto>https://s2-g1.glbimg.com/0DF8JvbZYk2dFXopn_3FZQ5R65w=/1280x0/filters:format(jpeg)/https://thumbor.globoi.com/unsafe/fit-in/1280x720/s04.video.glbimg.com/deo/vi/55/20/992055</linkfoto>
      <pubdate>&lt;![CDATA[2026-05-28 05:20]]&gt;</pubdate>
      <datahora>&lt;![CDATA[30/05/2026 23:24:01]]&gt;</datahora>
    </item>
    <item>
      <title>&lt;![CDATA[Salão de Pequim: carros chineses já dirigem quase sozinhos nas cidades; g1 testou como funciona]]&gt;</title>
      <description>&lt;![CDATA[Testamos um carro semiautonomo na China
A China ainda não permite a circulação de carros totalmente autônomos, como acontece em algumas regiões dos Estados Unidos. Mesmo assim, as montadoras do país vêm testando e adotando recursos de assistência à condução cada vez mais avançados e próximos dessa proposta.
O g1 testou um desses sistemas em um percurso totalmente urbano na cidade de Baoding, a cerca de 180 quilômetros de Pequim. 
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A tecnologia usada se chama NOA, sigla em inglês que significa “navegação em piloto automático”. Testes com o sistema já são realizados em algumas cidades, como Pequim, Xangai, Shenzhen e Wuhan. 
As montadoras chinesas — inclusive aquelas que já vendem carros no Brasil — vêm deixando os sistemas de assistência à direção cada vez mais completos e atuantes, embora o motorista ainda precise manter as mãos no volante.
Em nenhum momento do teste foi possível deixar o banco do motorista vazio, como ocorre nos carros da Waymo, que operam serviços de táxi totalmente autônomos em algumas cidades americanas.
Ainda assim, foi possível observar que o motorista seguiu as regras municipais para o uso desse sistema, principalmente a exigência de permanecer atento ao trânsito e com as mãos no volante — mesmo quando o carro faz os movimentos sozinho.
Durante o teste, enquanto a equipe da reportagem seguia no banco do passageiro, o motorista mantinha apenas um dedo apoiado no volante e o rosto voltado para a frente, para que os sensores internos do carro não identificassem uma possível falta de atenção à via.
Sistema de piloto semiautônomo NOA na China
André Fogaça/g1
É dessa forma que a regra municipal é cumprida, com a ajuda de sensores que também estão presentes em carros vendidos no Brasil. É o caso do Volvo EX30 e do Leapmotor B10, que dão bronca no motorista quando ele desvia o olhar da via ou vira o rosto.
Além dos sensores voltados para o interior do carro, há uma série de fatores que permitem que o NOA funcione de forma precisa e confiável. 
Entre eles estão:
Conexão do carro à internet móvel, seja por 4G ou 5G;
Sistema de mapas com GPS — que, na China, usa um sistema próprio chamado Beidou;
Radares e sensores a laser (LiDAR), usados para identificar a posição dos veículos ao redor.
Com a rota definida, o NOA passa a funcionar. No carro testado, o sistema era exibido nas telas do veículo.
Na central multimídia, o mapa mostrava a rota e reunia diversas informações do trajeto, como o tempo para abertura ou fechamento dos semáforos, a indicação de faixas de pedestres e até quais infrações de trânsito podem ser registradas por radares fixos.
A lista inclui infrações como a falta do cinto de segurança, o desrespeito aos pedestres, o excesso de velocidade e o uso do celular ao volante.
Tela do NOA mostra tempo do semáforo, cones e outros veículos
Arte/g1
Ao lado do mapa, era exibida uma representação tridimensional da via, com todas as faixas. O nível de detalhamento é muito maior do que o oferecido por aplicativos como Google Maps ou Waze no Brasil.
Os sensores do veículo conseguiam identificar obstáculos na via, como carros, caminhões, ônibus, bicicletas, motos e até pedestres. Cada um aparecia com uma representação própria, ocupando o espaço à frente do carro, mas também atrás e nas laterais.
Com base nas faixas indicadas no mapa e na posição de cada objeto, pessoa ou veículo, o carro conseguiu, sozinho, decidir se mudaria ou não de faixa e chegou até a desviar de uma bicicleta caída na rua.
Carro muda de faixa sozinho
André Fogaça/g1
O sistema identificou com seta a aproximação de uma saída à esquerda e começou a desacelerar o veículo antes da esquina. Durante todo esse processo, os pés do motorista permaneceram afastados dos pedais.
O carro acionava a seta e mudava de faixa sozinho, mas também permitia intervenções manuais. Bastava o motorista indicar a intenção com a seta para que o NOA avaliasse se a manobra era segura e se a faixa ao lado permitia o tráfego — identificando, por exemplo, faixas exclusivas de ônibus ou de conversão.
NOA se perdeu em retorno complexo
O sistema funcionou bem e exigiu raríssimas intervenções do motorista. No entanto, em uma situação específica, o trajeto previa um retorno em “U”, no qual o carro sairia de uma pista com quatro faixas para acessar as quatro faixas do sentido oposto.
NOA fica perdido em retorno
André Fogaça/g1
O veículo desacelerou, acionou a seta e iniciou a conversão quando o trânsito permitiu a manobra, mas demonstrou menos precisão ao lidar com veículos mais rápidos que trafegavam pelas faixas da direita da via oposta.
Nesse momento, o motorista assumiu o volante e concluiu o retorno que havia sido iniciado pelo NOA.
Mesmo após esse episódio, o NOA reagiu sozinho a uma moto que cruzou à frente do carro, apesar de o sinal não estar verde para ela. O sistema desacelerou, aguardou a passagem da moto e seguiu o trajeto — sem buzinar, vale dizer.
Também lidou com uma ultrapassagem entre dois caminhões, que desviavam de cones na pista.
Carro desvia sozinho de caminhões, em meio a cones
André Fogaça/g1
No fim do trajeto, o mapa indicava a saída de uma avenida mais larga para virar à direita em uma via menos movimentada. O NOA iniciou a manobra, mas o motorista assumiu o controle para concluí-la.
Com isso, fica claro que o NOA reúne mais sistemas e combina um volume maior de informações do que o Autopilot da Tesla, por exemplo. O sistema americano se baseia principalmente em inteligência artificial e nas imagens captadas pelas câmeras do carro.
A principal diferença entre os sistemas está na redundância de informações usada pelo NOA. Ele depende de mapas mais detalhados das vias, conexão constante com a internet, câmeras e radares extras de olho em tudo, além de um motorista atento, com as mãos no volante — mesmo sem aplicar força sobre ele.
Esse sistema se assemelha ao Super Cruise, tecnologia da Chevrolet usada nos Estados Unidos e no Canadá. Nesses países, as exigências são maiores e o recurso de condução semiautônoma é limitado a estradas e vias expressas, com marcações de faixas bem definidas.
Direção semiautônoma avisa pedestres e outros carros
Há ainda um detalhe externo que diferencia o NOA do Autopilot: uma luz de tom verde-claro posicionada em áreas próximas às lanternas do carro.
Quando essa luz está acesa, indica que o NOA está tomando decisões e conduzindo o carro durante o trajeto, seja em estradas ou em áreas urbanas. 
Luz verde-clara em carros chineses
André Fogaça/g1
Não há uma regra nacional que obrigue o uso desse sinal, mas as montadoras passaram a adotar esse padrão para alertar pedestres e outros motoristas de que um sistema semiautônomo está em funcionamento.
A proposta é fazer com que as pessoas ao redor fiquem mais atentas e redobrem os cuidados.
Em outros veículos expostos no Salão do Automóvel de Pequim, o tamanho e a disposição dessa luz variavam. Em alguns modelos, ela era maior nas lanternas e incluía até pontos luminosos adicionais nas laterais; em outros, aparecia apenas como um pequeno traço brilhante.]]&gt;</description>
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      <pubdate>&lt;![CDATA[2026-05-28 04:01]]&gt;</pubdate>
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      <title>&lt;![CDATA[Papa Leão XIV conhece Ferrari Luce de R$ 3,2 milhões e ganha volante]]&gt;</title>
      <description>&lt;![CDATA[Papa Leão XIV conhece Ferrari Luce de R$ 3,2 milhões e ganha volante
Após anunciar os detalhes da Ferrari Luce, a fabricante italiana apresentou o veículo ao papa Leão XIV. Além de observar o carro por fora, o pontífice sentou-se no banco do motorista e interagiu com o volante - que ganhou como doação.
O primeiro carro totalmente elétrico da Ferrari pode não ter agradado aos fãs mais tradicionais da marca e nem seus os acionistas, mas o papa Leão XIV demonstrou curiosidade pelos detalhes do veículo.
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John Elkann, presidente da Ferrari, conduziu a apresentação do carro ao papa. O modelo exibido era branco, com bancos e interior inteiramente na cor preta.
“Esta é a primeira Ferrari com quatro portas?”, questionou o papa. “É a primeira com cinco lugares”, respondeu Elkann.
Papa Leão XIV conhece a Ferrari Luce
divulgação/Ferrari
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Ao entrar no veículo e sentar no banco do motorista, o piloto de testes da Ferrari, Raffaele De Simone, explicou as funções dos botões do volante.
Ferrari Luce foi desenhada por ex-designer da Apple
A Ferrari apresentou o Luce e afirmou que o modelo é um novo capítulo para a marca de Maranello. O preço anunciado é de US$ 610 mil (R$ 3,2 milhões em conversão direta).
O nome Luce, segundo a marca, evoca claridade e direção. “Ele ilumina o caminho em direção ao futuro a define a intenção de criar uma Ferrari 360º, não somente uma Ferrari elétrica”, diz o comunicado.
O ponto de maior debate é o design do Luce, que tem pouquíssimos elementos marcantes da Ferrari. O SUV tem carroceria arredondada, linha de cintura alta e proporções mais comuns em carros tradicionais. Bem longe do que se espera de uma Ferrari
E a polêmica não é pelo fato de a Ferrari lançar um utilitário esportivo, pois a Purosangue foi bem aceita e tem bons números de vendas.
O capô flutuante com parte inferior em preto e o para-brisas amplo causam estranheza. Assim como o mecanismo dos limpadores de para-brisa, que ficam sempre na vertical e nas laterais do vidro.
Na lateral, a Ferrari fez uma combinação de teto, colunas e saias laterais em preto para tirar o peso visual do carro, que é grande para um esportivo. Chama a atenção um grande aplique preto nas portas dianteiras. As portas traseiras abrem no sentido inverso.
Na traseira, o Luce tenta invocar modelo icônico dos anos 1980 e 1990 com as quatro lanternas redondas e aplique em preto.
O interior já havia sido revelado e mostra a filosofia minimalista que caracteriza os produtos da Apple. Telas com cantos arredondados, botões com acionamento fácil e leitura clara das informações.
Os responsáveis pelo design do Luce são da Lovefrom, estúdio de Jony Ive, designer que trabalhou na Apple e foi responsável por várias gerações do iPhone. Segundo a Ferrari, foi dado ao estúdio a liberdade criativa necessária para definir a direção do design do projeto.
Desempenho de sobra
São quatro motores elétricos, um para cada roda, e o total é de 1.050 cv. A aceleração de 0 a 100 km/h leva 2,5 segundos. Para chegar a 200 km/h depois da largada, o Luice leva só 6,8 segundos. A velocidade máxima é de 310 km/h.
As baterias de 122 kWh estão plugadas em um sistema de 800 V. Em postos de recarga super-rápida, o Luce pode alcançar 350 kW. Isso permite recuperar até 70 kW para a bateria em 20 minutos.
Com baterias 100% carregadas e nos critérios internacionais, o Luce tem autonomia de mais de 530 km.]]&gt;</description>
      <linknoticia>&lt;![CDATA[https://g1.globo.com/carros/noticia/2026/05/27/papa-leao-xiv-conhece-ferrari-luce-1o-carro-eletrico-da-marca.ghtml]]&gt;</linknoticia>
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